Contos Draconianos

*TRATO COM GORGEAS*

A CONVERSA COM TRATUS RO
Após derrotarem os gigantes e pegarem seus tesouros, entre eles um scroll mágico, o grupo volta ao navio. Passam um tempo para se recuperarem, analisar o tesouro e principalmente o scroll. Tratava-se de um scroll para “sumonar” algo grande e poderoso. A principio parecia ser a própria armadura que seria “sumonada”.

O grupo resolve então voltar à ilha e usar o scrow. Um grande “ovo” dourado aparece. O grupo identifica como sendo o “ovo” dourado que estava com o dragão na boca do vulcão, que eles haviam visto ao rodear a ilha usando o tapete mágico de Soze. Nessa situação também, foram avistado um pequeno grupo de aventureiros aparentemente com uniformes de Anamis.

Leonel então toca no “ovo” e repara que ele na verdade é um portal interdimensional. O grupo entra todo de uma vez. Dentro do “ovo” existia um grande salão com uma única passagem e um grande trono no meio.

O grupo se dá conta de que alguns deles estão com as personalidades trocadas. Na verdade apenas os indivíduos que tem capacidade de usar armadura.

Um grande homem, então, aparece. Ele tem aproximadamente 3 metros de altura, bastante velho, usa uma armadura prateada com a figura de 2 dragões cravejados no peito, azas (no estilo de morcego) saindo das costas (sendo parte da armadura), ele também tem uma espada muito parecida com a que o Laio empunha.

Quem são vocês? perguntou o gigante. O grupo se identifica como sendo enviados de Dufour e conta a historia de Lair. Leonel então pergunta se ele seria Tratus Ro. O gigante diz que sim. O grupo faz uma serie de perguntas e Tratus Ro apenas responde elas com outras perguntas. Tratus Ro já sabia a intensao do grupo em obter a armadura e então. Ele passa o dialogo inteiro analisando o grupo para saber se eles são dignos dela. Em um determinado momento ele pergunta mais diretamente ao grupo quem ficaria com a armadura. Yekatarina, com a personalidade de Laio responde que seria ele por ser o melhor guerreiro. Tratus Ro diz então que não necessariamente o melhor guerreiro seria quem iria usar a armadura, mas sim aquele que tem o melhor entendimento do poder da armadura e do custo desse poder. Tratus Ro questiona o grupo se ao menos eles tem ideia de que esfera de poder a armadura pertence. Ele até explica o que são e quais são as esferas de poder (matéria, energia, tempo, pensamento e entropia).(ver pag 219 para maiores detalhes).

O Dialogo se estende até que Tratus Ro entenda que o grupo seja digno da armadura. No dialogo, o grupo entende que Tratus Ro não é exatamente um grande herói. No passado ele expulsou os dragões do reino de Draconia por interesses. Ele busca alcançar a imortalidade. Mas para isso ele precisa passar por algumas provações e precisa achar um sucessor. Ele buscou a armadura com o objetivo de facilitar sua ascensão à imortalidade.
Leonel pergunta a Tratus Ro quem, no passado, lutou do lado dele para expulsar os dragões. Ele responde: Gabriele Ferraze, Lair, Abur Abne Albark (antigo parente de ZWYMM e sucessor de Miséria)”.

Tratus Ro decide por Laio como seu sucessor. E então fala ao grupo que eles precisam tratar com Gorgeas o dragão, para obter a armadura.

Leonel leu no Draconomicom que na época antes da Era de Liléia, Gorgeas não era um dragão importante. Ele veio refugiado de Draconia para a ilha do fogo.

TRATO COM GORGEAS
O Grupo retorna pela passagem e volta à praia. Do lado de fora um homem os espera. Ele se identifica como sendo [Gorgeas]. Ele então propõe ao grupo uma aliança. Daria a armadura para o grupo se ficasse com 40% dos ganhos do grupo. O grupo aceita a aliança, mas negocia o percentual sendo 20% dos ganhos, mas se Gorgeas tivesse que intervir, ficaria com 40%. Também disse que o grupo até poderia entalhar Dragõezinhos na armadura também.

O grupo deduz que no passado Tratus Ro também fez negocio com Gorgeas e que hoje em dia ele deve ter uma divida com o dragão e por isso precisa achar um sucessor.

Para celar o trato. O dragão propõe que o grupo matasse e pilhasse o pequeno grupo de aventureiros de Anamis que subia o vulcão atrás do dragão. Dentre o grupo de 8 aventureiros, estava o ladrão vestindo Leader Armor preta que roubou o ovo de Zaratrur da torre de Lair.

O grupo então se divide entre os que chegarão no vulcão usando o tapete de Soze e os que vão nas costas de Gorgeas. Definido isso, a imagem de Gorgeas fala para o grupo se virar, pois o verdadeiro estava invisível atraz do grupo e em formato de dragão. O grupo chega na boca do vulcão e pega o outro grupo de surpresa. Leonel começa disparando uma Fire Ball que machuca bastante o outro grupo. A luta é bastante dura. Os guerreiros do grupo não estavam num bom dia. Infelizmente quem pagou com a vida foram Soze, Bahadur e Leonel. Gorgeas precisou intervir. Basicamente o outro grupo foi derrotado a base de hold person. Aron, num último ataque, furiozo pela morte dos companheiros, flexa o Ladrão do ovo matando-o. [Gorgeas] diz que muitos dos inimigos são nobres e tem valor de resgate e por tanto devem ser mantidos vivos.

Ficou claro para o grupo que Gorgeas teria uma relação estritamente comercial com o grupo e que ele era bastante ganancioso.

Entre o grupo derrotado existe: Luelce, Fingolfim , Gross Vanderbording, Skeeper de Hidder, Anne Hofgstra, Alina de Jonge.

Loot: normal sword of breathing + 1 , 15 quarrow + 1 , leather armor + 1 , scrow of seeng , nail thinger , normal sword + 3 / +2 x planar monsters, 10 arrow +1 of stunning ,broom of fly , normal sword + 3 (see invisible, detect metal, detect sheffting wall, fly, illusion, x ray vision, read magic, inteligencia 12, ego 9 , nome: “hoogvlieger”) , amulet of protection of cristal boll e esp, short sword + 2 lighting , leather + 2 fly, 14 quarrow +1, sling + 1,spell book, normal sword + 4 int 7 ego 11 nome “Alurdiel”, platemail + 1 Elf Size, scrow of claivorience , freet bottle , TH sword + 1 , platemail + 1 dwarf , shield + 2 , 82 GP.

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O Retorno a Dufour. Missão Cumprida.

Presentes: Balbi, Fernando e Pedro
Mestre: Marcos

Yekaterina Retorna com os Corpos dos Heróis Abatidos

Utilizando-se do tapete mágico voador, Yekaterina ruma de cabotagem a Dufour com bastante pressa, levando os corpos de Bahadur e Leonel para serem ressucitados por magias divinas. No caminho, porém, enfrenta forte chuva e muito vento e resolve então se abrigar sob um barranco na costa, para o pernoite.

É surpreendida por três viajantes que a questionam a respeito do que estaria fazendo com dois corpos em um caminho tão perigoso, segundo eles. Altiva, Yekaterina revela que regressa apressadamente da Ilha do Fogo, recomendando que de lá se afastassem, pois lá seria realmente perigoso.

Os homens, assustados pelo feito, se distanciam e voltam à marcha rumo a seu destino. Pouco depois, porém, é atacada por três outros rufiões, que tentam dela abusar. Mais uma vez tentando utilizar-se de seu altivo discurso, revela sua identidade de sacerdote, em missão, mas não obtém sucesso, de modo que precisou utilizar uma magia de hold person que paralisou todos os agressores antes que engajassem em luta. Todos foram mortos e oferecidos a Tromus em meio à noite chuvosa.

Durante o impressionante ritual, Yekaterina perguntou se o deus da morte concordaria com o retorno à vida de Bahadur e Leonel. A resposta demorou pouco: surge na praia Godrix, anunciando que Tromus clama a alma de Bahadur, mas que a hora de Leonel ainda não havia chegado.

Assim sendo, a sacerdotisa alça vôo de volta rumo a Dufour, pois o tempo como que por mágica melhorou e as condições climáticas se tornaram ideais; no tapete, apenas o corpo de Leonel. A saída é feita bem a tempo de se notar que havia um acampamento de bandidos perto do local onde escolhera de repouso, e que provavelmente enfrentaria mais problemas caso tivesse permanecido no local.

Chegada em Dufour

Chegando finalmente em Dufour, Yekaterina percebe a cidade quase deserta, somente com alguns guardas nas ruas do burgo e muita hostilidade em seus olhares. A sacerdotisa se anuncia e assim é recebida por Numar, chefe da Guarda, que a revela o momento delicado e a guerra entre Dufour, em aliança a Miséria, contra Anâmis.

Apressam-se, enquanto isso, ao templo de Liléia, onde Leonel é ressucitado por um sacerdote chamado John Reader.

Gattwick, sabendo da presença de Yekaterina, vai até ela e relata os pormenores da guerra. Há um cerco em volta da torre de Lair, que não deu mais sinais de vida. Anâmis tenta invadí-la, enquanto as tropas de Dufour e Miséria resistem em suas linhas, impedindo-os a entrada com o Ovo de Zaratrur.

Enquanto aguardam a chegada dos demais heróis, de navio, Yekaterina treina sua arma com Neil Hogan, mestre de armas.

O Navio

Enquanto isso, os demais heróis navegam com Baudolino até Dufour, mas uma série de erros de cálculos os levaram para longe da costa, retornando apenas a encontrar terra muito depois de Dufour, na Costa Brava, depois de passarem pela Baía das Tribos.

Encontram, por sorte, um porto pequeno de um vilarejo precário de pescadores. Flechas são atiradas contra a embarcação por defensores, até que Baudolino hastia uma bandeira de Dufour e outra bandeira branca, conseguindo mudar a reação dos agressores, que se revelam e gritam “Um barco! Até que enfim! São heróis de Dufour chegando para nos ajudar? Esperamos há anos por isto!”

Tratava-se de um posto avançado fundado por uma guarnição de soldados veteranos de Dufour, que tomaram o espaço de uma tribo Orc mas terminaram isolados e sem comunicação com a cidade.

A pequena população local, de cerca de 50 pessoas, incluindo mulheres e crianças, deu ao local o nome de Ventosa, por conta dos fortes ventos que correm no local.

Um acordo é feito e o grupo concorda em levar de volta a Dufour as crianças, dando notícia deste povo isolado na cidade, para que se faça um resgate através das perigosas terras das tribos. Passam por dificuldades nas manobras náuticas mas conseguem retornar à Baía das Tribos e seguir a costa até Dufour.

O Grupo se reúne e conversa com Gattwick

O grupo finalmente se reúne, encaminha as crianças a Gattwick e conversam com o prefeito a respeito da guerra. Entregam a armadura de Tratus Ro e Gattwick fala da importância de Laio vestí-la e ingressar nas linhas de Dufour na frente de batalha no deserto.

A missão de resgatar a armadura, portanto, é dada por cumprida. Yekaterina negocia sua recompensa; já que Dufour não pode mais fornecer-lhe tropas, que lhe forneça dinheiro. Gattwick fica de se reunir com o tesoureiro e tecer uma proposta.

O grupo debate a respeito do que fazer a seguir: cuidar de assuntos pessoais ou auxiliar mais uma vez Dufour na guerra ou de alguma outra forma. Baudolino se coloca à disposição.

O que é certo é que a soma de riquesas dos tesouros acumulados pelo grupo é gigantesca, está ainda provisoriamente na embarcação e precisa receber alguma atenção.

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Espaço reservado
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A Cratera

Nossos heróis embarcam tesouro dos gigantes no tapete voador, deixando Soze levar o butim para o navio, quando descobrem pedra com passagem secreta. Descobrem vários itens mágicos, incluindo palte mail mágica que Laio usa, repsao abrirem-na, emerge uma geléia negra, conhecida como Black Pudding. Ao combaterem-no, percebem que armas de corte e contusão são inúteis, pois ele apenas se divide, dificultando seu controle. É vulnerável ao fogo, mas dispõe de recursos insuficientes neste sentido. A armadura de Laio e Aron são inutilizadas no combate, de modo que aquele volta

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O LAR DOS GIGANTES

Presentes: Balbi e Fernando
Mestre: Marcos

Do outro Lado do Buraco

Martin, dragado pela correnteza na água, é levado através de um buraco e encontra na saída uma outra instância, imensa, dentro do complexo de cavernas, onde há uma enorme cachoeira subterrânea que forma um gande poço, cuja água é dragada por misteriosos buracos até sumir.

Volta e avisa o grupo que segue seu caminho. Lá, investigando, encontra pegadas na areia e, seguindo a trilha, encontram 3 defuntos vestidos de roupas de navegantes e com eles 100 moedas de ouro, 2 espadas longas e facas. Os corpos estão muito maltratados de violência física.

Aaron percebe pegadas de gigantes que os levam mais para o interior dos salões subterrâneos. Percebem que toda a água subterrânea é sugada fortemente pelos tais buracos, que parecem exercer uma força de sucção maior do que seria normal, de certa forma sobrenatural. Yekaterina pensa ser de natureza divina, algo a diz, aparentemente de Mazela. Prepara uma oferenda à deidade co um de seus odres de água inteiro, apresentando assim Tromus a ela.

Mais uma vez Aaron percebe um mecanismo em um dos paredões e detecta uma porta deslizante que leva a uma escadaria que sobe, de onde ouvem vozes. Resolvem fechar novamente a porta com cuidado e voltar ao navio e descansar, levando todo o tesouro que coletaram até então, para voltar no dia seguinte.

Quando chegam de volta, percebem o navio encalhado, já bem sugado pela correnteza. O mar sendo dragado pelos buracos misteriosos da ilha acaba criando uma armadilha às embarcações.

O Lar dos Gigantes

No dia seguinte pela manhã, bem cedo, voltam à porta deslizante. Bahadur se lança sorrateiramente à frente para espiar e encontra um acampamento de gigantes abandonado. Percebe cordas que sacudiriam metais de alarme, mas consegue evitar. Continua o caminho e se depara com um jardim de inverno na encosta, aberto para o mar. Na pedra, por toda a face da rocha, um complexo de corredores, grandes arcos e salas de grande estrutura, erguendo-se sobre o mar como um forte. A princípio pensaram ter sido construído por gigantes, mas perceberam aos poucos ser uma construção humana aparentemente abandonada.

Explorando os corredores, encontrma um pátio com quatro gigantes de fogo matando tempo enquanto almoçavam. Leonel faz um feitiço de lightning bolt e acerta todos, que prontamente começam a correr para vencer a distância e enfrentar o grupo, enquanto são alvejados por flechas de Bahadur, Laio e Aaron. Yekaterina e Aaron são feridos por pedras arremessadas pelos oponentes, mas a luta não é difícil, principalmente com a tentativa de fuga do líder do grupo, assustado com a investida.

Soze usa seu tapete e dando uma carona a Laio e Bahadur, caça o fugitivo, que é logo abatido pelos três.

Explorando o local, encontram a morada dos gigantes no forte abandonado e muito tesouro por lá: um pé de coelho (5.000 mangos), uma pérola (500 mangos), um escaravelho (15.000 mangos), uma esmeralda (5.000 mangos), um diamante (10.000 gp), uma tiara (30.000 mangos), uma boa quantidade de tabaco (1.190 mangos), um coração (5.000 mangos), uma corrente (3.000 mangos), quatro trevos de quarto folhas (5.000 mangos), um vidro de perfume (70 mangos), um scroll of cloth form, um scroll of growth of plants, uma potion of growth, um scroll of summon object, uma armadura de couro mágica (1), uma espada mágica (5), uma capa (1.400 mangos), um casaco (6.000 mangos), uma potion of fire resistance, uma armadura de placas mágica (+1) e um earing of hearing.

Pela manhã Bahadur volta a caminhar pelos andares e descobre mais dois mortos de Miséria no primeiro andar. Vai checar como estão os cavalos e repara, do portão da torre, dois homens numa carroça, levando não só os cavalos do grupo mas outros também. Alarmado, volta ao grupo e relata o problema.

Resolvem atacar. Chegam ao portão e se preparam para atirar suas flechas quando observam um homem de couraça negra carregando consigo um imenso ovo, o Ovo de Zaratrur. Leonel faz feitiço de sleep mas caem de sono apenas dois cavalos e os 2 homens da carroça, conseguindo o portador do cobiçado item evadir rumo ao imponente Sol poente, levando apenas uma flechada de Bahadur que não aparentou machucar.

Presos na Torre

O grupo resolve então voltar à torre para buscar o companheiro caído, Aron, e perseguir o ladrão do Ovo de Zaratrur. Na saída da torre, porém, encontram as portas bloqueadas. Tentaram arrombá-la de diversas maneiras, no jeito e também na violência, mas não obtiveram sucesso pois alguém bloqueara a porta por fora.

Resolvem então voltar ao quarto andar da torre para explorar o que não conheceram e descobrem uma imensa sala, aparentemente nova e bastante empoeirada, que provavelmente serviria para experimentações mágicas, segundo o parecer de Leonel, que passa a ler alguns livros das estantes. Bahadur também xereta alguns títulos, encontrando uma outra edição do Draconomicon, aparentemente em bem melhores condições do que a que portava o grupo.

Na parede, percebem uma grande escama metálica vermelha, provavelmente de dragão.

A Torre Maior por Dentro do que por Fora

Bahadur resolve avançar pela única porta do aposento que ainda não tinham cruzado e logo percebe uma armadilha desativada num degrau da escada que seguia para baixo. Ao fim de seus degraus, seguia-se um gigantesco corredor, incompatível com o tamanho da torre, sobretudo em seu quarto andar.

O grupo resolve atravessar o corredor e investigá-lo, e Bahadur descobre dezenas de armadilhas mágicas e mecânicas desativadas no caminho. Perto do fim, ouvem vozes vindas do escuro à frente. Todos se preparam para eventual combate e seguem, encontrando na sala em que desemboca o corredor uma mulher de vestes nobres morta no colo de um jovem rapaz, por volta de seus 14 anos, que suplica por misericórdia.

Lair, o Nebuloso

Eis que um homem velho e bastante ferido se revela de um canto escuro do salão. É Lair, bastante fraco, que demonstra alívio ao saber que se tratam de homens de Dufour. Diz ter saudade do “garoto” Vega (apesar da avançada idade de seu discípulo) e não reconhece o nome Gattwick ao conversarem sobre a missão passada pelo prefeito, alegando que o prefeito era Samir, que, segundo Leonel, foi o primeiro prefeito de Dufour. Parece não entender que estão no ano de 300 da Era de Liléia, acreditando estar, no máximo, no ano 50.

Lair revela que fora atacado primeiro por homens de Miséria há anos e depois por homens de Anâmis.

Relata que um ladrão assassinou muitos homens de Miséria e também sua esposa.

Ao conversarem sobre o Ovo de Zaratrur, revela que o item é um dispositivo que foi criado no início da Era de Liléia por decisão do Conselho dos Sete para manter centenas de ovos de dragão adormecidos. Tais ovos se encontrariam congelados no subsolo do Deserto de Lamar.

Diz que o Ovo de Zaratrur pode ser acionado para despertar os ovos, mas para isto precisa ser usado em sua torre, onde se encontra a única entrada para a galeria subterrânea. Revela que por este motivo não se apressou para recuperar o item roubado, pois se quiserem usar, terão que retornar e ele estará preparado para combatê-los. Fala também que não pode sair da torre pois seria sua missão e sua tarefa guardá-la.

Presentes de Lair

O grupo então apresenta ao mago Aron, desacordado, e ganha uma Potion of Cure Serious Wounds, que faz o elfo levantar bem recuperado. Leonel pede um livro de magias e Lair diz que só fornece magias de sua coleção particular a quem pode confiar e que isso levaria tempo, mas dá cinco pergaminhos com receitas de bolos e doces, que são as magias Detect Magic, Shield, Levitate, Invisibility e Clarevoyance na linguagem disfarçada do arquimago.

Lair reconhece das posses do grupo alguns itens mágicos de sua coleção, que foram saqueados na noite anterior por trogloditas. Pega de volta o anel mágico, deixando o grupo com a espada que Laio já utilizava. Como gratidão pela devolução do anel, presenteia o grupo com um Anel de Proteção (+4) e um Slate of Identification, que permite reconhecer os mais diversos itens.

Filho Sacerdote

Enquanto Lair conversa com o grupo, seu filho desempenha um complicado ritual e consegue ressucitar sua mãe, revelando-se um competentíssimo sacerdote de Gartak, o Domador de Dragões.

Lair então pede que o grupo se retire e o espere do lado de fora da torre.

O Retorno de Yekaterina Barak

Bahadur e os demais então sobem até o terraço da torre e lançam cordas amarradas para descerem. Chegam ao solo para perceber que alguém barrou e selou o portão da torre por fora, apressadamente, entendendo porque não conseguiram abrí-lo.

Reparam que os dois homens antes adormecidos fugiram, levando dois cavalos de guerra, deixando por sorte os cavalos do grupo. Enquanto montavam, percebem a chegada de um rosto familiar: Yekaterina Barak.

A jovem aparece vinda a cavalo do sul ao anoitecer e logo reconhece os aventureiros, saudando-os apressadamente e perguntando sobre Godrix, recebendo então a notícia de sua morte.

Demonstra-se inconsolável, amaldiçoando a raça dos anões que o assassinaram, revelando que recebera uma mensagem de Tromus, que a sagrara sua sacerdote com a missão de continuar o que Godrix começara.

Percebendo que caía depressa a noite e Lair não aparecia, o grupo resolve então pernoitar junto à torre e ouvir Yekaterina, que conta que seu pai, Alexei, o Terrível, não reconheceu sua liderança sobre seu bando depois de justiçar seu marido, que a traíra, e passou o posto de chefe a outro homem de confiança. Via aquilo como uma imensa injustiça, atribuindo a decisão do soberano dos Barak ao fato de não aceitar uma mulher no comando de nada, sentindo-se assim humilhada. Diz que com a ajuda de Tromus fará seu pai se ajoelhar ante sua irresistível liderança.

Lair Finalmente Sai da Torre

Depois de acalmar o discurso de Yekaterina, o grupo passa a ouvir lamentos vindo da torre, até que surge Lair, finalmente, com uma aparência anos e anos mais velha, levitando do quarto andar até o solo, alardeando que teria secado a geleira mágica e que era imperativo que fossem até Dufour imediatamente buscar tropas.

Yekaterina realiza um ritual simbólico pela morte de Godrix, entregando sua alma a Tromus, ainda que arrasada por não ter conseguido encontrar seu corpo, e o grupo se prepara para a viagem de volta.

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A Chagada na Ilha

" Faltava apenas 1 dia de viagem quando avistamos a Ilha. Uma ilha com formato de ferradura, uma grande fumaça saindo de seu vulcão.
Por descuido do capitão da noite, entramos rapido de mais e a forte conrentesa nos puxou para dentro da baia onde aparentemente nao tinha um bom lugar para aportara.Uns corais e uns pedaços de navios me davam a impressao que nao estavamos indo pelo caminho certo até que encalhamos em um banco de areia, menos mau o navio ainda esta inteiro.
Sose entao nos levou até uma margem, primeiro foi Laio e Aron e os outros em seguida.
Ao chegar vimos 2 corpos, homens de Dufuor mortos em combate. Aron olhando em volta, acha uma trilha, uns 12 homens ele diz.
Despois de algumas horas de caminhada Bahadur escuta alguma coisa. Passos de gigante. Dois pra ser exato. imediatamente Bahadur e Sose se preparam para flanquear os gigantes que estavam conversando em uma clareira, sem que os gigantes vissem, Iekaterian resa por um Hold Person que falha. Depois de algum tempo resolvem ir de maneira “pacifica”. Iekaterina tomou a frente da discursao, ninguem tava entendendo nada que eles estavam falando. Então surgiu a ideia, deve ter sido uma benção de Tromus, Iekaterina saca uma poçao de Diminution e persuade o gigante de beber o liquido como se foçe uma tradição. Eu me ofereci a beber a bebida deles, um repelente, o que nao foi agradavel mas enfim, poucos instantes depois o gigante tinha apenas um palmo de altura, genial ! O outro foi facil. E bom, onde tem gigantes tem tesouro, tetamos seguir seus rastros que acabou nos levando a um rio de agua quente. Sose atravessou a mim e Bahadur, usei invisibilidade na gente e seguimos os rastros dos gigantes. Achamos o lar, e lá tinham outros 2 gigantes, como estavamos sozinhos voltamos. Ao pisar de volta do outro lado do rio, vimos 2 homens, com roupas de Dofuor, correndo e outros 3 ou 4 homens com roupas de piratas correndo atras. encontramos com os outros e voltamos a clarera dos gigantes, quiriamos descobrir pra onde ia o rastro dos 12.
Aron, Bahadur e Sose procuraram a trilha e nos levaram a té a um paredão a oeste, achamos a entrada da caverna mas como estava tarde dormimos.
Ao decermos até a caverna vimos um barco e alguns piratas, entramos em combate. Laio, Iekaterina e Sose desceram até a praia em quanto nós atacavamos a distancia. Apenas 1 conseguiu fugir, ele carregava apenas um tridente, pulou no mar e sumiu. Eram piratas saido de perto de Ogarime, conrtatados por um grupo de Dufuor."

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Estadia em Ogarime e a partida para a Ilha do Fogo

Após a Luta na Arena
Ainda na arena, Hakim Vartar O chefe da guarda da cidade em uma discussão em meio a arena, se põe como o novo líder da cidade. Ele também disse que a religião Mazellas está abalada, porem ainda é uma religião importante para a cidade. Nesse momento Leonel e Yekatarina sugerem que se construa um templo em nome de Tromus . Yekatarina também pede a Hakim Vartar que se faça uma cerimônia a Tromus. Vartar perguna mais sobre Tromus a Yekatarina. Pergunta também sobre a missão do grupo na cidade.

Hakim Vartar fala para Yekatarinha falar com Tonssila que era a chefe dos Escudos Vermelhos para ajudar na criação de um exército e achar um representante para Tromus na cidade e ajudar na missão pessoal de Yekatarina. Yekatarina conta a Tonssila sua historia e como ela conheceu Tromus através de Godrix.

Bahadur e Aron procuram pelo Vartar para perguntar se ele conhecia alguém disposto a ajudá-los a abrir um negocio na cidade. Mais especificamente um armazém. Ele indica uma garota chamada Lavinia que é filha de seu senescal. Eles a encontrariam na taverna Bola 8 . Ao encontrar com ela na taverna, ela disse que ajudaria no empreendimento contanto que ficasse com 50% do lucro. Lavinia é uma garota bastante astuta e sagaz e tinha bastante contatos que poderiam ajudar a levantar o armazém. Ela também já tinha em mente um lugar. O negocio foi fechado com uma estimativa de 20.000 Mangos sendo um inicial de 3.000 Mangos para dar inicio na construção do armazém.

Algum tempo depois uma grande festa foi feita para o grupo após a vitória contra Traca-Traca na arena.

No dia seguinte
Yekatarina e Laio procuram alguém que possa os aprimorar em suas habilidades com armas.

Aron e Bahadur se encontram com Lavinia para acertar os detalhes da construção do armazém e em seguida procuram um joalheiro para vender algumas joias para pagar o investimento inicial. Mais tarde também se juntam a Yekatarina e Laio para treinar.

Leonel procura os anciões da cidade, os Elfos exilados em específico. Conheceu Ebrain um dos Elfos anciões. Ele disse que há muito tempo escreveu sobre a magia residual e sobre o fenômeno anti-magia que existe na cidade. Ele promete ensinar algumas magias a Leonel.

2 dias após a luta

Yekatarina realiza uma grande cerimônia na arena consagrando o lugar como um local de Tromus. Já existem alguns entusiastas a Tromus que ajudam a organizar a cerimônia. Defensores de Traca-Traca se manifestam dizendo ser um absurdo o que ela estava fazendo. Então ele desafia os representantes de Tromus a uma luta no sentido de retomar o lugar. Um dos novos entusiastas de Tromus que se chamava Tromeu se candidata e vence o desafio. Yekatarina então pergunta a ele se ele não deseja ser o representante de Tromus na cidade. Tromeu aceita. Yekatarina então fala a Toncilla para treiná-lo em combate para ser o líder do exercito a ser formado.

3 dias depois da Luta

Yekatarina pasa o dia falando com Tromeu sobre Tromus e sua vida e missão herdada por Godrix. Os entrusiastas de Tromus começam a criar símbolos e hábitos sobre suas visões de como o culto a Tromus seria.

Acontecem novas eleições na cidade e é nomeado um novo conselho. 3 dos conselheiros se mantiveram no poder. 7 dos exilados juntamente com 3 representantes vindo do comercio se elegem.

Leonel procura Ebrain para perguntar sobre a Ilha do Fogo. Ele indica Jarves um dos novos conselheiros. Jarves foi aclamado pelo povo. É uma pessoa muito técnica e um grande navegador. Então Leonel segue a procura de Jarves.

Jarves disse nunca ter ido até a Ilha do Fogo. Mas disse conhecer gente que já tinha visto ela, entre eles um capitão chamado Vankile. Ele disse que é uma ilha vulcânica com muitos recifes e uma correnteza bem forte. Leonel pergunta a ele se ele conhece alguém que levasse o grupo até lá. Ele então fala para procurar frequentadores do Bola 8 ou da Vela Dourada. Ele entrega a Leonel um mapa desenhado por ele, que vende barato para Leonel. O mapa é sobre a costa de Draconia.

O grupo vai até a taverna Bola 8 à procura de marinheiros para ir à Ilha do Fogo. 6 homens se candidataram. Falando com alguns capitães de lá, são indicados para falar com Sinela. Ela é uma ex navegadora de Jarves.

Leonel usa uma magia de Charm Person. Lava ela para seu quarto nas estalagens em que está hospedado e ”dá uns pegas nela”. No dia seguinte ele propôs ela se tornar a capitã do navio que os levará para a Ilha do Fogo.

O resto do grupo procurou pelo resto da tripulação. Yekatarina procurou mais marinheiros na arena. Alem de marujos, Sinela indicou um navegador chamado Gelu. Também contrataram um bom artilheiro (com habilidade nível 15) para manusear uma catapulta no barco.

Dia da partida

Após 2 semanas, nas quais o grupo passou treinando suas habilidades e exercendo outras atividades em paralelo, o grupo decide partir para a Ilha do Fogo. Antes disso eles procuram os anciões para agradecer o tratamento que tiveram após o episódio da arena. Leonel presenteia eles com um scroll de haste.

Finalmente o grupo parte em viagem. Após 1 dia são atacados por cupins do mar. O grupo demorou até perceber que os cupins estavam comendo o casco do navio. O barco foi gravemente atingido. Após matarem os cupins, a tripulação ajudada por Aron, remenda o barco e segue viagem. Yekatarina então reza para Tromus para que ele ajude na viagem.

No dia seguinte o barco é pego por uma tempestade. Os ventos acabaram ajudando o navio a ir em direção a Ilha do Fogo. Gelu entendeu que o vento que os empurrou em direção à Ilha do Fogo tinha origem no próprio vulcão, que gerava um efeito circulatório das massas de ar.

No 5º dia de viajem um dos marinheiros que estavam de observador no alto do mastro do navio, foi atacado por um grifo. O grupo logo reagiu ao ataque e matou a criatura. Aron prestou socorro ao marinheiro e todos ficaram bem.

No sexto dia de viagem, já no entardecer, a lha é avistada o longe.

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O Bando do Anão e a Arena

Sacerdote anuncua que todos deve se reunir na frente da cidade para intimidar o bando do anão. População fica amedrontada e confusa – são pacifícos. Cerca de 1000 pessoas, quase toda a população da cidade, que no entanto tem espaço para 5000 pessoas. Acompanhados por 150-200 soldados de armadura leve, entre 50 arqueiros e 150 infantes, poderosa força para cidade com tão poucos habitantes.

Os confrontados são 15-20 tochas na distância. Soldados forma falange de 4 homens de profundidade, em semicírculo à frente da população. O bando tem mais 2 anões, 4 elfos e 9 homens, todos montados, com equipamentos simples e alegam não ser bandoleiros e que Traca-Traca não seria humano.

Laio não entende porque deveria permanecer nas cercanias, dada a tensão da situação. Recebe um pescotapa de Bahadur, que assim inadvertidamente se revela diante de todos, saindo da invisibilidade. Todos se surpreendem e Abu Phobia manda prendê-los, acusados de espionagem. Os heróis aceitam ser presos, escoltados por 100 homens até a caserna, mas ainda de posse de suas armas, graças à negociação de Yekaterina. São levados porém, para a arena, o que é levantado por Bahadur. Isto confunde o comandante.

Lá os combates começam imediatamente, com felinos lutam entre si. Arena é massiva, cabendo 800 pessoas e está cheia, pois todos reentraram na cidade.

Em seguida, o anão é introduzido sozinho na arena, onde há 5 armas de combatentes derrotados prévios. No lado oposto, grande portão se abre, precedido de um clarão que cega e atordoa o anão, impedindo-o de agir. Traca-Traca entra e aparenta ser um humano de armadura portando grande morning star (mangual de uma mão) que ele segura com descomunal braço direito. Ele anda até o anão, que ainda atordoado, recebe golpe mortal de Traca-Traca, sem chance de defesa. O público delira.

Sacerdote anuncia que o combate seguinte será o julgamento dos forasteiros acusados de espionagem. Dada a incerteza do crime, será permitido que dois deles representem os demais na luta com Traca-Traca e que entrem de posse de suas próprias armas. Laio é selecionado pelos demais, acompanhado de Bahadur, que confia em sua capacidade de acertar alvos sem o auxílio da visão. Recebem haste de Leonel, mas percebem que magias ofensivas não funcionam na área da Arena.

Saem para o combate, são atingidos pelo clarão e embora não sejam cegados, ficam aturdidos, até a entrada de Traca-Traca. Vencem graças às habilidades defensivas de Laio e a pontaria constante de Bahadur, que sustentam a situação até que Laio encontra brechas na defesa de Traca-Traca (N do E: desencanta o dado) e derrota-o com golpes cuja sagacidade contrasta com a simplicidade da inteligência de Laio em outras arenas.

Sacerdote foge antes que guardas o prendam. O comandante da guarda, que ficara aturdido com o desenrolar dos acontecimentos do dia, aproveitara o espaço de tempo entre a captura dos heróis e sua luta na Arena e investigara junto a sábios e junto as escrituras. Verificara imediatamente que o Sacerdote não pregava os ensinamentos de Mazela. Resta ainda ao comandante assumir o controle interino da cidade, pois o Prefeito não pode ser localizado e Chefe do Conselho, principal fã de Mazela está em estado de choque com o que presenciou.

Leonel participa da revista do Templo ordenada em seguida por Comandante, mas nada de útil aparece. Bahadur, Soze e Aron partem em busca de Mestre-Arqueiro e iniciam treinamento. Yekaterina fica com morning star de Traca-Traca, iniciamento treinamento com esta arma.

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A Taverna e O Sacerdote de Mazellas

Na taverna, os demais presenciam celebração da luta iminente. Os combates são frequentes (mensais?). Yekaterina questiona o que aconteceria se Traca-Traca perdesse. Há confusão, pânico e revolta. Yekaterina tenta admoestar os frequentadores, sem sucesso, sendo interrompida pelo aparecimento do Sacerdote, que silencia a todos e manda os heróis sairem da taverna, mas diz que não há necessidade de sair da cidade – um informe sutil de que ele tem o poder de expulsá-los.

Heróis discutem onde fica a Ilha do Fogo e como fica na mesma direção da Arena. Este seria um local com função religiosa e habitação de Traca-Traca, que ficaria restrito àquele local, guardado “por soldados e Deuses”, conforme aprendido nesta noite.

Na manhã, reencontram o Sacerdote, que conversa normalmente, ignorando a altercação do dia anterior. Perguntam sobre a Ilha do Fogo, mas este não descobrem nada de ncvo. Yekaterina “confunde” Traca-Traca com Tratus Ro, o que surpreende e incomoda o Sacerdote, mas Leonel intervem e o Sacerdote atribui tudo a um “erro de mulher”.

Yekaterina e Leonel solicitam visita à Biblioteca, no templo de Mazela, enquanto Aron, Soze e Bahadur (ainda invisível) vão ao porto, perguntar aos marinheiros sobre a ilha do Fogo e sobre locais para se estabelecer comercialmente (Aron e Bahadur).

Na Biblioteca do templo, quase uma escola de catecismo. Não há escoola de magia arcana, que o Sacerdote chama de “dom divino”, sem necessidade, segundo ele, de ensino. O sacerdote Abu Phobia, dá respostas simples, rasas e amistosas, lembrando as respostas simplórias do povo, muito simplórias para uma cidade comercial e cosmopolita como Ogarime.

Bahadur e Yekaterina discutem sobre pedir ou não uma intervenção de Tromus, o que Bahadur taxa de leviano, dada à sua antipatia por anões advinda da Espada de Gukiraki, que o controla. Recebe um passa-fora de Leonel e Yekaterina.

Aron fala com Roscoe, vendedor de violas, sobre o vazio do porto, que tem a invasão do bando do anão. Roscoe zomba de Aron por se dizer historiador, apesar de seu pesado armamento. Pergunta por Waza, pirata que “ajudava” pessoas (logo uma ficção, segundo Roscoe. Todos os marinheiros sabem da parte da baía onde há vulcões. Também todos temem o bando. O vendedor insinua que algo de estranho sobre o sacerdote. Fica a clara a impressão de que se trata de um simples vendedor muito bem informado.

Na biblioteca, percebem que não há guardas. Lêem sobre a expedição de Tratus Ro à Ilha do Fogo. Há versões conflitantes. Alguns crêem que os piratas roubaram a armadura, outras que esconderam-na mas não conseguiram voltar, exceto por 2 elfos – um deles Symavai, que teria parentes na cidade e que por isso seu nome foi preservado.

Percebem ainda que o Deus Mazela não é punitivo. Pregava a ordem e o progresso, sendo de inspiração positivista. Cidade é próspera, com grande população flutuante, composta por marítimos.

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