Contos Draconianos

O Bando do Anão e a Arena

Sacerdote anuncua que todos deve se reunir na frente da cidade para intimidar o bando do anão. População fica amedrontada e confusa – são pacifícos. Cerca de 1000 pessoas, quase toda a população da cidade, que no entanto tem espaço para 5000 pessoas. Acompanhados por 150-200 soldados de armadura leve, entre 50 arqueiros e 150 infantes, poderosa força para cidade com tão poucos habitantes.

Os confrontados são 15-20 tochas na distância. Soldados forma falange de 4 homens de profundidade, em semicírculo à frente da população. O bando tem mais 2 anões, 4 elfos e 9 homens, todos montados, com equipamentos simples e alegam não ser bandoleiros e que Traca-Traca não seria humano.

Laio não entende porque deveria permanecer nas cercanias, dada a tensão da situação. Recebe um pescotapa de Bahadur, que assim inadvertidamente se revela diante de todos, saindo da invisibilidade. Todos se surpreendem e Abu Phobia manda prendê-los, acusados de espionagem. Os heróis aceitam ser presos, escoltados por 100 homens até a caserna, mas ainda de posse de suas armas, graças à negociação de Yekaterina. São levados porém, para a arena, o que é levantado por Bahadur. Isto confunde o comandante.

Lá os combates começam imediatamente, com felinos lutam entre si. Arena é massiva, cabendo 800 pessoas e está cheia, pois todos reentraram na cidade.

Em seguida, o anão é introduzido sozinho na arena, onde há 5 armas de combatentes derrotados prévios. No lado oposto, grande portão se abre, precedido de um clarão que cega e atordoa o anão, impedindo-o de agir. Traca-Traca entra e aparenta ser um humano de armadura portando grande morning star (mangual de uma mão) que ele segura com descomunal braço direito. Ele anda até o anão, que ainda atordoado, recebe golpe mortal de Traca-Traca, sem chance de defesa. O público delira.

Sacerdote anuncia que o combate seguinte será o julgamento dos forasteiros acusados de espionagem. Dada a incerteza do crime, será permitido que dois deles representem os demais na luta com Traca-Traca e que entrem de posse de suas próprias armas. Laio é selecionado pelos demais, acompanhado de Bahadur, que confia em sua capacidade de acertar alvos sem o auxílio da visão. Recebem haste de Leonel, mas percebem que magias ofensivas não funcionam na área da Arena.

Saem para o combate, são atingidos pelo clarão e embora não sejam cegados, ficam aturdidos, até a entrada de Traca-Traca. Vencem graças às habilidades defensivas de Laio e a pontaria constante de Bahadur, que sustentam a situação até que Laio encontra brechas na defesa de Traca-Traca (N do E: desencanta o dado) e derrota-o com golpes cuja sagacidade contrasta com a simplicidade da inteligência de Laio em outras arenas.

Sacerdote foge antes que guardas o prendam. O comandante da guarda, que ficara aturdido com o desenrolar dos acontecimentos do dia, aproveitara o espaço de tempo entre a captura dos heróis e sua luta na Arena e investigara junto a sábios e junto as escrituras. Verificara imediatamente que o Sacerdote não pregava os ensinamentos de Mazela. Resta ainda ao comandante assumir o controle interino da cidade, pois o Prefeito não pode ser localizado e Chefe do Conselho, principal fã de Mazela está em estado de choque com o que presenciou.

Leonel participa da revista do Templo ordenada em seguida por Comandante, mas nada de útil aparece. Bahadur, Soze e Aron partem em busca de Mestre-Arqueiro e iniciam treinamento. Yekaterina fica com morning star de Traca-Traca, iniciamento treinamento com esta arma.

Comments

“…que sustentam a situação até que Laio encontra brechas na defesa de Traca-Traca (N do E: desencanta o dado)…”

HUAHUAHUAHUAHUAHAUHUA

O Bando do Anão e a Arena
 

Acrescento: pelamordedeus, negada, botem alguém pra treinar o Laio com espada – digo pelo bem do grupo, e não só por mim!

O Bando do Anão e a Arena
 

NOTA: reverti a edição do Tiquinho a respeito do Comandante ser o Hakim Vartar. O Comandante não teve um nome criado durante as sessões. Hakim Vartar é o mais proeminente entre os membros do bando anão.

Aliás, Hakim é uma palavra árabe que normalmente tem o uso de “governante” ou juiz ou médico dependendo do local do mundo muçulmano, as duas últimas atribuições geralmente em países não árabes como Etiópia, Turquia e Indonésia. Talvez fosse interessante passarmos a chamá-lo de Sheik Vartar, pelo menos até ele tomar de fato o poder, quando poderá se chamar Hakim ou Emir Vartar

O Bando do Anão e a Arena
fmaior

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