Contos Draconianos

Visitas a Lindomar e Leonel
Descobertas e decisões sobre os próximos passos dos heróis

Mestre: Marcos
Presentes: Heitor, Balbi, Tiquinho

13 de Rubi de 302 E.L..

No ar, a caminho de Lebon, os heróis são atacados por demônios de pedra voadores. Estes atacam as montarias, primeiro o Roca, depois Aladão, mas são abatidos sem conseguir causar nenhum estrago significativo.

No final do dia seguinte (14/04), param o Roca pouco mais de um quilômetro antes de Lebon, seguindo o resto do caminho a pé. Na fronteira são bem recebidos por emissários e avisados que Lindomar, o ancião bibliotecário, os aguardava.

Ao chegarem em Lebon encontram Sindella, que os recebe bem e os indaga sobre a situação de seus reinos, ficando um pouco surpresa em saber que Laio não era mais rei. Ela os conduz até a biblioteca, onde conhecem Lindomar, com quem Leonel tivera longa conversa alguns meses antes.

Este os informa que Leonel estivera recentemente com ele, tendo relatado que o Vortex que ele guarda estava piorando rapidamente, e que ele tinha indícios de que o mesmo acontecia em outros lugares. Yekaterina conta a ele sobre Mal’Gazon e a possibilidade dele estar por trás deste aumento de atividade extraplanar.

Lindomar explica-lhes o funcionamento dos planos (primário, etéreo, elemental), e especula que Mal’Gazon muito provavelmente quer atingir a imortalidade, o que envolve certos desafios e talvez tenha a ver com estas atitudes. Yekaterina o explica que Laio fora capturado e que Mal’Gazon tinha interesse nele, provavelmente ligado à Armadura de Tratus Ro. Lindomar comenta que isto faz muito sentido, já que estas coisas geralmente envolvem artefatos poderosos. Ele localiza um tomo que fala de Mal’Gazon; revela que ele era um bruxo de Dracônia, que veio justamente das escamas. Diz que ele estudou em uma academia de magias muito a oeste de Miséria, agora extinta, que tinha uma vertente mais caótica, chamada Cheemaex (nome do fundador), e que pode ser um outro refúgio dele, além dos três que eles já conhecem.

Ele também os informa sobre o funcionamento dos receptáculos dos Lich: estes, como parte do ritual que os torna mortos-vivos, guardam sua alma, e o Lich só pode ser destruído se seu receptáculo for. Depois, Lindomar entra num salão onde há uma grande esfera semelhante a uma bola de cristal, pedindo para que saiam; ele volta cerca de meia hora depois e lhes diz que Cheemaex, a escola, ainda está de pé, agora rodeada por legiões de mortos-vivos.

Laio pergunta se Lindomar não pode ajudá-los a encontrar a Armadura de Tratus Ro, e ele diz que poderá tentar de novo no dia seguinte, pois o uso de seu item o deixa muito cansado.

Após isto, eles o explicam sobre a maldição do tesouro de Mal’Gazon. Ele diz já ter ouvido de maldições assim. Diz que ouviu uma lenda (de seu avô!) sobre um espírito que mora no fundo do mar de Perruti, que talvez pudesse remover a maldição, pois era uma alma bondosa – mas ele não pode atestar a veracidade desta lenda.

Depois disto, indagado por Laio, ele o direciona à taverna local, Leite de Cobra, onde todos vão beber. Em dado momento Facundo some de vista; Laio e Aziz o vêem ainda conversar com alguns humanos num canto e, depois, sumir pelo resto da noite. Depois disto, Laio experimenta o drink local fortíssimo “leite de cobra” e acaba passando muito mal.

No dia seguinte, Lindomar os informa que encontrou a Armadura, que está em um navio voador dos Air Dogs, rumando para Perruti. Ele também enfatiza mais uma vez como a situação na floresta a sudoeste de Lebon (onde Leonel mantém guarda) está grave; inclusive os mostra dali como já é possível ver trechos devastados da floresta.

Aron tem a ideia de tentar novamente usar a bola de cristal para localizar a Armadura – desta vez com sucesso. Também tem sucesso em localizar o próprio barco dos Air Dogs.

O grupo decide então primeiro passar na floresta para falar com Leonel, depois atrás dos Air Dogs e, por fim, ir em busca do espírito, já que é possível fazê-lo mais ou menos numa só rota. Pegam de novo o Roca nos arredores da cidade e saem.

Eles conseguem navegar com muita dificuldade sobre a floresta até o lar de Volinar, com tudo se alterando a todo momento, mas encontrando-o vazio. Laio então avista Rocas pequenos, aparentemente em confronto com alguma criatura, e os reconhece como sendo os de Leonel; indo em direção a eles, identificam que estão em luta com cockatrices, que são afinal derrotados por um feitiço do próprio Leonel. Este os chama para retornarem ao lar de Volinar, para onde seguem.

Leonel os conta que o vortex tornou a se abrir e que ele, Volinar e mais dois outros druidas tentaram enfrentar a besta que o habitava, mas sem sucesso: os outros dois druidas morreram no processo, ele mesmo e Volimar mal escaparam com vida e, desde então, Leonel quase não o viu. Os heróis o explicam o papel provável de Mal’Gazon nas ocorrências dimensionais, sua origem e o interesse de Mal’Gazon por Laio; ele, então, também explica que a criatura era com certeza um Elemental Ruler da terra e que, por sorte, ele não gostava muito de nosso plano e quase não se aventura por ele; ele e Volinar tem tentado conter as criaturas menores que, estas sim, se aventuram. Os heróis expressam preocupação por sua situação de risco, mas ele, por sua vez, afirma que está preso à floresta, que esta se tornou “seu fardo”.

Leonel prepara uma refeição para eles e, enquanto estão se alimentando, Volinar chega. Conversam a respeito de Mal’Gazon, de quem Volinar já ouvira falar. Contam também sobre Eucaliptos e o espírito, e também sobre a lenda do espírito do mar de que Lindomar falara. Volinar conhece esta lenda e diz que fala-se muito num espírito bondoso que habita cavernas a cerca de dois dias de Perruti, no Triângulo de Cornetto. Ele pessoalmente acredita que este lugar seja uma passagem para outro plano ou mesmo o caminho para o lar de um imortal. Eles também discutem a possibilidade de ressuscitar Troy, o que poderia ser feito com um Raise Dead Fully; Volinar, no entanto, confessa que é incapaz de usar esse feitiço.

Após a refeição, então, eles se despedem e retomam o caminho em direção a Perrutti.

View
Caça aos dragões verdes

Mestre: Tiquinho
Jogadores: Balbi, Fernando, Heitor

Oito de Rubi, 302 d.L.

Todos os heróis, menos Laio, perdido na Necrópole, encontram-se vivos e com saúde na Catedral de Lileia. Eles conversam com Celina, a Matriarca, que, pouco sabendo, tanto sobre a maldição quanto sobre formas de resgatar Laio, sugere que procurem conselho em Lebon, onde há mais chance de alguém ter informação valiosa. Baudolino pergunta onde em Dufour conseguiria relatórios dos ataques do dragão verde que assola a região, para com eles tentar identificar a área onde provavelmente fica seu lar; Celina o recomenda procurar Lamar, chefe da guarda.

Aron procura a espada de Tratus Ro, portada por Laio, com a bola de cristal, vendo Laio dentro de um caixão, repousando. O aposento onde está parece evidentemente estar na Necrópole. Os heróis tentam pensar em uma forma de entrar lá rapidamente para resgatar Laio, mas as grandes chances de erro de um teleporte os desencorajam. Eles então buscam a ajuda de Vega, na escola de magos.

Vega os recebe amistosamente, mas diz não se lembrar ou não conhecer o nome de Mal’Gazon. Yekaterina o explica a situação e pede algum meio mágico de proteger-se dos efeitos negativos do erro de teleporte. Vega diz que esteve desenvolvendo algo neste sentido, mas com o objetivo de derrotar os dragões que andam rondando a região, e diz que os dará quatro poções de gaseous form, contanto que antes eles derrotem os dragões. Baudolino consegue argumentar e convencê-lo de que isto será muito mais simples com Laio junto a eles, e ele permite que eles tentem resgatá-lo primeiro. Baudolino também pergunta se ele tem notícia de algum jovem mago tinha interesse em fazer parte das forças do condado de Porto, e Vega o diz que cerca de quatro deles mostraram interesse e já estão a caminho.

Neste momento, pela janela, eles avistam um dragão verde atacando a região, a alguns quilômetros de distância. Eles requisitam diversos efeitos mágicos de bruxos da escola, preparam-se e são teleportados para o lugar; chegando, Baudolino, com velocidade quadruplicada e voando, desfere quatro poderosos golpes e abate o dragão assim que chega. Ele abra o dragão para ver o que este comia, encontrando um pouco de tudo (vacas, humanos, árvores e granito). Os camponeses agradecem e os heróis partem, com o Know the Path de Yekaterina; eles chamam o Roca (usando o berrante na ponta do Elemental Staff de Aziz) e procuram o lar do dragão verde. O feitiço os leva para noroeste e, após dois dias, dentro de uma floresta, para uma caverna no sopé de uma montanha. No início deste segundo dia eles avistam outro dragão verde no horizonte; novamente ele é rapidamente alvejado, desta vez pelos esforços combinados de Baudolino, Facundo e Yekaterina. Aziz percebe uma pedra preciosa no dente do dragão, um topázio valendo cerca de 500 mangos. Abrindo-o, encontram conteúdo semelhante ao do primeiro.

No mesmo dia Aziz e Aron encontram um rastro de carroça quase se apagando, com cerca de alguns dias. Esta trilha dá numa caverna, com trilhos retorcidos e arrancados, com um carrinho destroçado do lado de fora, indicando que se trata de um sítio de mineração. Numa segunda montanha, um pouco mais alta, Aziz vê uma cauda; mais uma vez sob efeito de feitiço de haste eles o vencem, desta feita com ataques combinados de Facundo, Baudolino, Yekaterina, Aziz e Eneias. Este dragão não tem nenhuma gema ou item precioso consigo.

Eles seguem pela entrada, onde percebem os rastros de ao menos cinco dragões diferentes pela entrada. Após caminharem por algum tempo pegam uma bifurcação, virando à direita, após a qual os trilhos voltam “ao normal”; daí após um tempo, nova bifurcação, o grupo vira novamente à direita; com nova bifurcação, o grupo segue à esquerda, sob orientação do find the path. Eles descem mais ainda e novamente para de haver trilhos; as cavernas se estreitam, de forma que um dragão do tamanho dos que eles enfrentaram teria muita dificuldade de passar. Eles seguem por mais uma série de bifurcações e, após o caminho se estreitar muito, chegam a um tesouro (ver final da sessão).

Agora já sem a orientação do find the path (direcionado ao tesouro de um dos dragões apenas), eles voltam à bifurcação anterior e pegam outra direção, nada encontrando; depois voltam mais uma bifurcação e pegam outra direção, chegando a um novo trecho maior, com rastros de dragão. Chegam a nova bifurcação, pegando à direita; este caminho os leva a um tipo de grande salão, com três buracos parcialmente abertos (com o que Baudolino deduz que as pedras encontradas nos dragões vêm desta escavação). Aron e Baudolino veem algo brilhando em uma destas entradas e Facundo, escondendo-se nas sombras, vai verificar de que se trata. Descobre que se trata de um dragão pendurado, esperando para emboscá-los; ele retorna e informa os demais da emboscada. Eneias, Aron e Aziz disparam vários feitiços de dano e o abatem antes que ele consiga reagir. Havia aí exatamente o mesmo tesouro achado no outro compartimento.

Quando retornam por outro caminho, são emboscados por um quarto dragão; este também cai fulminado por feitiços de Aziz, Aron e um golpe de Yekaterina; antes de morrer ele ainda consegue usar um feitiço de web, obrigando os heróis a ficarem mais de uma hora presos. Após isto eles pegam outro caminho ainda não tomado, encontrando mais um tesouro em igual quantidade ao anterior. Refazendo os caminhos, encontram ainda outra porção igual do tesouro.

(Tesouro total: 188.000 pratas, 60.000 mangos, 10.000 ep, 24 gemas mais uma especial num total de 125.400 gp e 20 joias num total de 176.500; tesouro no valor de 79.985,71 mangos para cada)

XP da sessão: 576.275 (82.325 para cada)

View
Post Reservado - Tiquinho

Reservado para sessão mestrada por Balbi e anotada por Tiquinho.

View
A Necrópole
A queda do conde e do dragão

Mestre: Fernando
Presentes: Marcos, Tiquinho, Heitor, Balbi

Cinco de Ruby 302 d.L.
(05.04.302)

A Necrópole nas Montanhas

Os heróis chegam finalmente à Necrópole onde foram enterrados os Heróis das Guerras Dracônicas, depois de enfrentarem espíritos que rondavam o local. Dormem aos grandes portões do maior e mais ornado mausoléu do local.

Acordam, se preparam e logo Facundo começa a analisar as três grandes trancas que guardam a entrada. Abre a primeira tranquilamente; a segunda também, mas é logo acertado por um espinho envenenado. Consegue abrir a terceira, mostrando que é bom, mas cai inconsciente.

O grupo entra, com o forte Aziz carregando o desfalecido Facundo. E desce uma grande escadaria. Chega em uma uma sala ampla, com uma runa imensa pintada no chão de pedra com o teto a 6 metros de altura.. De repente Laio de sopetão investe contra Yekaterina e ataca com feroz golpe de espada que lhe talha parte exposta no quadril, caindo ao chão. Baudolino sem espada se atraca com Laio e consegue imobilizá-lo, já ficando nítido ao grupo que o símbolo no piso que deixara o Duque confuso. Yekaterina tenta paralisar o guerreiro com magia; Aron tenta cancelar o encanto maligno, mas ambos falham.

Todos os demais então passam a ajudar Baudolino na imbolização e conseguem segurá-lo. Yekaterina utiliza um cureall e desfaz o feitiço sobre Laio, que alegou ter visto seus companheiros como zumbis e outras criaturas das trevas.

A sala, grande, tem muitas runas espalhadas ao chão e é pensado em como evitá-las e seguir caminho, mas parece complicado. Aron tenta o caminho mesmo assim e acaba também se voltando contra o grupo sob o mesmo feitiço que agira sobre Laio. Prepara-se para soltar uma magia contra os companheiros. Yekaterina faz silence sobre ele mas falha. Aziz cria uma Wall of Ice com seu cetro, que é derretido no centro com a fireball evocada pelo elfo.

Laio utiliza um scroll of protection from magic e todos se concentram em sua área de efeito, conseguindo se proteger a tempo de um icestorm do elfo. Passam por cima das runas em direção ao comendador e se atracam com ele – exceto Laio, para manter os efeitos do pergaminho – imobilizando-o até que Baudolino sufoca-o até a inconsciência com um mata-leão.

Uma Nova Tentativa

O grupo se acomoda entre as runas e uma porta com algo escrito em cima. Em algum tempo o elfo volta à consciência mas ainda agressivo. À tarde Facundo acorda e passa a investigar a porta, sendo afetado por alguma magia que o faz cair desfalecido ao afastar o pó sobre uma inscrição no chão. Yekaterina analisa seu corpo no chão e percebe que dormia.

Aziz faz um ice storm nas runas para destruí-las e aparentemente as danificou, mas ainda mantiveram-se identificáveis. Segue com um fireball e racha um pouco mais a pedra. Usa ainda o wand of fireballs e desta vez destrói as inscrições por completo.

Descansam e fazem turnos de vigia do lado de fora do Mausoléu. Facundo acorda quase no meio da noite, sem sono, e acompanha os turnos de Yekaterina e Baudolino, durante o qual uma cobra cascavel gigante surge e ataca o guerreiro, mas erra o bote, acordando Aziz e Laio, que destroça o animal no chão um golpe certeiro como se esmagasse um mosquito e volta a dormir, sem nem lembrar do ataque no dia seguinte até ver todos comendo a carne do animal pela manhã. Aron acorda mais tarde infelizmente ainda sob o efeito da confusão e se prepara para realizar magia sobre o grupo, no que Laio parte para cima e imobiliza o elfo, no que Yekaterina faz um cureall que o traz de volta à normalidade.

Facundo tenta destrancar as fechaduras da entrada do mausoléu que voltaram a se fechar, evitando a armadilha desta vez, e consegue arrombar duas das três fechaduras; a terceira é arrebentada por Laio. Seguem sala adentro e o ladrão tenta desativar as runas máginas e consegue, raspando a pintura do chão, mas não consegue abrir o portão de aço.

Todos passam a atacar a porta para derrubá-la, com um barulho absolutamente ensurdecedor que deixou Enéas surdo. Seguem com a porta arrebentada e chegam a outra sala semelhante, mas sem runas. Facundo inspeciona o ambiente e descobre mecanismos que farão uma parede descer bem no meio da sala e outra em frente à porta que ficou para trás. O ladrão escala a parede e, seis metros acima do chão, tenta desarmar o mecanismo. Não consegue e é esmagado ao meio.

O grupo passa a tentar levantar a parede movediça usando seus instrumentos com alavancas, calçando com uma pedra, mas não muito alto; o suficiente apenas para retirar o corpo de Facundo. Passam mais tempo levantando o paredão, calçando mais alto com a porta de aço derrubada, até que conseguem passar para o outro lado.

Aron percebe os mecanismos e parece que há outra parede ainda. Laio se apressa e corre para frente, acionando outro paredão que cai, ao mesmo tempo que das paredes laterais do aposento cai reboco, revelando seteiras com humanoides do lado de dentro, aparentemente recitando magias. Baudolino corre para cima e acerta um.

Yekaterina se move para fazer magia mas é paralisada por magia; Eneas cria magic missiles e ataca aquele já ferido por Laio, que vira fumaça, conforme percebeu Baudolino, que ficou confuso com outra magia feita sobre o grupo, assim como Aziz, logo antes de um ice storm acertar todos, derrubando Aron; prenúncio de outro forte ataque das seteiras do outro lado, com cloud kill.

Enéas revida lançan do um fireball através das seteiras. Mais magias são feitas, ferindo o grupo e derrubando Yekaterina. Enéas parte em corrida de volta carregando o corpo de Aron; Baudolino segue carregando o corpo de Yekaterina. Chegam rápido à porta e percebem-se cercados por wraiths por todos os lados e resolvem se proteger com Protection from Evil, exceto Baudolino, no mesmo momento que surge do meio da necrópole um gigante negro, opaco, um night walker.

O Dragão Dourado

O grupo é atacado pelos wraiths, que focam Baudolino, desprotegido, decolando de tapete voador. Consegue defletir os ataques e, acuado, convoca o dragão dourado que conheceram há pouco, que é sumonado instantaneamente, sendo prontamente atacado pelo night walker, general do exército morto do Lich, que aponta seu dedo da morte, sem sucesso. Troy deu uma baforada em retorno sendo atacado por muitos espíritos em seguida.

Baudolino usa scroll of protection from Undead para se proteger. Eneas faz fireballs nos wraiths, revidando e Baudolino atira com seu crossbow, errando a grande e escura criatura. Troy estoura um fireball perto de si, valendo-se de sua imunidade e matando os 15 wraiths, que viram fumaça. O Night Walker revida e aponta novamente o dedo, que fulmina o dragão no mesmo momento.
Baudolino usa scroll of protection from Undead para se proteger.

Enquanto isso, do outro lado do muro, uma outra porta se revela e dela muitos, muitos zumbis surgem avançando ameaçadoramente. Laio se prepara para enfrentá-los e mata vários, que parecem infinitos, decepando em grupos de 10, até que é atacado por magias de vampiros, que o transformam em um sapo, colhido por uma deles, que o mata depois de drenar levels.

View
Uma proposta de Lebon e o ataque do dragão verde

Mestre: Pedro Siqueira
Presentes: Heitor, Fernando, Balbi

Para conseguir levar os escravos comprados dos Equicephs e libertados em segurança de volta para casa (40 dos sobreviventes de Riamonte e 7 elfos de Lebon) os heróis decidem dividir os sobreviventes: Aron e Aziz voam na frente com o Roca, levando 20 dos sobreviventes (os 7 elfos e 13 outros) em direção a Lebon, enquanto os demais seguem a pé. De lá eles podem resolver o que fazer.
Chegando ao fim do dia, a cerca de 12 milhas de Lebon, Aziz pousa o Roca e Aron segue sozinho, sob um feitiço de vôo, para negociar a entrada dos demais na cidade. Ele é bem recebido pela guarda, que chama Sindella; Aron explica-lhe toda a situação. Ela fica um pouco preocupada com a presença dos Equicephs, mas acaba preferindo apenas reforçar a guarda; também aceita com tranquilidade abrigar os refugiados. À noite o rei de Lebon chama Aron e lhe pede que ele e os demais eliminem os Equicephs, pois ainda julga que eles possam ser uma ameaça; Aron mostra-se relutante, mas acaba negociando a ajuda do grupo em troco de auxílio dos elfos e dois terços do tesouro que encontrarem.
Enquanto isso, os outros heróis e sobreviventes estavam montando acampamento quando avistaram um grande dragão verde. Eles conseguem se espalhar, de forma que o bafo de gás atinge apenas cinco dos sobreviventes, que morrem na hora, e Enéias, que sobrevive; o dragão tem apenas tempo de tentar atacar Baudolino antes de ser abatido por ataques dele, Laio, Yekaterina e um feitiço de Enéias.
No dia seguinte, Yekaterina usa o feitiço “know the path” e localiza o lar do dragão. Como este está muito longe, decidem deixar os refugiados em Lebon antes de procurar o tesouro. Aron e Aziz retornam com o Roca; com as baixas, em uma única viagem eles conseguem levar os 22 sobreviventes, com um pouco de esforço. Chegam em Lebon sem maiores problemas ao fim do dia.
Lá discutem se devem aceitar o acordo que Aron costurou com o rei, com Laio e Yekaterina reticentes, ela porque não vê muita vantagem, ele porque acha que os Equicephs não gostariam disto, que seria um tipo de traição:
“Eles vão ficar aborrecidos, mas depois eles vão morrer”, respondeu Baudolino.
Depois de um pouco de discussão Laio acaba convencido de que é melhor matá-los antes que escravizem mais pessoas, mas Yekaterina ainda não. Eles decidem então primeiro buscar o lar do dragão e depois pensar se aceitam ou não a proposta.
Dormem em Lebon e, no dia seguinte, partem na direção do lar e, ao chegarem perto, Yekaterina usa novamente o feitiço. Eles encontram sem dificuldades adicionais uma caverna, onde está o tesouro do dragão: uma poção de levitação, um scroll de “resist fire” (clérigo 2º nível), 87.000 pratas, 30.000 ep, 6 cristais (70 mangos), 3 topázios (500 mangos), 7 opalas (1.000 mangos), 1 tristal (10.000 mangos), 1 amber (100 mangos), 1 rubi (5.000 gp). Eles põem 2.000 ep no bag of holding (que já está com 7.000 mangos), 26.000 ep no barco do Roca, pegam as gemas e deixam o resto. Com o tesouro, partem para Muriel para deixá-lo lá.
No caminho de volta, no segundo dia, durante uma parada para o almoço, Baudolino e Laio são encantados por vozes distantes e se dirigem a elas; os demais as seguem até um grupo de 5 harpias, que atacam. Apesar de serem brevemente surpreendidos pelo uso de alguns feitiços das criaturas, os heróis rapidamente as despacham. Pegam o tesouro, mas a única coisa que valia a pena era um broche no valor de 1.000 mangos.
O resto da viagem segue tranquilo e o grupo chega a Muriel no terceiro dia. A cidade está com as ruas quase vazias, inclusive com a guarda ausente, claramente ainda sofrendo os efeitos da maldição, cada vez pior.

XP: 7.191 para cada.
Tesouro: 6.337 mangos para cada.

View
Em busca dos sobreviventes de Riamonte

Mestre: Pedro Bretas.
Presentes: Heitor, Balbi, Pedro Siqueira, Fernando.

(data a definir) Em Muriel, uma mensagem chega num pássaro correio para Baudolino, de Judith, avisando que o povo de Riamonte, que deixara a cidade, fôra capturado e levado para a cordilheira das escamas.
Baudolino, Aron, Yekaterina e Laio discutem o que fazer quanto ao Lich e à maldição. Decidem que têm que ir em busca do Lich, mas que têm que, antes disto, pegar o dinheiro amaldiçoado de volta. Yekaterina sugere fazer uma cerimônia com o sacrifício de um grande animal para chamar a população e devolver o dinheiro, que será reposto por recursos do reino (fazer as contas depois). Laio, Aron, Baudolino, Eneias, Aziz e Tomazo vão atrás de uma manada de elefantes; encontrando-os, conseguem transformar 8 deles em cágados.
O ritual é uma espécie de “farra do elefante”, com o mesmo sendo revertido à sua forma e avançando rumo ao povo, mas prontamente morto por Aron, Yekaterina e Laio, com Baudolino cortando a jugular do cadáver; recolhido o sangue, a população vai depositar o dinheiro amaldiçoado, o que leva até às 15 horas do dia seguinte. Apesar disto, nem todo o dinheiro é recolhido. Aron e Enéias orientam seus soldados de elite a recolher o dinheiro restante da população em sua ausência. No dia seguinte partem Laio, Aron, Yekaterina, Aziz, Baudolino e Enéias.
Com um dia de viagem passam por um lugar que Aziz identifica como entrada no labirinto onde tinham estado há pouco tempo. Eles marcam o local para voltar depois.
Mais tarde no mesmo dia percebem um movimento atípico na areia, abaixo de onde estão. Um Ice Storm de Aron revela que se tratavam de dois escavadores de dunas, espécie de verme gigante. Após uma rodada de combate, conseguem transformar ambos em cágados. Viajam mais um pouco e montam acampamento; a noite corre tranquila, exceto por uma brincadeira de Yekaterina em sua troca de turno.
No dia seguinte são emboscados por aranhas gigantes de um olho só, aparentemente feitas de pedra. Elas são facilmente derrotadas, uma pelo “dedo de Tromus” de Yekaterina, a outra, devorada pelo Roca. Os heróis tentam encontrar o lar das criaturas, mas não conseguem.
Mais tarde alcançam a floresta de Lebon (que ainda está se alterando constantemente, embora menos) e a sobrevoam, tentando encontrar algum ponto de referência do alto, antes de descer. Localizam um bom local e descem, Aziz ficando com o Roca. Aron procura rastros, encontrando marcas de cavalo pela trilha e de foice nas árvores, a cerca de dois metros do chão (como se alguém marcasse o caminho). A floresta está muito densa e o grupo tem dificuldade em seguir as direções de Judith e saber onde é o norte.
Aron usa a bola de cristal para procurar pelas roupas de Judith; as vê jogadas no chão, na caverna de Eucalipto.
Decidem então seguir a trilha dos cavalos encontrada por Aron. Pouco depois Laio e Yekaterina escutam vozes e cascos cercando-os; também escutam sussurros falando em “pegar mais escravos”. Laio solta várias bravatas chamando-os para o combate. Surgem do mato cinco criaturas humanóides com cascos no lugar das pernas e cabeças de cavalo, armados com foices. Os heróis os derrotam com relativa facilidade, apesar de Aron sofrer alguns ferimentos mais graves (que Yekaterina trata).

XP: 1200 para cada (sem contar bônus de prime requisite).

View

I'm sorry, but we no longer support this web browser. Please upgrade your browser or install Chrome or Firefox to enjoy the full functionality of this site.