Contos Draconianos

Babos

Jogadores: Balbi, Marcos e Pedro
Mestre: Fernando

Teleporte a Babos

Utilizando-se do teleporte privativo do Rei Draco, os heróis surgem em uma sala muito bem guardada e imensa, com seteiras e murderholes bem distribuídos no espaço. Há dois anões barbudos e fortes, muito bem armados, fazendo a guarda.

Não tratam os heróis de Dufour com hostilidade e logo convocam Tzaila, que logo chega à sala com seu admirável porte: alta, loira, vigorosa e muito bem vestida com os melhores tecidos que a civilizações poderia ofertar.

Se apresenta e leva o grupo com muita naturalidade e sem muitas perguntas – o que não ocorreu sem estranhamento de tanta benevolência – até a saída, no pico da montanha de onde se via uma cidade mais abaixo, no vale, muito escondida mas ainda assim bastante movimentada e opulenta, chamada Zarik.

Se dirigem até outro pico à frente, onde se encontraria o gerente do local, guardado por uma imensa torre protegida por muitos soldados elfos, bem armados e perigosos, todos portando a tabard vermelha com uma cruz azul ao centro. Lá dentro há muitos salões e grandes janelas para a magnífica vista da cordilheira.

Chegam a um grande salão, onde confortavelmente esperam por KPMG, um gnomo que se apresenta sem muita demora ostentando roupas finíssimas, bigodes pontudos e barba enceirada no formato de 3 pontas. Mostra-se muito perspicaz e bem informado; diz conhecer os Barak quando Yekaterina se apresenta e elogia a fibra de seu povo. Conhecia também todos os demais heróis pelos seus nomes e suas origens, tecendo ricos comentários que deram a certeza de que tratava-se de um gerente com muito conhecimento e interesse no grupo. Sorrindo, diz que depois de tantos feitos, eles não poderiam passar despercebidos.

Yekaterina fala brevemente sobre Tromus e KPMG um pouco sobre Klaus Glittergold, deus dos gnomos.

Os Serviços do Banco

Passa então a falar de negócios e lista os serviços que o Banco de Babos oferece:

  • Depósito simples, com taxa de 1% ao mês ou 10% ao ano, com extrema segurança dos bens depositados;
  • Empréstimo, com taxas de juros negociáveis; mais brandas conforme aumentam os valores em jogo;
  • Penhora;
  • Aluguel de itens valiosos;
  • Investimento, somente para quantias acima de 50.000 mangos, que é o depósito com renda de aproximadamente 10% ao ano, com dividendos auferidos uma vez ao ano, ao fim da colheita de primavera, mas há possibilidade, porém, de perdas por casos fortuitos.

O grupo conversa e resolve fazer um investimento. KPMG então os entrega um pequeno disco com a cruz – símbolo do banco – que se abre, possuindo dentro alguns números crivados: o número da conta, bem como a data e o valor do depósito.

Negociando, Aron com a ajuda de Leonel conversam com KPMG e chegam à possibilidade uma renda de 20% sobre a quantia depositada, o que é um negócio extremamente vantajoso que raramente ocorre no banco, que possui excelentes negociadores, principalmente o próprio gerente.

Ficou evidente para Aaron, porém, que o gnomo se sensibilizou com a volta das Estátuas dos Sete Sábios Élficos a Babos, conseguidas pelo grupo com o Rei Draco em troca de todo o tesouro em moedas e jóias; peças que o sensibilizam de sobremaneira.

A riqueza total avaliada no depósito do grupo foi de 109.841 mangos. Uma verdadeira fortuna.

Conhecendo Babos

KPMG se despede do grupo e Tzila volta a acompanhá-los pela cidade, mostrando suas defesas de forma a assegurar a segurança do banco. Leonel, porém, agora dominado pela Espada de Gukiraki, não vê tanta segurança assim e diz fala que “nós, Goblins, invadiríamos isto cedo ou tarde”, no que a mulher retruca, dizendo que os Goblins caíram justamente depois de uma tentativa infrutífera de invasão a Babos. A espada protesta e repete exaustivamente na mente de Leonel que seria tudo mentira. Impressionou a todos, porém, a ameaçadora defesa aérea da cidade, formada por Wyverns montados por dwarves fortemente armados e que carregavam ainda sob seu dorso dois halflings de artilharia.

Já Yekaterina caminha por Zarik para conhecer os hábitos, leis e organizações locais, lideradas pelo Rei Klaus XXXIII. Os demais procuram um local onde possam repousar e se alimentar.

Encontram uma taverna chamada Moeda de Ouro (que em Dufour os heróis conhecem como Mangos), onde se alojam, acompanhados mais tarde por Yekaterina, em retorno de seu passeio. Pedem da cozinha um prato típico de Zarik chamado Fondue. Todos conversam a respeito de seus planos e Yekaterina revela os seus: retornar aos Barak e convocar seu povo para sua missão; ingressar com eles no conflito da Torre de Lair junto a Dufour e Miséria, depois rumar até Ogarimi e Pierruti em busca de mais fiéis de Tromus na primeira cidade e mercenários, na segunda, e enfim marchar para Biergotten a fim de completar a missão a ela confiada por Godrix, em nome de Tromus.

Todos resolvem se manter unidos e seguir Yekaterina em seus planos, mas passando primeiro em Lebom, a cidade dos elfos do luar, a pedido de Aaron, no intuito de conhecer melhor este povo e buscar oportunidades, o que parecia ser inclusive uma oportunidade de se conseguir bons guerreiros élficos para formar tropas.

Lebom

Voam até Lebom seguindo as direções apontadas pela espada élfica de Aaron; Yekaterina, Aaron e Baudolino utilizando o tapete mágico e Leonel montando a vassoura mágica. Sobrevoam muito mato e floresta densa até cruzarem no alto com uma águia gigante. Notam que estão perto da cidade, que avistam com dificuldade em meio à selva.

Aterrisam e são recebidos por Lazuli, capitão da guarda aérea. O grupo, que percebe que sua chegada se tornou um acontecimento da comunidade, se apresenta e é logo levado a uma audiência no salão real.

Lá encontra o mordomo real, Momash, que pede que todos deixem suas armas do lado de fora antes de encontrarem o Rei no salão de audiências. Percebe a espada de Aaron e pergunta se era ela a Alurdiel, O Flagelo dos Orcs, admirando-se com a resposta positiva. Permite que a arma seja levada até a reunião, inclusive porque ela manifesta tal desejo.

Finalmente são recebidos pelo Rei e todos se apresentam de acordo com os costumes locais. O monarca logo percebe a espada de Aaron, admira e elogia suas linhas, seu fio e sua beleza, e clama sua posse em nome de seu povo, que a construíra, ouvindo a negativa do herói, que alega que Alurdiel o teria escolhido como o Portador da Luz dos Elfos.

Com muita polidez e diplomacia, Aaron manifesta seu desejo de aprender os caminhos dos elfos do luar, bem como a forma de organizarem sua comunidade. Falam também sobre os elfos de Fingolfin e de Luele, que se teriam decaído e se tornado mercenários, desviando das tradições de honra e heroísmo que seu povo considerava adequadas.

Os demais heróis se apresentam e conversam sobre diversos assuntos de Dufour e da trajetória que os levou até ali. Yekaterina fala de seus objetivos de formar um exército para engrossar a resistência na Torre de Lair ao lado das forças de Dufour e Miséria, e de como gostaria de contar com elfos em tal missão.

É travado uma aliança então: o rei abre recrutamento de soldados de seu povo para, sob o comando de Aaron, partirem para a campanha ao lado de Yekaterina.

A reunião então é encerrada e os heróis formem com novas perspectivas.

Alguns dias em Lebom

O grupo passa alguns dias em Lebom. Yekaterina treina suas habilidades com maces com o Grande Mestre Falafelo, enquanto o recrutamento real é publicado e alardeado pela cidade. Aaron passa alguns dias aprendendo magias com conterrâneos.

Enquanto isso, Leonel se encaminha para Ogarimi para recrutar devotos de Tromus para lutar ao lado de Yekaterina e Baudolino ruma com o mesmo objetivo para Pierruti.

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balbi

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