Contos Draconianos

Em busca dos sobreviventes de Riamonte

Mestre: Pedro Bretas.
Presentes: Heitor, Balbi, Pedro Siqueira, Fernando.

(data a definir) Em Muriel, uma mensagem chega num pássaro correio para Baudolino, de Judith, avisando que o povo de Riamonte, que deixara a cidade, fôra capturado e levado para a cordilheira das escamas.
Baudolino, Aron, Yekaterina e Laio discutem o que fazer quanto ao Lich e à maldição. Decidem que têm que ir em busca do Lich, mas que têm que, antes disto, pegar o dinheiro amaldiçoado de volta. Yekaterina sugere fazer uma cerimônia com o sacrifício de um grande animal para chamar a população e devolver o dinheiro, que será reposto por recursos do reino (fazer as contas depois). Laio, Aron, Baudolino, Eneias, Aziz e Tomazo vão atrás de uma manada de elefantes; encontrando-os, conseguem transformar 8 deles em cágados.
O ritual é uma espécie de “farra do elefante”, com o mesmo sendo revertido à sua forma e avançando rumo ao povo, mas prontamente morto por Aron, Yekaterina e Laio, com Baudolino cortando a jugular do cadáver; recolhido o sangue, a população vai depositar o dinheiro amaldiçoado, o que leva até às 15 horas do dia seguinte. Apesar disto, nem todo o dinheiro é recolhido. Aron e Enéias orientam seus soldados de elite a recolher o dinheiro restante da população em sua ausência. No dia seguinte partem Laio, Aron, Yekaterina, Aziz, Baudolino e Enéias.
Com um dia de viagem passam por um lugar que Aziz identifica como entrada no labirinto onde tinham estado há pouco tempo. Eles marcam o local para voltar depois.
Mais tarde no mesmo dia percebem um movimento atípico na areia, abaixo de onde estão. Um Ice Storm de Aron revela que se tratavam de dois escavadores de dunas, espécie de verme gigante. Após uma rodada de combate, conseguem transformar ambos em cágados. Viajam mais um pouco e montam acampamento; a noite corre tranquila, exceto por uma brincadeira de Yekaterina em sua troca de turno.
No dia seguinte são emboscados por aranhas gigantes de um olho só, aparentemente feitas de pedra. Elas são facilmente derrotadas, uma pelo “dedo de Tromus” de Yekaterina, a outra, devorada pelo Roca. Os heróis tentam encontrar o lar das criaturas, mas não conseguem.
Mais tarde alcançam a floresta de Lebon (que ainda está se alterando constantemente, embora menos) e a sobrevoam, tentando encontrar algum ponto de referência do alto, antes de descer. Localizam um bom local e descem, Aziz ficando com o Roca. Aron procura rastros, encontrando marcas de cavalo pela trilha e de foice nas árvores, a cerca de dois metros do chão (como se alguém marcasse o caminho). A floresta está muito densa e o grupo tem dificuldade em seguir as direções de Judith e saber onde é o norte.
Aron usa a bola de cristal para procurar pelas roupas de Judith; as vê jogadas no chão, na caverna de Eucaliptus.
Decidem então seguir a trilha dos cavalos encontrada por Aron. Pouco depois Laio e Yekaterina escutam vozes e cascos cercando-os; também escutam sussurros falando em “pegar mais escravos”. Laio solta várias bravatas chamando-os para o combate. Surgem do mato cinco criaturas humanóides com cascos no lugar das pernas e cabeças de cavalo, armados com foices. Os heróis os derrotam com relativa facilidade, apesar de Aron sofrer alguns ferimentos mais graves (que Yekaterina trata).

XP: 1200 para cada (sem contar bônus de prime requisite).

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balbi

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