Contos Draconianos

A Reuniao em Godrixia

Aron esntra na maior porta da torre principal do forte dos hobgoblins em que foi aprisionado, ele segue por um túnel de pedra bem esculpido até u certo ponto, e depois passa a ser rocha bruta. Ele está invisível. Dentro ele vê aproximadamente 20 hobgoblins que mantem muitos prisioneiros humanos (os humanos que mineravam para Nova Gardack). Também vê Arnela (a lider élfica de Nova Gardack ).
No pátio do forte, Aron vê o lider dos hobgoblins que está em frente a uma mesa de pedra escrevendo algo. Aron volta o caminho. Ele resolve testar uma porta onde ele acredita que suas coisas estão guardadas. Ele sobe uma escada por fora da torre principal e vai até uma porta de metal. Testa ela bem devagar e nota que ela está trancada. Voltando pela escada, se depara com um hobgoblin subindo e esbarra nele. Logo ele tenta um ataque. Aron cai da escada e se afasta, busca uma área menos movimentada e se teleporta para Nova Gardack.
Em Nova Gardack ele encontra os elfos reunidos. Cindela o elfo 2º em comando e que tem um comportamento afeminado, está falando aos elfos na tentativa de liderá-los contra os hobgoblins e resgatar Arnela. Aron se aprocima e fala que conseguiu fugir da prisão hobgoblin. Cindela manda chamar Lorfeu um halflin que conhece bem a tribo hobgoblin dos Zirtane . Eles costumam fazer prisioneiros para usalos nas guerras de dominação. Eles são liderados por Darco – o pacificador. Aron decide por voltar a Godrixia e pedir por ajuda. Resolve voltar de barco em uma das linhas de comercio de Baudolino que demoraria +- 8 dias para passar em Nova Gardack e mais 4 dias para chagar em Godrixia. Enquanto espera pelo transporte, Aron Começa a reescrever um novo spellbook (todas as magias de 1º e 2º nível.

Leonel ao, tentar elaborar sua bola de cristal, falha e precisa consegur mais da ceiva. Ele resolve então voltar ao local do Cedro-Rei para colherat mais ceiva para a elaboração da bola de cristal. Ele se teleporta para o local da arvore e busca o druida Volinar que cuida da arvore mágica. O Volinar diz que o portal interdimensional se reabriu e que a ceiva não estaria disponível para Leonel. Leonel então vaiaté Dufour em busca da ajuda de Vega. Na conversa com Vega ele fica sabendo de outros portais que estão abrindo por toda Dracônia. Leonel pede a Vega que feche novamente o portal para que a seiva esteja disponível e o próprio Leonel tentaria elaborar sua bola de cristal. Ambos se teleportam para a floresta em busca de Volinar e do Cedro-Rei. A principio a arvore não está no lugar onde estava da ultima vez. Eles levitam e buscam procurar o Cedro-Rei do alto. Após algum tempo, eles avistam uma clareira, que não se parecia com a clareira onde estava a arvore. Ambos ficam invisíveis e se aproximam. Mais perto eles reparam que se trata de uma tribo de centauros. Leonel fala para Vega dar cobertura a ele, e que ele tentaria contato com os centauros. A principio os centauros não falam em comum. Apenas seu líder, que se chamava Jafe, falou com Leonel. Ele usava um anel que chama a atenção de Leonel por ser mágico (a espada goblin portada por Leonel tem poderes para identificar itens mágicos) Leonel pergunta a eles sobre o Cedro-Rei e sobre Volinar. Jafe fala que de tempos em tempos Volinar passa na tribo. Quanto ao cedro-rei, eles não sabiam, dado que a floresta estava sempre em moviento. Jafe foi bastante antipático com Leonel e pediu para que a localização da aldeia ficasse em segredo. Jafe fala que diriá a Volinar que Leonel estava o procurando e fala para encontrar Leonel perto de uma queda d’agua em 3 dias. Leonel não foi aceito para passar esses 3 dias na aldeia. Leonel concordou. Ele volta na direção de Vega. Eles conversam um pouco e então Vega convence Leonel a atacar a aldeia e dividir possíveis tesouros que existirem.
Leonel e Vega promovem um verdadeiro massacre na aldeia centauro, sobrando apenas 4 adultos e 10 crianças que fugiram pela floresta. No meio da confusão Leonel vê dentro de um tronco de arvore que se destaca no meio da aldeia, muitos tesouros que tem aparência de ser itens élficos.
Itens: 6000 Pratas , 3000 Contos , 1000 pp , 1 cinto (7500 gp) , presilha (3000 gp), 2 pés de coelho (3000 gp) , locket (??) (3000 gp) (gravado com um rosto élfico usando uma tiara), colar (4000 gp) , pingente (4000 gp), 4 folhas de ouro com formato de cedro (5000 gp cada), 2 folhas de ouro (7500 gp cada) , 1 folha de cedro (4000 gp) , tiara (igual a representada no locker) (50000 gp), corrente de ouro 3000 gp, 2 tornozeleiras (2500 gp cada ) , 1 pé de coelho (5000 gp) , pingente (5000 gp) , btoche (3000 gp), pingente (10000 gp ), anel (15000 gp) , anel de wish (1 carga), chainmail + 2 (remove curse), elven cloack.
Enquanto Leonel e Vega analisavam o tesouro, eles são cercados por fantasmas ao redor da clareira. Vega chama Leonel para fora do tronco de arvore onde está o tesouro e derrepente se cala. Leonel começa a passar mau e ter vertigem. Ele tenta escapar voando quando é atingido por flechas e cai morto.
Após um tempo, Leonel ressucita. Vega usou o anel de wish.Eles entenderam que o tesouro era amaldiçoado. Leonel pensa em levar o tesouro mesmo assim. Também pensa em ir até Lebon para saber mais sobre o tesouro. Vega lembra a Leonel de não comentar sobre o massacre e também que a floresta presenciou o acontecido. Leonel resolve então voltar pra casa em Godrixia.

Laio está em mais um dia de “farra” em um bar em Godrixia já de manha. Der repente uma pequena confusão chama a atenção na porta do castelo. Tratava-se de uma mulher que teve o filho codenado por Yekaterina, por praticar outra religião diferente da de Tromus. Tratava-se da religião de Fortuna. Laio ainda bêbado e de ressaca ouve a mulher, pede o Aladão e vai de encontro a Yekaterina. Baudolino também fica sabendo do acontecido através de um cervo que estava queimando seus apetrechos religiosos de Fortuna para não ser condenado. Também toma partido e vai de encontro a Yekatarina.
Laio chega primeiro e presencia um jugamento acontecendo no templo de Tromus. Laio entra no templo adentro montado no pegasos e interrompe o julgamento enfrentando o juiz de fora. Yekaterina, então começa a discutir com Laio. Baudolino chega nesse meio tempo e entra na discussão. No final o julgamento é realizado. Nem Baudolino , nem Laio gostam do que viram. Baudolino propõe que as cidades sob sua liderança tivessem liberdade religiosa.
Algum tempo depois, Aron e Leonel chegam em Godrixia. A data é perto da virada do ano em 30 de Negro. O grupo decide em fazer uma festa em comemoração ao novo ano. È organizado pelos fieis a Tromus uma procissão que sai do centro da capital de Godrixia até o templo passando pelas principais ruas. E no final acontece uma missa e um sacrifício.
Outros tipos de comemoração envolvendo outras religiões estão pribidas por Yekaterina, porem Baudolino descobre algumas familhas fazendo pequenas celebrações e avisa a Laio. Laio se anima e vai até uma dessas famílias para comemorar também. Chegando perto da casa, Laio escuta uma pequena cantoria e se lembra de sua família cantando essa canção também. Ele bate na porta. A porta se abre e quando a família se dá conta de quem esta a sua porta fica bastante assustada e preocupada. Laio se convida para a reunião e entra. Eles almoção e então Laio parte para a rumaria de Tromus.
Já no fim da cerimônia durante um grande banquete a céu aberto na cidade, um pequeno rebuliço chama a atenção do grupo. Então começa uma correria. Trata-se de pequenas criaturas (kobolds) um deles vestindo uma armadura dourada. Eles estão atacando a população e chegam a matar 60 cidadões. O kobold líder chgando perto do cetro de uma praça saca sua espada e grita : “Rendam-se a Maling ou sentirão a fúria de Mal’Gazon”.
Leonel lança uma fireball nele e mata os kobolds que estavam em volta. Laio luta com alguns, Aron usa magia contra outros e logo poucos kobolds sobram e saem correndo.
Leonel reconhece o nome Mal’Gazon. Trata-se de um mago que teria feito um imenso e lendário golem. Leonel captura um kobold e lê sua mente. Ele consegue ver que existe um kobold maior e que ele parece ter muitas riquezas. Ele vê também que existe uma passagem em uma montanha (uma caverna) bem apertada para um kobold e que dá acesso a uma torre perto do litoral. Em seguida o prisioneiro é morto.
Após a cerimônia, Aron fala sobre suas dificuldades com os Orcks e pede ajuda ao grupo a resgatar Arnela.
Obs: foi definido Vega no nível 26.

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O Vortex

Mestre: Heitor
Jogadores: Balbi, Marcos, Fernando, Pedro.

O Caminho Pela Floresta

O grupo viaja por uma noite e um dia até as cercanias da Floresta de Lebon, onde pernoitam sem problema. No dia seguinte adentra a mata a pé em busca do Cedro-Rei. Yekaterina, através de magia, conversa longamente com as plantas em busca de pistas. Descobre assim que a floresta tem mudado muito assustadoramente recentemente, com uma invasão de criaturas estranhas, algumas feitas de cristais e rocha inclusive, e que até a vegetação estava bastante diferente.

Floresta adentro, enquanto conversava com uma enorme jaqueira, Yekaterina é alertada sobre um ataque que surpreende o restante do grupo: quatro basilisks; criaturas que o grupo já derrotara antes, podendo se precaver de seus olhares petrificadores. Foi uma vitória fácil que maravilhou a árvore amiga, que prontamente indicou o resto do caminho ao Cedro-Rei, contornando um relevo no planalto da floresta.

Leonel, buscando o lar das criaturas, analisou seus rastros, mas percebeu que os mesmos sumiam e apareciam de maneira estranha, como se os basilisks ora estivessem, ora não estivessem em contato com o chão, em diversas direções; tão erráticos quanto os caminhos seguidos por Yekaterina que não pareciam levar a lugar algum, mas levavam. Aron se lembra que já viu coisa semelhante no deserto, que julgava ser inteferência planar, de acordo, inclusive, com a profecia do estranho livro encontrado na Torre de Lair.

Chegando mais próximo ao Cedro-Rei, desta vez com a ajuda de maritacas, contactadas por Yekaterina através de magia, o grupo percebe que ele se situa em uma área diferente, com fauna e flora um tanto diversas do resto da floresta, mais condizente com o resto da vegetação desta porção do mundo. Aron, utilizando o scroll of mapping, percebe que a região se move erraticamente pelo espaço junto com a árvore a encontrar.

Chegando finalmente ao Cedro-Rei, imenso, com potes colhendo a seiva bem espessa que pinga de sua madeira, encontram Volinar, o druida, que conversa longamente com o grupo a respeito dos fatos da floresta, mostrando-se positivamente surpreso de terem encontrado o local.

Leonel deduz que a árvore é mágica e está lá com o propósito de selar o portal de onde viriam as interferências na floresta. O druida confirma, completa que o portal levaria para um plano elemental da terra e em seguida toca o tronco e profere palavras sagradas que fazem o Cedro-Rei se abrir e revelar o portal em seu processo de abertura, de coloração amarronzada, do tamanho de um homem, no enorme espaço dentro de si.

Volinar revela que um bruxo muito poderoso auxiliou a fechar novamente o vortex depois que cedric, o druida seu antecessor, pereceu ao negligenciar a manutenção do portal selado, alertando assim sobre o perigo da terrível criatura do outro lado do portal. Segundo ele, a entrada para este mundo termina de se abrir em 19 dias, quando a seiva, em formato perfeitamente redondo, deverá ser utilizada para selar novamente a passagem.

Com auxilio de Aron e Leonel o grupo se teleporta novamente para Godrixia, exceto o próprio mago, que fica com o druida no local para estudar a situação, revisitando Lebon durante seus dias ali.

Lindomar, o elfo reservado

Na biblioteca, procurando mais informações sobre outros planos, vortex e portais, Leonel encontrou muitos livros em élfico e biergotense; muita coisa sobre magia, mitologia e artefatos também, além de material sobre a greografia e religião do Império.

Ali mesmo conhece melhor Lindomar, um historiador de Lebon, que puxa assunto. O papo acaba na taverna, onde bebem do bom vinho lebonense e conversam a respeito de muitas coisas do passado; tão remoto para Leonel mas tão vívido e brilhante para o elfo, que revela ter 600 anos.

Sobre a história de Lebon, diz que a cidade fora fundada por elfos refugiados da tirania dos dragões. Bambi, um herói élfico, derrotou o dragão verde que dominava o local cerca de 100 antes da Era de Liléia, quando as coisas tinham, segundo o saudosista Lindomar, uma magnitude maior, pois atualmente não há nada que una e motive seu povo.

Sobre o evento do vortex da floresta próxima, Lindomar diz que conheceu Cedric antes de sua morte no episódio que ocorreu nas primeiras décadas do início da Era de Liléia e que houve uma expedição liderada por um bruxo humano para conter a ameaça extraplanar, de cerca de 30 metros.

Marcus Augustos era seu nome, e não conseguiu derrotar a criatura, que seria afetada de forma mais visível por magias de ar. O mago teria conseguido paralizar o monstro e enviá-lo de volta para o outro mundo através de uma magia chamada Gate.

Leonel aciona Vega

Leonel gasta mais uns dias em Lebon e depois de sete dias se teleporta até Dufour atrás de Vega, seu ex-mestre, para pedir o texto da tal magia capaz de resolver a questão interplanar. Encontra o discípulo de Lair aparentemente preocupado, debruçado em livros, um tanto impaciente e absorto. Mostra-se, porém, bastante impressionado pelos feitos que ouviu a respeito mago de seu interlocutor.

Conversam a respeito da ameaça interplanária próxima a Lebon e sobre a magia Gate, que ainda é muito poderosa para ser executada por Leonel. Vega demonstra estar bem consciente dos demais planos interferindo no mundo, ou pelo menos em Dracônia. Revela inclusive um mapa com vários pontos assinalados onde haveria portais interplanares: um a oeste da Cordilheira da Espinha, um a sul do Deserto de Lamar e outros pontos espalhados.

Vega diz que o Gate pode fechar o portal, ainda que possa demorar menos para reabrir do que se selado com a resina do Cedro-Rei. Diz que pode ajudar, com a ajuda de custo de 4.000 mangos.

O Fechamento do Portal

Depois de 19 dias do encontro com Volinar, aos 25 dias de dourado, Vega e Leonel se teleportam para junto do Cedro-Rei e o primeiro realiza a magia Gate e o vortex dentro da árvore se fecha, mas a floresta não volta ao normal imediatamente. Segundo o druida isso se dá aos poucos, ciclicamente.

Volinar promete dar a seiva esférica a Leonel, para que possa finalmente criar seu item mágico, mas apenas depois de decorridos 60 dias, caso tudo ocorra bem e o portal não volte a reabrir.

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Conflito em Nova Gardak
Leonel vai à Lebon em busca dos meios para fazer sua bola de cristal. No futuro, Baudolino inicia a rede de espiões de Godrixia; Gardak é atacada.

Sessão de 12/05/13
Mestre: Balbi
Jogadores presentes: Fernando, Pedro e Marcos

NOTA: A viagem de Leonel ocorreu anteriormente aos eventos do log O Massacre da Vila Troll. Os demais eventos após este log.

Leonel planeja fazer uma bola de cristal. Para isto, descobre que precisa encontrar uma esfera perfeita na natureza. Entre as opções de material existem:

1) pérolas, com as nereidas e tritões da Baía das Escamas;
2) a seiva condensada de árvores próximas a Lebon;
3) esferas de vidro condensado, no fundo do Deserto de Lamar;
4) no planalto, da grande cordilheira, onde existe um acúmulo de quartzos.

Escolhe a segunda opção e vai à Lebon, de vassoura. Já no primeiro dia, pega uma tempestade sobre a Baía das Escamas. Observa um Storm Giant, que é a causa da tempestade. Segue viagem, dorme em saliência da cordilheira. Na descida até Lebon, já próximo ao crepúsculo, explora vale em busca de abrigo, vê três longhalls, um destruído, um em chamas e outro inteiro. Ao se aproximar, esbarra em Troll à espreita. É capturado e levado para a contrução restante. Lá, vê outros Trolls, incuindo o líder, Troll de 6 metros de altura! Consegue diante de todos se teleportar para fora e ataca os demais. Eles o ferem e forçam-no a bater em retirada, sem, contudo, a vassoura, que perdeu ao ser atingido por um pedregulho atirado contra ele durante a fuga. Vê a vassoura ser pega por Athorvani, o líder Troll. Esconde-se na encosta e teleporta-se para o alto de uma torre, que chamara sua atenção durante sua estada em Lebon. É imediatamente capturado pelos perplexos sentinelas elfos que guardavam a Torre, sendo enfeitiçado por um [[:hold person]].

Leonel é levado à sala, desequipado, aglomerando arqueiros até que entra travesti, de 2,20m de altura, com armadura “drag”, que o interpela sobre o que fez e o que quer. Leonel se identifica e é mantido sob custódia por Sindella, nome do travesti, chefe dos guardas da torre, Até ser visitado por um dândi da corte. Este enviado após ter sido esclarecida a identidade de Leonel se desculpa e pergunta se precisa de algo. Leonel pede para ter ser seus ferimentos tratados.

Trazem druida humano, que o cura. Leonel pede a ele informações sobre a seiva. Druida é o guardão do Cedro-Rei. Diz que a seiva é utilizada para saciar e manter dormente monstro ancestral. Leonel pergunta onde fica a árvore. Esta ficaria descendo o rio, mas druida entende que a descoberta o local exato será um teste para Leonel. Volinar, o druida, diz que o aguardará lá.

Leonel se encontra com Círdan, que também pede desculpas pelo tratamento, mas explica o protocolo para entrar na cidade. Falam sobre o Cedro-Rei, explicando que Volinar segue os caminhos da Natureza. Explica ainda que besta habita outro plano e que a cada dois meses Volinar ressela o portal com a seiva e que lembra que o druida anterior perdeu a vida ao negligenciar a tarefa por quatro meses, resultando na destruição de extensa área dos arredores.

Baudolino vai ao porto à procura de pessoas que possam organizar redes de espiões. A melhor opção é Robson, o Fuinha, que é um atravessador que está rapidamente enriquecendo. Espera a maior parte do dia, presenciando um ambiente cada vez mais violento com o cair da tarde e início da noite.

Robson chega com empregados e um carregamento. É ostentador e faz muito mais dinheiro no comércio do que Baudolino. Convida este para sua casa e fumam um cachimbo, que turva a mente de ambos. Conversam até serem interrompidos pelos capangas de Robson, que trazem um bandeira vermelha espancado. Este cobrava proteção dos mercadores.

Baudolino e Robson entendem que é melhor que o bandeira vermelha seja liberado, mas Robson admite que planejava matar o soldado, pois este cobrava “proteção”, um costume antigo de Perrutti, onde organizações como os Bandeiras Vermelhas se formam para exercer extorsões deste tipo.

Baudolino fecha um acordo com Robson de isenção total de tarifas em Muriel. Em troca, obteria lealdade e informações de Robson, que será leal no seu próprio entendimento distorcido.

Em poucos dias, aborda Iacobus, cortesão de sua facção e o recruta para organizar uma segunda rede de espiões, em troca de terras e o direito de ter tropas – ou seja, concede a ele um título de nobreza!

Aron vai a Nova Gardack, conversa com Sinella sobre o crescimento da população humana de garimpeiros e o imediatismo destes. Ela se preocupa, mas entende que sua função é outra, não agindo sobre este assunto.

Aron vai então até os assentamentos, que têm apenas dois elfos, sendo o restante basicamente de humanos, divididos em bandos desconfiados, miseráveis e famintos.

Aborda um dos elfos, Elodrim, que tem espírito aventureiro o suficiente para se aventurar naquele local. Aron pergunta sobre a miséria local, mas Elodrim desfaz do desejo de melhorar as condições dessa população.

Estão debatendo o assunto quando Elodrim é levado por uma quimera, que é atacada pelos guardas de Aron. Logo surgem mais duas quimeras, juntamente com um bando de hobgoblins montados e muitos lobos. Os cinco soldados de Aron morrem todos no combate e Aron é preso com um hold person, sendo drogado em seguida, por um hobgoblin imenso, aparentando estar apodrecendo em vida, mas deslocando-se com velocidade e vigor, vestido com um robe, com estranhas pinturas e cicatrizes rituais no rosto.

Aron acorda ainda sob os efeitos da droga. Ouve vozes em hobgoblin, discutindo o que fazer com, mencionando a possibilidade de resgate. Aguarda, volta a dormir e acorda em cela. Quando vai ser alimentado, manda um sleep no carcereiro. Ainda aturdido pela droga, não consegue abrir a porta, mas os demais guardas abrem a porta para investigar e, ao vê-lo solto e sobre o seu colega caído, covardemente fogem. Este vagueia pelo corredor, em busca de seu equipamento. Encontra a porta de saída. Usa charm person em outro guarda, que lhe abre a porta. Este o leva à Torre de Menagem da fortificação, onde Aron vê outros capturados, inclusive Sinella, que ainda está alucinando. Em frente à Torre, vê o sacerdote que o capturou, diante de uma mesa, anotando num livro. Aron se esconde, mas decide procurar armas, encontrando arco longo, espada, cota de malhas grande.

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O Massacre da Vila Troll

Mestre: Fernando
Presentes: Heitor, Balbi, Marcos, Pedro

No dia 4 de Dourado, Leonel se teleporta para o pavilhão de Laio, que não se encontrava (fora “interagir com os locais”). Vai então visitar Yekaterina no templo, com quem conversa sobre a possível aventura que quer lhe propor, em busca da seiva, nos arredores de Lebon, que permita fazer uma esfera perfeita, para criar uma bola de cristal. Ele conta que o que sabe é que um druida local lança esta seiva num poço, supostamente para acalmar um monstro. Ela aceita; ambos então encontram Baudolino e ele também aceita. Encontram Laio na birosca mais vagabunda da cidade, onde eles está jogando porrinha com um pescador, um marinheiro e um dos fanáticos de Yekaterina. Ele choraminga um pouco mas também aceita. Por fim, Leonel se teleporta para Nova Gardak para convocar Aron, que também aceita, para a aventura.
No primeiro dia de viagem, Leonel e Baudolino se desentendem quanto à direção em que deveriam seguir, mas no segundo Leonel percebe que tinha se enganado. No terceiro dia (9 de dourado) os papéis se invertem e Baudolino é que erra o caminho; Laio avista casas e com isso encerra a discussão, já que logo Leonel percebe que se trata do assentamento troll por onde ele tinha passado, conseguindo também rastrear o caminho até a caverna onde ele imagina que a maioria deles esteja. Os heróis entram na caverna e, após breve inspeção de Aron, invisível, resolvem atacar logo os dois sentinelas que ele avistara. Estes logo convocam muitos outros, que também são derrotados sem maiores dificuldades pelo grupo, causando um pequeno massacre, ao fim do qual toda a tribo troll (33, dos quais apenas 3 fugiram e sobreviveram) é derrotada.
Ao observar Baudolino decapitando o último dos trolls que ainda lutava, Yekaterina se lembra de uma notícia que ouvira, de que o capitão do navio que ia de Miséria para Muriel havia sido encontrado decapitado. Ela lança uma indireta para Baudolino, que age como se não a compreendesse.
Investigando a caverna, encontram 3000 mangos, assim como a vassoura, que Leonel tinha perdido lá.
Eles retomam viagem e, no terceiro dia, chegam a Lebon.

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Expansão de Godrixia

Mestre: Marcos
Jogadores: Balbi, Heitor, Fernando, Pedro.

Nova Gardaki

O grupo resolve viajar até a foz do Rio das Tribos, depois de acordo de Aron com Sinela, sobrevoando a Planície de Liléia. Resolvem acampar para o pernoite e são visitados por harpias que com seu canto encantam a todos, menos Yekaterina e Aron, que percebem o ardil das criaturas, que acabam por dividir o grupo depois da sacerdotiza e do elfo abaterem duas das 3 que lá estiveram. O clima tenso só é disperso com o fim do feitiço.

Chegando próximos à foz do rio, já desembocando no Lago do Olho de Dragão, são surpreendidos por uma grande tempestade, da qual se abrigam em uma caverna encontrada por Sinela. No dia seguinte, 16 de vermelho, com tempo bom, encontram o sítio perfeito, rico em prata e ouro, e fundam a Nova Gardaki, novo lar dos elfos órfãos de Gardaki, sendo Sinela a líder e Aron o Comendador do local e proprietário de suas terras.

O Templo de Tromus em Godrixia

Ao fim do mês de vermelho, Yekaterina consagra e inaugura o Templo de Tromus em Godrixia com o sacrifício de um de seus mais fanáticos seguidores, em belíssima cerimônia que impressionou e arrebatou a todos da cidade e além.

Dois dias depois, aos 30 dias de vermelho, volta a embarcação de soldados que haviam se perdido no caminho a Nova Gardaki. Camilo procura Baudolino Baudolino muito cansado mas bastante empolgado, revelando que o navio encontrou outro continente.

Fundação de Porto das Escamas

No mês de Cristal notícias chegam através dos marinheiros, reportando problemas com dragões pela costa; ainda pequenos em tamanho mas muito problemáticos em conjunto.

Baudolino e seus homens espantam da superfície algumas tribos de orcs e goblinóides para fundar a oeste de Godrixia, em 13 de dourado, a cidade de Porto das Escamas, na costa sul da baía das escamas, região rica em pescado, cedro, vinho e cabra.

Muriel, capital de Godrixia, aumentou sua população em 80 famílias enquanto Nova Gardaki em 43 famílias.

Fundação de Cuba e Troma

Continuando a limpeza de raças goblinóides, orc e outras criaturas selvagens da região dos Montes das Escamas, Baudolino e seus homens fundam, em 9 de âmbar, a cidade de Troma, em região habitada por muitos snow apes, produtora de mulas e apicultura, e Cuba, rica em carvão, em 16 de âmbar.

Muriel aumentou sua população em 165 famílias, Nova Gardaki em 52 famílias, Porto em 54 famílias.

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espaço reservado - marcos

espaço reservado – marcos

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*DE VOLTA A GODRIXIA*

Após a batalha, Laio lidera os sobreviventes e os acalma. Leonel rapidamente pega o corpo de yekatarina juntamente com a vassoura voadora e se teleporta para Doufur. Uma vez em Doufur, ele vai de vassoura até a catedral de Lileia. Chegando na catedral, Leonel é parado por um guarda e questinado sobre o que está acontecendo. O povo ao redor se junta. Eles parcem intrigados e comovidos. Leonel pergunta pela matriarca para ressuscitar o corpo. O guarda orienta para que Leonel siga pelos fundos pois já estava causando reboliço na população.
Leonel segue voando com a vassoura para os fundos da catedral. Lá encontra Leitor e a Matriarca de Lileia. Eles entram. Leonel fala sobre os dragões em Anames. Celina não se surpreende com a noticia. Leonel pede que ressucite Yekatarina. Celina a principio se nega por se tratar de uma sacerdotisa de Tromus e alem disso por não gostar da atitude de Leonel ao chegar causando reboliço na cidade. Ela fala que não poderia fazer o milagre naquele dia. Leonel deixa o corpo de yekatarina na igreja e segue em direção da prefeitura.
Chegando na prefeitura, é parado por guardas. Um dos guardas reconhece Leonel e vai chamar Gattwick. O guarda volta e fala para Leonel entrar. Gattwick estava rodeado pormilares. Leonel fala a todos o que viu na torre de Lair e sobre Anames. Os militares ficam bastante irritados. Gattwick pergunta se o grupo descobriu algo mais e ele diz que sim, mas que não poderia falar agora.
Leonel segue para a escola de magos para procurar abrigo.
No deserto o grupo sobrevive a base de carne de dragão. Aron monta um acampamento feito de ossos e pele de dragão. A noite o grupo faz turnos. No meio da noite uma hidra surge o grupo se protege dela. Laio morre no combate. Aron tenta acalmar os grupo. Passa a noite e no dia seguinte ele decide por mover o acampamento para um lugar afastado dos corpos de dragões.
Em Dufour yekatarina é ressuscitada. Ela agradece a Celina e diz que gostaria de recompensar. Celina diz não precisar e reclama do comportamento de Leonel. Ela também perguntou se existia problema em ressussitar seguidores de Tromus e Yekatarina diz que não.
Leonel teleporta Yekatarina para o deserto e ela aparece enquanto o acampamento ainda estava sendo levantado. Ela gasta um tempo ressussitando Laio que se levanta mau.
No dia seguinte, yekatarina usa seus poderes para ressussitar baldolino que também fica em um estado muito fraco para qualquer coisa.
No mesmo dia Leonel assim que acorda, se teleporta para o deserto perto de Anames onde supostamente estaria o acampamento. Leonel está sem sua vassouira voadora, pois tinha dado ela para Yekatarina para usar no caso do teleporte falhar e ela aparecer muito alto. Quando ele chega no deserto e não encotra o acampamento, ele usa seus poderes para voar e procurar o grupo de cima, mas foi sem êxito. Apenas no fim do dia ele encontra o rastro certo e acha o grupo. Ao chegar no acampamento, Leonel fala que o grupo está indo para a direção errada. Ele também propõe que se teleporte um por um para godrixia. Ele poderia ir na frente, trazer Tomazo para ajudar no teleporte e preparar o povo de Godrixia para receber e amparar os recém chegados. Aron fala com Leonel e negocia os escritos da magia de teleporte e assim ele poderia ajudar também. No final a magia custou 1000 mangos a Aron.
No dia seguinte (28 de Rubi) Leonel se teleporta para Godrixia.
A noite cai. O grupo monta acampamento. Aron faz uma magia para tornar o acampamento invisível. Foi decidido que alguns homens entre os sobreviventes fariam guarda. No meio da noite, um halk aparece montado por 7 homens. Os homens parecem estar vendo o grupo e ordena que o grupo aparecesse e se identificassem. Aron se aproxima e pergunta quem eram eles. Todos pareciam ser magos ou Clerigos. Estavam bem vestidos. Um deles fala que tinha perguntado primeiro. Aron sente que tentaram usar uma magia contra ele. Aron não viu quem era e para responder, tenta usar a magia Charm Person no homem que parece ser o líder do grupo e falha. Surge uma tensão no ar, logo Aron sente que tratava-se de um combate contra adversários poderosos e se rende e tenta acalmar os ânimos. O líder se identifica como sendo Julio Galeos, mago supremo de Biergotten. Ele perguntou o que despertou os dragões, e o que o grupo havia feito. Aron responde que não havia feito nada. Aron apenas conta a historia do grupo que se tratavam de sobreviventes dos ataques dos dragões e que precisava de ajuda. Julio Galeos ignora a historia e vira as costas e vão embora voando montados nos halks.

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O Terrível Ataque dos Dragões Azuis

Mestre: Fernando
Presentes: Heitor, Pedro, Balbi

O grupo segue para Anames. O caminho está todo devastado, com gado devorado e construções destruídas. Leonel, tendo lido o Draconomicon, consegue identificar que há diversas espécies de dragão causando esta destruição (pelos efeitos dos sopros de dragão das diferentes espécies) e que, além disto, estas espécies estão atacando em bando.

À tarde, durante a viagem, o grupo quase é emboscado por quatro gigantes azulados, acompanhados de nove ursos polares; Laio os avista antes do bote. Eles tentam extorquir comida, mas antes que os heróis consigam tentar dissuadi-los, um deles arremessa uma pedra. Segue-se breve combate, com os heróis rapidamente derrotando os gigantes e assustando os ursos. Eles encontram dinheiro com os gigantes (5.000 Mangos) – que parece muito dinheiro, como se eles estivessem “de mudança”, e não com um lar por perto. Sendo assim o grupo não procura o lar, seguindo viagem até o anoitecer.

Na mesma noite Baudolino, de guarda, ouve barulhos metálicos; Laio desperta com o barulho. Eles acordam os demais. Alguém pergunta quem se aproxima; Aron vê que é um grupo de quase 30 pessoas, incluindo mulheres e crianças. Yekaterina os saúda e eles pedem comida; cada herói lhes oferece meia semana de ração. Eles vêm de diversas cidades, entre elas Vostfall, uma cidade a norte de Anames. Muito alarmados, eles dizem que dragões enormes causaram a destruição, maiores do que casas; Leonel acredita que isto seja exagero, mas que, mesmo assim, o crescimento dos dragões está maior do que o esperado.

Os heróis decidem ajudar o grupo, conduzindo-os até Miséria, de onde poderão pegar o barco de Baudolino até Godrixia.

Na noite seguinte (25 de Rubi), Aron, de vigília, avista, ao longe, criaturas aladas; Laio também acorda com o barulho das asas, e logo todo o acampamento está de pé para testemunhar algo assustador: 13 dragões azuis pequenos (mas ainda assim com cerca de 6 metros de comprimento) preparam-se para atacá-los num rasante.

O combate que se segue é terrível. Aproveitando a distância, e mirando com muita precisão suas bolas de fogo, Aron e Leonel causam grande estrago. Laio usa uma poção de Força de Gigante e Baudolino, de Fortitude. Em seguida, porém, todos os homens armados com o grupo dos camponeses são mortos pelas rajadas de eletricidade que os dragões cospem logo no início do combate, e muitos dos não-combatentes também são massacrados em seguida, restando 23 sobreviventes. Sem chance de vestir suas armaduras, Baudolino, Yekaterina e Laio recebem ataques ferozes; mesmo Aron, vestido com a sua, porém, recebe duros ataques e os sopros de dragão, ficando a beira da morte. Ao final da luta, já com apenas 5 dragões de pé, Laio derruba dois dragões, cada um com um só golpe, o que afugenta dois dos três dragões que então restam; em seguida o líder consegue, com seu sopro, matar os já feridos Baudolino e Yekaterina, já seriamente feridos; ao final, foi necessário unir os feitiços de Leonel e Aron e mais dois ataques de Laio para finalmente derrotá-lo.

Os sobreviventes percebem, com os cortes violentos das espadas de Laio e Baudolino, que havia tesouros não digeridos em alguns dragões, e abrem seus estômagos, onde encontram: 15.583 pratas, 45.833 mangos, 9 gemas de 50, 9 de 1.000 e 10 de 5.000 mangos.

O saldo do combate, porém, é muito amargo, e o grupo se encontra quase indefeso no meio do deserto: dos camponeses restam apenas as mulheres não-combatentes, crianças e idosos. Laio e Aron estão gravemente feridos e, sem Yekaterina, sem meios de se recuperar rapidamente; além disto, sem ela e Baudolino, o grupo está reduzido a um terço de seus homens de linha. Apenas Leonel, que lutou o tempo todo em sua vassoura, da maior distância possível, escapou ileso. A situação é gravíssima.

XP da sessão: 27.348, sem ajustes.

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Situação em Godrixia

A 23 de Rubi (81 dias após a partida para caçar o tesouro dos gigantes):
A paliçada externa (13.000 Mangos), bem como o fosso do castelo (9.600 mangos) de Ariel (capital de Godrixia) já estão prontos, e a torre principal já está sendo feita – ela contará com seteiras, janelas gradeadas, “venezianas” (shutters), chão, teto e escadas de pedra, paredes internas, móveis maneiros (37.150/225.000 mangos). Total das construções: 247.600 mangos.
O templo de Tromus já está quase terminado (60.000/76.500 mangos).
Já temos 93 famílias vivendo em Godrixia, a maioria dos novos imigrantes vindo de Miséria, alguns de Ogarime e uns poucos de Perrutti, afora alguns elfos e baraks desgarrados. Os impostos sobre as famílias geraram, desde a saída dos heróis, 1104 mangos no primeiro mês, 1216 no segundo, e gerarão, ao final do terceiro, 1488, num total de 3808 mangos.
Baudolino encarregou 2 barcos de estabelecerem linhas comerciais; um apenas com Miséria, outro numa rota maior, passando por Dufour, Ogarime etc. O lucro mensal da rota até Miséria (360 milhas; 6 dias de viagem) é de 2.800 mangos. O lucro mensal da rota maior (38 dias de viagem ida e volta) é de 1.143 mangos.

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Post reservado II

Reservado para Fernando (aventura de 02/04).

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