Contos Draconianos

O Retorno a Dufour. Missão Cumprida.

Presentes: Balbi, Fernando e Pedro
Mestre: Marcos

Yekaterina Retorna com os Corpos dos Heróis Abatidos

Utilizando-se do tapete mágico voador, Yekaterina ruma de cabotagem a Dufour com bastante pressa, levando os corpos de Bahadur e Leonel para serem ressucitados por magias divinas. No caminho, porém, enfrenta forte chuva e muito vento e resolve então se abrigar sob um barranco na costa, para o pernoite.

É surpreendida por três viajantes que a questionam a respeito do que estaria fazendo com dois corpos em um caminho tão perigoso, segundo eles. Altiva, Yekaterina revela que regressa apressadamente da Ilha do Fogo, recomendando que de lá se afastassem, pois lá seria realmente perigoso.

Os homens, assustados pelo feito, se distanciam e voltam à marcha rumo a seu destino. Pouco depois, porém, é atacada por três outros rufiões, que tentam dela abusar. Mais uma vez tentando utilizar-se de seu altivo discurso, revela sua identidade de sacerdote, em missão, mas não obtém sucesso, de modo que precisou utilizar uma magia de hold person que paralisou todos os agressores antes que engajassem em luta. Todos foram mortos e oferecidos a Tromus em meio à noite chuvosa.

Durante o impressionante ritual, Yekaterina perguntou se o deus da morte concordaria com o retorno à vida de Bahadur e Leonel. A resposta demorou pouco: surge na praia Godrix, anunciando que Tromus clama a alma de Bahadur, mas que a hora de Leonel ainda não havia chegado.

Assim sendo, a sacerdotisa alça vôo de volta rumo a Dufour, pois o tempo como que por mágica melhorou e as condições climáticas se tornaram ideais; no tapete, apenas o corpo de Leonel. A saída é feita bem a tempo de se notar que havia um acampamento de bandidos perto do local onde escolhera de repouso, e que provavelmente enfrentaria mais problemas caso tivesse permanecido no local.

Chegada em Dufour

Chegando finalmente em Dufour, Yekaterina percebe a cidade quase deserta, somente com alguns guardas nas ruas do burgo e muita hostilidade em seus olhares. A sacerdotisa se anuncia e assim é recebida por Numar, chefe da Guarda, que a revela o momento delicado e a guerra entre Dufour, em aliança a Miséria, contra Anâmis.

Apressam-se, enquanto isso, ao templo de Liléia, onde Leonel é ressucitado por um sacerdote chamado John Reader.

Gattwick, sabendo da presença de Yekaterina, vai até ela e relata os pormenores da guerra. Há um cerco em volta da torre de Lair, que não deu mais sinais de vida. Anâmis tenta invadí-la, enquanto as tropas de Dufour e Miséria resistem em suas linhas, impedindo-os a entrada com o Ovo de Zaratrur.

Enquanto aguardam a chegada dos demais heróis, de navio, Yekaterina treina sua arma com Neil Hogan, mestre de armas.

O Navio

Enquanto isso, os demais heróis navegam com Baudolino até Dufour, mas uma série de erros de cálculos os levaram para longe da costa, retornando apenas a encontrar terra muito depois de Dufour, na Costa Brava, depois de passarem pela Baía das Tribos.

Encontram, por sorte, um porto pequeno de um vilarejo precário de pescadores. Flechas são atiradas contra a embarcação por defensores, até que Baudolino hastia uma bandeira de Dufour e outra bandeira branca, conseguindo mudar a reação dos agressores, que se revelam e gritam “Um barco! Até que enfim! São heróis de Dufour chegando para nos ajudar? Esperamos há anos por isto!”

Tratava-se de um posto avançado fundado por uma guarnição de soldados veteranos de Dufour, que tomaram o espaço de uma tribo Orc mas terminaram isolados e sem comunicação com a cidade.

A pequena população local, de cerca de 50 pessoas, incluindo mulheres e crianças, deu ao local o nome de Ventosa, por conta dos fortes ventos que correm no local.

Um acordo é feito e o grupo concorda em levar de volta a Dufour as crianças, dando notícia deste povo isolado na cidade, para que se faça um resgate através das perigosas terras das tribos. Passam por dificuldades nas manobras náuticas mas conseguem retornar à Baía das Tribos e seguir a costa até Dufour.

O Grupo se reúne e conversa com Gattwick

O grupo finalmente se reúne, encaminha as crianças a Gattwick e conversam com o prefeito a respeito da guerra. Entregam a armadura de Tratus Ro e Gattwick fala da importância de Laio vestí-la e ingressar nas linhas de Dufour na frente de batalha no deserto.

A missão de resgatar a armadura, portanto, é dada por cumprida. Yekaterina negocia sua recompensa; já que Dufour não pode mais fornecer-lhe tropas, que lhe forneça dinheiro. Gattwick fica de se reunir com o tesoureiro e tecer uma proposta.

O grupo debate a respeito do que fazer a seguir: cuidar de assuntos pessoais ou auxiliar mais uma vez Dufour na guerra ou de alguma outra forma. Baudolino se coloca à disposição.

O que é certo é que a soma de riquesas dos tesouros acumulados pelo grupo é gigantesca, está ainda provisoriamente na embarcação e precisa receber alguma atenção.

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balbi

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