Bahadur

Description:

Thief, 4lvl, lawful.
16 anos, 1,70cm, 70kg, pele trigueira, olhos e cabelos castanho-escuros, rosto talhado a faca, faltam-lhes o dois incisivos frontais superiores.
Status: Vivo
STR 13
INT 11
WIS 8
DEX 18
CON 6
CHA 8

Bio:

Bahadur nasceu em Cordilheiras distantes, nas montanhas habitadas pelo povo Farsippi. Aos 5 anos, foi capturado durante um ataque à sua aldeia por Hobgoblins que também habitam aquelas montanhas. Sua mãe morreu naquela ataque diante de seus olhos, assim como alguns de seus irmãos mais novos. Seu pai estava entre os mortos colocados no centro da aldeia para serem queimados.

Após uma longa e cansativa marcha, onde muitos dos seus morreram, foram vendidos para mercadores de Biergoten, que o levaram a uma grande cidade costeira. Posto à venda, acabou vendido junto às mulheres, homens e crianças a serem vendidos como escravos domésticos, que os compradores preferiam comprar individualmente. Viveu em uma fazenda de Biergoten por 6 anos, passando fome catando algodão para fazer tecidos. Após algumas tentativas de fugafrustradas e dias passados no tronco, foi vendido as galés. Lembra-se que um dos remadores disse que, na lingua antiga do seu povo, “Bahadur” significava “bravo” e era usado para honrar os guerreiros.

Em Dufour, os escravos acabaram sendo vendidos às minas depois que o mercador perdeu o navio no jogo – ou, pelo menos, foi isso que Bahadur lembra do que ouviu à época. Tinha 11 anos. Nos próximos 3 anos, viveu nas entranhas das minas, abrindo galerias de exploração secundárias, pequenas para não necessitarem de muitos para serem escavadas. Trabalhava com outras crianças. Esta normalmente morriam em 1, 2 anos. Bahadur preferia não conversar com elas, pois sabia que morreriam.

Aos 14 anos, Bahadur achou uma galeria natural. Aproveitou-a para fugir. Era esquálido, tuberculoso. Densoul, o caçador, ensinou-o a usar um arco curto, pois “deveria aprender a caçar, não apenas receber a caça”. Após 6 meses, mais forte, saudável, Achou seu caminho para Dufour.

Lá, ganhava a vida como punguista. Roubava os bêbados, assim não corria riscos. Emagrecera novamente, apanhara algumas vezes. Virara carregador – era bom ter uma “ocupação oficial”, mesmo que não conseguisse carregar muita coisa.

Nesta condição, atraiu a atenção de Freakers Lonnos, o halfling rufião. Este o incluiu num esquema para furtar casas, deixando Freakers dentro de um barril de suprimentos de fundo falso. À noite, Freakers fazia o furto da casa, depositando no barril o butim, para que Bahadur carregasse o produto do furto. Bahadur aprendeu muito. Ademais, o esforço de carregar o barril, tanto para dentro quanto para fora da cena do crime, mais a fartura da mesa do Halfling, deixaram-no forte. Seu porte permaneceu magro, porém e sua saúde e aparência estavam irreversivelmente comprometidas pela infância difícil. Ficou 1 ano e meio com o halfling.

Há 1 mês furtou um grande ricaço da cidade, que Freakers alegara ser “um opressor dos pobres”, dono de minas. Bahadur não sabe se isso é verdade, mas aceitou na hora a ideia. O furto foi bem sucedido; porém, Freakers achou por bem sumir da cidade por uns tempos e orientou Bahadur-o a fazer o mesmo. Deixou com Bahadur alguns bens úteis, mas não dinheiro. Bahadur não tinha dinheiro, pois o seu pagamento era a comida, a instrução e o teto que Freakers lhe dava. Escondeu-se nos mato, movendo-se a medida que ia sendo percebido pelos locais. Estava no pântano da Floresta de Zomark quando foi abordado pelos heróis e pela Hidra, matando uma e juntando-se aos outros.

Bahadur

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