Contos Draconianos

Uma proposta de Lebon e o ataque do dragão verde

Mestre: Pedro Siqueira
Presentes: Heitor, Fernando, Balbi

Para conseguir levar os escravos comprados dos Equicephs e libertados em segurança de volta para casa (40 dos sobreviventes de Riamonte e 7 elfos de Lebon) os heróis decidem dividir os sobreviventes: Aron e Aziz voam na frente com o Roca, levando 20 dos sobreviventes (os 7 elfos e 13 outros) em direção a Lebon, enquanto os demais seguem a pé. De lá eles podem resolver o que fazer.
Chegando ao fim do dia, a cerca de 12 milhas de Lebon, Aziz pousa o Roca e Aron segue sozinho, sob um feitiço de vôo, para negociar a entrada dos demais na cidade. Ele é bem recebido pela guarda, que chama Sindella; Aron explica-lhe toda a situação. Ela fica um pouco preocupada com a presença dos Equicephs, mas acaba preferindo apenas reforçar a guarda; também aceita com tranquilidade abrigar os refugiados. À noite o rei de Lebon chama Aron e lhe pede que ele e os demais eliminem os Equicephs, pois ainda julga que eles possam ser uma ameaça; Aron mostra-se relutante, mas acaba negociando a ajuda do grupo em troco de auxílio dos elfos e dois terços do tesouro que encontrarem.
Enquanto isso, os outros heróis e sobreviventes estavam montando acampamento quando avistaram um grande dragão verde. Eles conseguem se espalhar, de forma que o bafo de gás atinge apenas cinco dos sobreviventes, que morrem na hora, e Enéias, que sobrevive; o dragão tem apenas tempo de tentar atacar Baudolino antes de ser abatido por ataques dele, Laio, Yekaterina e um feitiço de Enéias.
No dia seguinte, Yekaterina usa o feitiço “know the path” e localiza o lar do dragão. Como este está muito longe, decidem deixar os refugiados em Lebon antes de procurar o tesouro. Aron e Aziz retornam com o Roca; com as baixas, em uma única viagem eles conseguem levar os 22 sobreviventes, com um pouco de esforço. Chegam em Lebon sem maiores problemas ao fim do dia.
Lá discutem se devem aceitar o acordo que Aron costurou com o rei, com Laio e Yekaterina reticentes, ela porque não vê muita vantagem, ele porque acha que os Equicephs não gostariam disto, que seria um tipo de traição:
“Eles vão ficar aborrecidos, mas depois eles vão morrer”, respondeu Baudolino.
Depois de um pouco de discussão Laio acaba convencido de que é melhor matá-los antes que escravizem mais pessoas, mas Yekaterina ainda não. Eles decidem então primeiro buscar o lar do dragão e depois pensar se aceitam ou não a proposta.
Dormem em Lebon e, no dia seguinte, partem na direção do lar e, ao chegarem perto, Yekaterina usa novamente o feitiço. Eles encontram sem dificuldades adicionais uma caverna, onde está o tesouro do dragão: uma poção de levitação, um scroll de “resist fire” (clérigo 2º nível), 87.000 pratas, 30.000 ep, 6 cristais (70 mangos), 3 topázios (500 mangos), 7 opalas (1.000 mangos), 1 tristal (10.000 mangos), 1 amber (100 mangos), 1 rubi (5.000 gp). Eles põem 2.000 ep no bag of holding (que já está com 7.000 mangos), 26.000 ep no barco do Roca, pegam as gemas e deixam o resto. Com o tesouro, partem para Muriel para deixá-lo lá.
No caminho de volta, no segundo dia, durante uma parada para o almoço, Baudolino e Laio são encantados por vozes distantes e se dirigem a elas; os demais as seguem até um grupo de 5 harpias, que atacam. Apesar de serem brevemente surpreendidos pelo uso de alguns feitiços das criaturas, os heróis rapidamente as despacham. Pegam o tesouro, mas a única coisa que valia a pena era um broche no valor de 1.000 mangos.
O resto da viagem segue tranquilo e o grupo chega a Muriel no terceiro dia. A cidade está com as ruas quase vazias, inclusive com a guarda ausente, claramente ainda sofrendo os efeitos da maldição, cada vez pior.

XP: 7.191 para cada.
Tesouro: 6.337 mangos para cada.

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HeitorCoelho

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