Contos Draconianos

CIDADE DOS GOBLINS DIA SEGUINTE

CIDADE DOS GOBLINSDIA SEGUINTE

Após o grupo fazer o trato com os goblins de serem libertados em troca de uma oferenda que os goblins irão dedicar a seu deus. Como parte de trato o grupo deveria comer um cogumelo da febre vermelha. Um tipo de veneno, que mataria quem comesse caso não seja aplicado o antídoto em 2 dias. Assim, os goblins iriam garantir que o grupo voltasse com uma oferenda.

Aron e Baudolino comeram o cogumelo.Yekaterina e Leonel fizeram uma ilusão para que parecessem que eles também tivessem comido. Baudolino pergunta para Muggo, sacerdote goblin que sofreu um efeito de Charm Person, para onde fica a outra saída da caverna e também pergunta onde eles poderiam passar a noite. Ele indica uma das “salas” onde eles viram Xaif, o goblin chapeleiro.

O grupo decide passar a noite no local, assim Yekatarina poderia usar seus poderes para curar Aron e Baudolino, Aron e Leonel poderiam decorar suas magias novamente e o grupo poderia se recuperar. O grupo resolve fazer vigia. Nos primeiros turnos reparam que a cidade goblin estava em uma grande festa e era muito agitada. A festa vai até altas horas da noite.
Na manha seguinte, o lugar estava bastante calmo. Estavam todos dormindo uns sobre os outros.

O grupo começa a andar pela caverna e resolve entrar num salão. O lugar é todo revestido de gesso com garatujas e horrorosas esculturas de mal gosto de motivos Gunar. Nessa sala eles reencontram Muggo, o sacerdote. O grupo pergunta novamente para onde fica a saída. Muggo, que estava praticamente dormindo, indica a direção.

Ao sair da sala, o grupo é atacada por uma criatura de lama, que sai da parede da caverna e quase pega o grupo desprevenido. O criatura agarra Leonel e esmaga ele por um tempo. Enquanto isso o grupo ataca a criatura até sua morte. Leonel, depois, identifica a criatura como um golem, e que se trata de uma criatura criada por magia. O grupo se questiona quem teria mandado a criatura atacá-los.

O grupo segue seu caminho pela caverna e chega numa parte de aspecto nojento. Eles entram num salão com um palco no canto e um balcão de bebidas. Nessa sala eles não veem nada em especial.

Continuando o caminho, eles entram numa sala grande, que parece um arena, com várias estátuas grandes revestidas de gesso, retratando goblins feios; ao fundo o Grande Buraco Úmido e Morno. Perguntam a um goblin qualquer o que se tratava daquele buraco, se isso era a saída. E ele explicou que era o buraco da cerimônia.

O grupo segue o caminho, que vai diminuindo e escurecendo ao longo. Eles seguem caminho usando suas moedas encantadas de luz. Após um tempo andando, chegam num grande salão de pedra com um buraco no teto, aparentemente para fora da caverna. Eles fazem os preparativos para subir até o teto usando o tapete voador, até que ouvem grunhidos. Trata-se de 5 basilicos. Aron, de cima do tapete, usa uma magia de firebal, que foi o suficiente para derrotar as 5 criaturas, matando 3 delas e fazendo 2 delas fugirem para dentro da caverna. O grupo decide ir atrás dos basilicos que fugiram para capturá-los e dá-los como oferenda aos goblins. Na captura, uma delas morre. O grupo volta até o grande salão onde encontrou o buraco e encontram uma pilha de corpos e muito tesouro. (12000 mangos, cinto 4000, escaravelho 20000, colar 5000, pingente 4000, uma folha ornada em metal 7500 , tornozeleira 2500, broche (presilha) 2500, talismã de fortuna 40000, poção de fire resistence, mapa do tesouro mágico, wand (magic detection), scroll protection from magic, ring of spell storing (protection from evil, sleep, esp, continual light, infravision, dance).

O grupo volta para a cidade goblin e pede ajuda a Muggo para que consiga muitos goblins, para ajudar a carregar os basilicos. Após um tempo os basilicos são trazidos para o salão com o buraco úmido e morno. Os goblins começam a montar uma estrutura de madeira e corda em cima do buraco (uma espécie de elevador). Os goblins começam a se juntar nesse salão, Muggo descobre que das criaturas levadas, uma está fraca e outra morta, e começa a questionar se elas são oferendas dignas para a cerimônia.

Yekatarina intimida Mugo e os goblins em volta e descobre a cabeça do basilico que logo petrifica uns 20 goblins que estavam em seu raio de visão. Os goblins em volta ficam impressionados (mal reparam que um goblin havia morrido, mas pressionaram com o poder do basilico). Isso funcionou, e os goblins decidem usar as criaturas. Baudolino pergunta sobre os antídotos contra os cogumelos da febre vermelha. Muggo manda chamar Rulang, um goblin chapeleiro que traz o antídoto. Trata-se de um dos fundos que nasce em seu corpo, mas especifico em sua cocha direita.

O grupo então decide o que vai fazer daqui em diante. Se iriam salvar Laio, se iriam continuar a procurar tesouro nessa caverna, ou se iriam atrás do tesouro dos gigantes. Decidem por salvar Laio. Eles pegam os meios de transportes voadores e seguem para uma torre de um mago de que ouviram falar quando especulavam a respeito de como despetrificar Sir Waldrup.

Ao chegar na torre do chamado Consílio de Alcornoque, nome dado em razão da imensa árvore de Alcornoque-Rei presente na propriedade, o grupo é questionado por um guarda. O grupo se identifica e pede ajuda para que os magos da torre despetrificassem Laio. O guarda entra na torre e manda chamar Abelardo, o castelão. O grupo explica a situação de Laio, e que ele precisa de ajuda.
Aberlardo então manda chamar Guy de Merinita, um mago que tinha baixa estatura. Após uma negociação entre Baudolino, Aron e Guy, ele faz o preço de 26800 merrecas por 3 scrolls de Stone to Flesh.

Depois disso uma parte do grupo volta para o corpo petrificado de Laio para salva-lo. Aron e Leonel decidem ficar por um tempo na torre para aprender novas magias. Leonel consegue cada magia por 1300 mangos e Aron por 950 mangos.

XP: 20690

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O Buraco Úmido e Morno

Mestre: Balbi
Jogadores: Fernando, Heitor, Marcos, Pedro.

Ataque das Abelhas

Yekaterina, Baudolino e Laio, voltando de tapete voador para encontrar o resto do grupo, pouco tempo depois de sobrevoar o Palácio de Bertalhas, vão de encontro a um enxame de abelhas, foram atacados em pleno vôo. Por mais que as armaduras protegessem, muitos insetos entram em suas vestes e os picam bastante, até que com tochas acesas conseguem espantar a nuvem. Seguiram até o final da tarde e encontraram o grupo para se recompor.

Shaq, dos Bombata

Subindo a montanha, no sopé da montanha, são abordados por Shaq, Príncipe dos Bombata, um aventureiro indo em direção ao povo Jawara à procura de 5 medalhões, herança de seu povo; por acaso, pela descrição, pareciam ser aqueles do tesouro dos gigantes, na caverna que deixaram para trás três dias antes. Em conversa, Laio revela a posse dos itens – a contragosto de Leonel e Baudolino, que tenta intervir sem sucesso – e entrega os medalhões em troca de praticamente todas as posses do aventureiro: potion of strength, potion of flying, rope of climbing, 10 arrows +1 of stunning e 20.000 Mangos. O homem então deixa o grupo e ruma para oeste, de volta para sua tribo.

A Roda da Fortuna

Seguiram viajem até um platô, Aron e Baldolino fazem uma busca e encontram ruínas com uma imagem muito feia, gigante, de um goblinóide em pose heróica, com grandes colunas em volta e um templo grande encrustado nas pedras, com grandes portões de metal deteriorados; um lugar muito sujo, abandonado e cheio de bolor e fungos pairando no ar, em suspensão, a ponto de arder as narinas.

Resolvem acampar nas proximidades. Durante o turno de vigília de Laio, ele sofre um ataque por uma medusa, é petrificado mas por sorte conseguiu acordar o grupo a tempo. Leonel usa um Charm Monster em Léa, que junto com suas duas irmãs habita as ruínas, onde se encontra uma Roda da Fortuna. Aproveitando a receptividade e amizade imposta pela magia, Baudolino pede para ir até lá para girar a roda e tentar a sorte.

Ao amanhecer, acompanharem a medusa através das ruínas, observaram que tanto as pilastras quanto a estátua haviam sido revestidas com um tipo de gesso que cobria belíssimas esculturas do povo anão, substituindo as imagens por garatujas goblins e uma estátua muito mal feita de algum herói da raça.

Já no templo, dentre Lea e suas irmãs, Baudolino se oferece pra girar a Roda da Fortuna e ganha uma bênção em seu vigor (+1 em Constituição). Em conversa com as medusas, descobrem que elas estão lá há eras mas que o reino anão lá existiu, naquelas montanhas, antes ainda, e que hoje aquelas montanhas são tomadas pelos imundos goblins.

Enquanto isso, Aron analisa o interior do templo, bastante destruído e devassado por pedregulhos que arruinaram sua estrutura com o tempo, e encontra uma fenda que dá para um galeria, um nível abaixo. Resolvem voltar mais tarde.

Alvos fáceis

Ao nascer do Sol o grupo volta para o acampamento e as criaturas somem sem deixar rastros, assim como a Roda da Fortuna. Dormem durante o dia e, pela tarde, Aron volta à fenda e Baudolino toma uma Potion of Growth e comeca a tirar as pedras que bloqueiam a passagem. Nas galerias encontram um grupo de trolls e os abatem com facilidade aproveitando o posicionamento acima, fora do alcance das criaturas, queimando depois todos os corpos. Acham: um opal valendo 2.000 mangos, outro avaliado em 500 mangos, um amber no valor de 200 mangos, um carbuncle no valor de 4.000 mangos, e mais 3.000 mangose em moedas.

O Descartável Povo Gunar

Aaron de novo vê em um canto uma pequena criatura se esgueirando por uma pequena passagem que se abrira. Um goblin, que ao ver o elfo fica muito nervoso e tenta retornar, mas parece ter o caminho de volta impedido. Alguma engrenagem gira a pedra de volta e a passagem se fecha sobre a pobre critura, que morre esmagada.

Baudolino força a pedra a girar mais e a abertura aumenta de novo; Leonel entra pelo caminho de onde vinham os goblins e começa a explorar, matando goblins às dezenas com uma fireball. Os demais seguem. Descem um poço alagado e caminham nas estreitas passagens, percebendo na água larvas e peixes que as comem e explodem em seguida, liberando pequeninos goblins pálidos que morrem afogados em seguida.

Mais à frente, acham umas escrituras que Leonel decifra e elas falam de um rei que foi abandonado por sua linhagem original, formando assim sua própria linhagem, bem mais dotada sexualmente e mais forte que a anterior, que seria uma composta por burros e fedidos. Sao tementes a Slop, o “Deus Supremo”, que mora no Grande Buraco Úmido e Morno.

Andam mais um pouco e encontram 3 salas com buracos no teto; a primeira com algumas peças de prata ao chão, na outra fungos organizados e selecionados e na terceira um goblin-chapeleiro, espécie com a pele coberta por grandes cogumelos, que logo cai num Charm Person de Leonel, que pede pra ser levado ao Rei Guma Gunar, dos Gunar, líder dos goblins nessa área mal cheirosa, repleta de fungos e bolor, com muitos esporos pairando no ar.

O Jogo de Frole

Andaram por algumas passagens estreitas e desembocam em uma galeria bem maior, em uma espécie de favelão dos Goblins, com alguma agitação em curso. Percebem 2 torcidas, ou duas facções, uma azul e uma vermelha. Xaif, o goblin-chapeleiro, explica que estavam rumando para um tradicional jogo de frole, que envolve dois times de aproximadamente 2.000 goblins que se enfrentam em uma disputa que envolve uma bola de resina e muita pancadaria em um estreiro caminho através de um abismo, no qual os grupos representam sacerdotes que competem para ver quem vai celebrar o ritual de invocação de Slop. Depois de muita bagunça e milhares de mortos o time vermelho vence, o time de Muggo, um sacerdote vestido com roupas que lembram um cogumelo.

A Oferenda a Slop

Para começarem o ritual, porém, os goblins precisam de oferendas e iam oferecer os trolls que estavam na entrada da caverna, que o grupo deu fim. Precisando de alguém pra um sacrificio, foram atrás dos heróis, que correram até a saida de comida e se fecharam por uma web, enquanto Leonel foi procurar uma saída pelo buraco no teto, sem sucesso.

A porta começou a fica entupida de goblins, acumulando-se contra a web, e fecharam a saída do grupo. Depois de Baudolino e Leonel serem presos em um Hold Person, Aron consegue avistar quem realizou os feitiços e manda um charm person, começando a argumentar uma saída.

Eles combinam que terão até o fim do dia para encontrar uma oferenda que os substituíssem para Slop; para selar o acordo, tiveram que comer o Cogumelo da Febre Vermelha, pois caso não completassem a missão, morreriam envenenados; se fossem bem sucedidos, lhes seria dado um antidoto. O grupo aceitou, Aron e Baudolino comeram, o segundo passando mal enquanto Aaron ficou bem, aparentemente. Leonel e Aron fizeram um efeito de phantasmal force que fez parecer que o mago e Yekaterina estivessem comendo o fundo, mas sem comerem.

Assim o grupo é solto do local onde estava preso e os goblins abrem caminho.

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O Tesouro dos Gnolls

Jogadores: Balbi, Pedro e Fernando
Mestre: Heitor

O Ferrugem da Caverna

O grupo vai atrás dos trolls que fugiram mais para dentro da caverna, serpenteando por seus escuros caminhos, até que chega a uma bifurcação. Utilizam um scroll of mapping e assim conhecem de antemão o caminho à frente, que aparece desenhado de forma mágica no pergaminho. Chegam a um grande salão onde Aron repara rapidamente em um vulto e logo todos reparam em criaturas parecidas com tatus, de espessas carapaças, mas com grandes antenas e que andavam pelas paredes de pedra.

Rapidamente tais bichos avançam agressivamente, forçando o grupo a recuar, até que Laio se cansa e avança, enfrentando as criaturas identificadas por Leonel como Rust Monsters, que são atraídos por metais e os fazem enferrujar rapidamente ao contato.

Yekaterina resolve ajudar o guerreiro mas não impede que o ataque de uma das antenas de uma das criaturas acertasse o escudo de Laio, que rapidamente se deteriora. O combate prossegue e com cuidado os heróis conseguem evitar os ataques e exterminar todos os Rust Monsters sem maiores dificuldades.

Bestas ou Homens?

O grupo volta ao salão e passa a examinar paredes e as pedras em busca de passagens escondidas mas nada acha. Invade uma das reentrâncias do local e acaba esbarrando surpreso em criaturas humanóides bem grandes e bem peludas, lembrando ursos, que também se surpreendem com o encontro e, acuados, logo atacam. Segue-se um combate desigual no qual os heróis saem ilesos e as bestas mortas, com seus corpos se transformando em forma humana já estatelados nas pedras, para o espanto de todos, principalmente de Laio.

Os Gigantes de Três Braços

Continuam então a exploração e encontram enormes estalactites e estalagmites concentradas em uma reentrância mais profunda da caverna e prosseguem conhecendo o ambiente até que encontram três gigantes fortíssimos medindo cerca de seis metros de altura e cada um com três braços – o braço extra vindo do meio do peito. Em suas mãos, árvores inteiras usadas de porrete. Aparentemente era sobre eles que os gnolls se referiam e não aos trolls; tais criaturas guardavam um belo tesouro espalhado no chão, próximo a uma fogueira.

Inicialmente há apenas um estranhamento da parte dos gigantes e alguns grunhidos em uma língua desconhecida são emitidos. Sem comunicação possível, ambos os grupos se irritam e um combate se inicia.

Os gigantes são fortíssimos e logo na primeira troca de golpes, Laio cai no chão inconsciente. Baudolino, alvo secundário dos monstros, também é acertado e sofre danos consideráveis, mal conseguindo se sustentar de pé.

O grupo então se vê obrigado a recuar, fugindo pelas passagens mais estreitas que encontraram pelas quais os gigantes não passariam facilmente. Aproveitando a dificuldade dos monstros, Leonel se vale da vantagem que conseguiu à frente, mira suas magias e transforma um dos inimigos em rato e tomba outro com efeitos de extremo frio e depois fogo, restando um terceiro já debilitado mas bastante furioso, grunhindo de forma ameaçadora enquanto supera um obstáculo de pedra, partindo em direção aos heróis.

Yekaterina percebe o momento frágil do monstro e corre para cima dele, desferindo um golpe de maça fulminante em sua têmpora, enquanto se recompunha ainda agachado.

Um Corpo e um Tesouro de 350.000 Mangos

Todos voltam então em socorro a Laio, para constatar que já fora abraçado pela morte. De consolo, examinam o tesouro guardado pelos gigantes e encontram 5 lindos medalhões avaliados por Leonel em 20.000 mangos cada, 5 raríssimas gemas de um mineral chamado Corundum, que é a substância da qual se formam esmeraldas e rubis, mas que no caso se encontra em forma de Tristal, cada um avaliado no valor de 50.000 mangos. Recolhem tudo e levam o corpo abatido para fora da caverna, às pressas e com cuidado para não encontrarem mais monstros.

A Comoção dos Jawara

Saindo da caverna, encontram um gnoll à espera, entediado. O grupo tenta novamente a comunicação gestual mas Aaron percebe que sabe se comunicar, ainda que de forma precária, na língua utilizada por aquelas criaturas, pois era utilizada como tatibitati recreativo por sua família quando era criança em Gardack.

O gnoll, que começara balbuciando algum ceticismo pelo sucesso do grupo, sem acreditar no que seus olhos viam, passou a falar mais e mais alto até gritar com alegria “Mataram os Gigante! Chama o chefe, chama o chefe!”

Eis que começam a aparecer muitos e muitos outros gnolls que estavam perto da caverna à espera de algum resultado. O shaman, líder da tribo Jawara, agradece efusivamente o grupo e o parabeniza pelo feito. Logo se inicia uma conversa a respeito do tesouro que encontraram.

Inicialmente Aaron nega que tenham recuperado as riquezas mas isto logo gera desconfiança na tribo. Yekaterina então, em tom ameaçador, esbraveja dizendo que o tesouro é uma paga justa à perigosa tarefa que empreenderam, durante a qual perderam um amigo, e que os Jawara não precisariam mais temer aqueles gigantes. O líder, ainda sob efeito do Charm de Leonel, então aceita abrir mão do tesouro, ainda que boa parte dos demais gnolls tenham ficado claramente decepcionados e alguns até enfurecidos com a decisão.

Liléia intervém por Laio

O grupo decide então se dividir. Utilizando o tapete voador e com muita pressa, Yekaterina e Baudolino voam sem maiores problemas até o Templo de Liléia em Dufour e no início da manhã encontram Celina, que os pede sem muita paciência que esperem o término de sua missa.

Ao fim de seu culto matutino, dirige-se ao grupo bastante mal humorada e sem vontade de cooperação. Baudolino percebe que a sacerdotisa está bastante contrariada com a postura de Laio de ter abandonado a cidade depois da derrota na batalha para se juntar a seus amigos, que não seguem Liléia, para fundar um povoado nos Montes das Escamas. As notícias correm rápido.

O guerreiro de Perrutti percebe durante a conversa, porém, que a mágoa de Celina era no fundo com Rei Draco, que não se mexera muito nos preparativos da guerra da qual saíram perdedores. Ambos concordam que a covardia do monarca foi marcante e que uma preparação mais empolgada poderia ter mudado os rumos daquela história e Baudolino aproveita para construir a imagem de Laio como fiel à coroa mas também decepcionado com suas atitudes.

Celina recompõe então seus humores e aceita realizar o ritual que traria de volta o herói da armadura alada à vida.

A Cordilheira da Espinha

Enquanto isso, o restante do grupo sobe em paz os difíceis caminhos do sopé da Cordilheira da Espinha sem maiores problemas, conseguindo apreciar a grandiosidade daquelas pedras e assim dois dias se passam.

XP da sessão: 71.940 para cada jogador presente (ainda sem os bônus)

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Em Busca do Tesouro dos Gigantes

Presentes: Heitor, Balbi, Fernando, Marcos
Mestre: Pedro

EM BUSCA DO TESOURO DOS GIGANTES

Os heróis partem em jornada no 11º de Safira, pelo Calendário de Dracônia.

Logo no início da viagem, Yekaterina lembra Baudolino da dívida grande de dinheiro que este tem com os companheiros, preferindo deixar para conversar após esta viagem.

O grupo segue por alguns dias e encontra o Rio das Tribos, seguindo sua margem até uma bifurcação na entrada, optando por seguir para o norte. Aproximam-se da cordilheira ao anoitecer e a trilha desaparece; decidem, então, acampar ali.

Durante o turno da guarda de Yekaterina, ela ouve passos e um urro animal; acorda o restante dos heróis. Eles despertam e, enquanto Laio e Baudolino vestem suas armaduras, ela, Aron e Leonel investigam; encontram uma criatura humanóide, grande e peluda (que mais tarde descobrem ser um tipo de goblinóide, Bugbear). Ela não atende aos apelos de Yekaterina para parar e ataca; mais tarde é acompanhada por mais 5 da mesma espécie, mas todos são facilmente derrotados e mortos pelo grupo, com Laio e Baudolino logo se juntando ao combate. No dia seguinte procuram a trilha das criaturas para tentar encontrar seu lar, levando meio dia na busca, sem sucesso, e mais meio dia para retornar ao ponto de onde haviam partido – onde acabam acampando novamente.

No dia seguinte (19 de Safira), durante a viagem, Laio é subitamente atacado por um pégaso que habitava as redondezas. Leonel usa um feitiço para controlar a criatura e a oferece como montaria a Laio.

“Nó! Um alasão alado! É um aladão!”
Leonel tenta explicá-lo que a magia se exaure após um mês:
“Laio, apenas lembre-se de trazê-lo até mim a cada lua.”
“Uai, a cada lua… mas num era uma lua só?”

Seguindo a viagem, dois dias depois (21 de Safira) eles avistam um acampamento. Voando, Bahadur e Leonel identificam como sendo um acampamento Orc, com cerca de vinte deles; os heróis tomam o local de assalto, matando a maioria e afugentando o resto. Eles tomam o que encontram (3000 Mangos, 10000 Pratas e 8 cavalos) e seguem viagem.

Muitos dias depois (2 de Jade), à noite, Leonel, em seu turno de guarda, não percebe três criaturas humanóides se aproximando (Gnolls) – uma das quais consegue usar um feitiço para manipular sua mente, fazendo-o crer que são seus amigos. Ele tenta se comunicar com os 3, que querem que ele os siga até sua vila; Leonel acorda os demais, que, sem saber do feitiço, decidem acompanhá-lo.

A vila Gnoll é numa caverna que surge na encosta da montanha; trata-se de vila precária, mas razoavelmente populada (com pelo menos uma centena deles). Os habitantes hesitam, mas recebem os aventureiros. Outros xamãs entre eles também usam feitiços semelhantes nos demais integrantes do grupo, conseguindo afetar Laio e Baudolino, que inclusive entregam suas armas aos seus “amigos”. Yekaterina chama a atenção batendo em seu escudo e consegue se impor sobre os Gnolls, que a levam a seu líder – e Leonel lança feitiço de amizade sobre ele, com sucesso.

Conversam por gestos com este líder e outros, e perguntam sobre o tesouro dos gigantes; os Gnolls apontam para um dos corredores da caverna. Os heróis partem para investigar, e Leonel consegue inclusive convencer os Gnolls a devolver as armas.

No corredor, após uma divisão do caminho em três, o grupo segue pelo meio. Após algum tempo encontram-se com um grupo de 5 Trolls, que são seguidos por mais 5. O grupo derrota 6 deles e os outros 4 fogem; como Leonel tinha começado a batalha lançando uma bola de fogo, este (e Laio!) percebem que as criaturas regeneravam tudo menos fogo e, incendiando os restos mortais, os destroem.

XP da sessão: 2500 para cada.

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PRIMEIROS PASSOS DE GODRIXIA

EMPREITADA DE ARON

Aron ainda em sua antiga cidade ( Gardack ) , após derrotar o bando de Orcks, se dirige ao pequeno grupo de elfos que defendiam AA cidade de um invasão. O grupo é liderado por Cila. Aron pergunta o que aconteceu com sua cidade natal. Cila diz que a cidade praticamente morreu devido a investidas orcs. Existe um pequeno grupo (aprocimadamente 22 elfos) acampados a pouco tempo de viagem andando de Gardack.
Aron propõe que esse grupo de elfos se juntem a Godrixia para almentar a população da cidade que está sendo construída e para fortalecer militarmente o grupo de elfos. Cila propõe então ir falar com Arnela, a lide da cidade de Gardack. Aron, seu grupo e os elfos de Gardack seguem para o acampamento élfico. Aron fala com Arnela e propõe que os elfos se juntem a Godrixia em troca de seguraça contra eventuais ataques orcs e de outras questões como conseguir alimentos, moradias … Arnela se propõe a ir para Godrixia mas que no futuro os elfos terão uma cidade própria.

EM GODRIXIA

Yekatarina estava em sua tenda, pensando sobre a cidade e a sociedade que ela pretende manter na cidade. Ela pretende que os homens não deixem de ser guerreiros, e quer que as mulhes sejam provedoras de alimentos. Nesse momento um homem e uma mulher de Godrixia entram na tenda de Yekatareina e pedem para ser iniciados como seguidoores de Tromus. Yekatarina pede para que eles voltem em 1 lua. Ela decide fazer um ritual de iluminação e iniciação, onde ela se enterrou no centro da cidade para que todos vejam e lá ficou por 2 dias. Leonel ajudou Yekatarina com o ritual. Deu a ela uma poção para que ela não morra nesse tempo.
Durante esse tempo enterrada, Yekatarina tem a ideia de que quem realmente interessa na cidade deve seguir a Tromus. O resto do povo pode escolher a religião que desejar. Após 2 dias de ritual, Yekatarina sai de sua tumba muito debilitada. O povo não entendeu o ritual muito bem. Quanto ao casal que havia procurado por ela, ela decide por dar um titulo a eles, mas que eles não se tornassem um casal de fato, e alem disso ele precisam passar por um ritual, onde eles deveriam sacrificar um animal e se retirar em uma cripta com mortos por 1 semana (com água e alimentos) para que eles tenham contato com a morte.

CHEGADA DE ARON A GODRIXIA
No caminho para Godrixia, dois dos elafos da tropa de Aron se sentem mal após o segundo dia. (Eles haviam sidos mordidos por licantropos e estavam com lincantropia terminal.) Aron leva eles correndo para Yekatarina, que não consegue curá-los.
Baldoino que ia até Miséria a negócios, propõe a Aron que levaria os elfos a um clerico que pudesse curá-los. Isso custou a Aron 390 Mangos.
Aron, após a volta de Baldolino, reúne o grupo para decidir sobre a cidade, a situação dos elfos, das diversas regiões onde cada um vaise instalar em Godrixia. Eles também decidem que deveriam ter um contato com alguém ordenado por Tromus do reino de Biergotten para evitarem serem considerados como hereges.
Baldolino porpoe de ir procurar o tesouro referente ao mapa encontrado na Ilha do Fogo. O grupo parte no dia seguinte.

BUSCA DO TESOURO

A viagem deve durar aaproximadamente 12 dias e vai passar por florestas, montanhas e planices. È um caminho que Aron conhece bem. Logo no 2o dia, o grupo para pra dormir e fazem turnos. A noite o grupo é surpreendido por um bando de Wearwolf. Leonel paraliza 5 deles com magia. O ultimo foge. Leonel segue ele usando o tapete voador, e descobre a toca dos wearwolfs. Então ele volta ao grupo e eles seguem para a toca. O grupo encontra mais criaturas. Derrotam todos earrecadam com a pilhagem 3 joias (1 escaravelho 20000, 1 brasselete 4000 e 1 cinto 4000 ).

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ESPAÇO RESERVADO

Espaço reservado para aventura mestrada por Heitor e registrada por Marcos.

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A Batalha pela Torre

(09/12/2012)
Presentes: Heitor, Pedro, Marcos, Balbi
Mestre: Fernando

LEONEL E OS FANÁTICOS DE OGARIME

O barco carregando Leonel e os fanáticos pega uma tempestade e leva 16 dias de viagem para chegar a Miséria.

Leonel procura servos da guarda da cidade e informa que está lá com um exército para se encontrar com Yekaterina. Após algum tempo de espera ele se encontra com o Vizir, Hakim Firdos; este estranha isto (não se lembra de Yekaterina…), mas permite às tropas acamparem lá. Leonel pede notícias do fronte, e Firdos o atualiza, dando ênfase ao fato de que não há motivo aparente para Anames não atacar. Também pede notícias dos Barak; Firdos lhe responde que eles foram contratados por Anames e são parte das tropas concentradas perto da Torre Mágica de Lair. Leonel pede também ao Vizir se pode tratar com alguns místicos da cidade.

Ele envia Rahim Hashemi, um dos bruxos prestigiosos a seu serviço, para trocar feitiços com Leonel. Este adquire Read Languages, Dispel Magic e Mirror Image. Leonel também descobre que Firdos é um poderoso bruxo, e é o dono de fato da biblioteca – efetivamente Hashemi funcionou aí como um procurador de seu chefe nas negociações.

Leonel usa uma combinação de feitiços de voo e invisibilidade para viajar mais rapidamente em direção à Torre.

LAIO

Laio acorda, trazido de volta da morte por um clérigo do exército de Dufour, que acaba rapidamente saindo da tenda, atordoado com a quantidade de asneiras que o guerreiro fala ao voltar.

Muito debilitado, ele passa as próximas duas semanas se recuperando.

YEKATERINA E ARON

Os dois vão para a região do deserto onde os Barak costumam ficar nesta época do ano e encontram um grupo deles. Yekaterina apresenta-se como filha de Alexei, o Terrível, ninguém acreditando nela; o Barak que a recebe acaba revelando que Alexei foi lutar próximo à Torre de Lair, pelo lado de Anames. Os dois se separam: Aron segue com o exército para encontrar-se com os homens de Dufour, Yekaterina vai na direção do exército de Anames.

Ela encontra o exército de Anames; ao se aproximar é reconhecida pelos baraks do exército e, após intimidar alguns guardas, consegue reunir-se com Alexei. Este a recebe rudemente. Ela procura trazê-lo para o lado de Dufour na guerra, alegando saber coisas deste exército, mas ele mostra que os exércitos de Anames estão mais fortes, inclusive com as tropas de Perrutti. Ela alega que é seu destino liderar os Barak um dia em nome de Tromus, e que ele está arruinando sua nação. Alexei reage a isto com desprezo; ele também a insulta como inferior por ser mulher, dizendo-lhe que o que falta a ela é um homem que a dome, entre outras amostras do gênero, e afinal a deixa ir.

NO FRONTE

Pouco mais de um dia depois, Leonel chega ao acampamento de Dufour, aparecendo do nada e assustando um soldado. Pede para encontrar o responsável pelo exército e é levado à tenda onde encontra-se Lorde Brandon e os demais líderes do exército na reunião. Ele pergunta de Yekaterina e ninguém sabe; pouco depois Igor o sobrevivente pergunta a ele sobre onde Yekaterina está (assim denunciando seu parentesco com Laio…).

Lembrado dε companheiro de aventuras pela asneira de Igor, Leonel pergunta sobre ele e é conduzido à tenda de Laio, onde este ainda está se recuperando. Após trocar impressões sobre a guerra (com Laio concluindo que “falta guerra nessa guerra”), Leonel vai descansar pela noite, para voltar à Miséria no dia seguinte.

Tendo chegado, ele avista Baudolino e surge na frente dele. Pega sua vassoura de volta e eles decidem adiantar-se juntos ao campo de batalha, deixando com as duas tropas a ordem para marchar para lá, comandadas por Lorde Berend.

Dez dias depois, pela manhã, Aron chega com as tropas élficas, e Yekaterina chega à noite. Todos reúnem-se na tenda de Laio e discutem a situação.

Após alguma conversa, Leonel vai à Torre de Lair, voando, e vê que está tudo magicamente lacrado. Ele chama diversas vezes por Lair e fica até de noite esperando uma resposta.

Todos os heróis menos ele comparecem à reunião dos líderes do exército (Laio agora recebeu o comando de uma unidade de 100 soldados). Lord Brandon e as lideranças decidem continuar esperando, tendo em vista a situação ainda desvantajosa e a possibilidade de continuar treinando os soldados.

O ATAQUE AÉREO

No dia seguinte os heróis foram despertados por um alerta para ver três enormes silhuetas aladas no horizonte. Preparando-se para a batalha, são atacados por 3 enormes pássaros Roca, carregando, cada um, três halflings arqueiros, um anão com uma besta e um bruxo. Os pássaros despejam grandes quantidades de gosma verde, que Leonel consegue identificar como uma variante do Black Pudding que enfrentaram na ilha. Eles também cercam o acampamento com fogo, impedindo que os soldados se abriguem dos Puddings.

Leonel e Aron conseguem fazer grande estrago nos inimigos com seus feitiços, abatendo, com a ajuda de alguns arqueiros do exército, um dos três pássaros e alguns dos tripulantes dos demais. No entanto, o estrago causado é grande: em torno de mil feridos e mil mortos, incluindo Yekaterina, que é vitimada por um dos pássaros.

No pós-vida, Yekaterina encontra-se com Godrix. Ele revela que a missão de resgatar George era falsa, inventada por ele, e que o seu verdadeiro objetivo e, portanto, o dela, era fundar algo para a glória de Tromus.

Após o combate, Leonel procura o chefe dos clérigos e o pede para ressuscitar Yekaterina. Embora ele não seja muito convincente, o clérigo aceita fazê-lo porque entende o valor estratégico de ter uma curandeira poderosa entre suas fileiras. Ela volta à vida e cura ferimentos de Laio. Este, recuperado, corre para vestir a Armadura de Tratus Ro, pois a essa altura já se ouve a marcha do exército de Anames.

Enquanto isto Aron revista os corpos dos tripulantes do Roca abatido, encontrando diversos itens mágicos (ele sabe apenas que são mágicos, mas não suas propriedades): 21 flechas +1, uma +3, 3 short bows +1, um ring of weakness, um ring of spell storing (1 magia de 1º nível), uma wand of fireballs (15 cargas), um horned shield +1, nail finger (?), uma short sword +2, um mapping scroll.

A BATALHA CONTRA ANAMES

Após vestir a armadura, Laio passeia pelo campo e o artefato anima automaticamente diversos soldados como mortos-vivos (89); isto assusta os cerca de 50 soldados dele que tinham sobrevivido ao ataque, e eles se recusam a obedecê-lo – mas, alterado pelo uso da armadura, ele não se importa. Ele também tenta usar seu Geas automático no clérigo-chefe, mas falha. Também aproveita a confusão para se alimentar de carne humana, cumprindo a maldição.

Yekaterina cura os demais e recupera o comando de suas tropas, que tinham sido assumidas por Baudolino nesse meio-tempo. Eles reorganizam seus comandados o máximo que podem, exceto Leonel, que fica invisível em sua vassoura.

As tropas de Dufour avançam e atacam, o que é efetivo contra a estratégia de Anames. Laio, com os zumbis, e Yekaterina, com seus fanáticos, investem com tudo contra as tropas inimigas, ela eliminando um dos comandantes adversários. Os zumbis de Laio crescem em número com cada inimigo que derrotam, pois sua armadura tem efeito contínuo de reanimá-los. Aron usa feitiço de velocidade para apoiar seus arqueiros e distribui arcos mágicos para os melhores entre eles. Leonel, invisível, identifica um dos clérigos inimigos e o alveja, junto com todos os soldados próximos a ele, usando uma bola de fogo.

No entanto isto não é nem próximo do bastante, e a vantagem númerica, agora sensível, e de treinamento de Anames, foi decisiva, e Dufour sai em larga desvantagem do combate, perdendo o controle da Torre e sendo forçado a recuar mais 3 áreas. O exército de Miséria se sai ainda pior e tem baixas de metade de seus homens, pouco estrago causando no inimigo.

Yekaterina consegue furar as linhas inimigas para escapar, e suas tropas saem relativamente ilesas, inclusive porque ela usa todas suas magias de cura, bem como todas as cargas do seu staff, para recuperar seus feridos, ficando com 89 homens no total ao final da luta. Aron, tendo usado uma tática de recuo desde o começo, fica ao final com 17 homens, perdendo um dos arcos mágicos que tinha distribuído. Laio, no saldo de zumbis destruídos e reanimados, estava com 69, mas prefere sacrificá-los para facilitar a fuga do exército humano (o que contou como efeito heróico nos cálculos da batalha).

O saldo final é de mais 900 baixas para Dufour, que fica com 2100, pois teve de deixar seus feridos para trás. Eles causam 500 baixas em Anames, totalizando 700 com as baixas causadas por Miséria, o que deixa Anames com 4100 homens aptos.

PÓS-BATALHA

As tropas marcham noite adentro, exceto por Leonel, que recua um pouco e fica, para ver Anames tentando entrar na Torre, mesmo a uma grande distância. Ele vê que Anames não monta novo acampamento, mas consegue controlar o fogo.

À noite os lordes se reúnem para discutir o que fazer a seguir. Lorde Galbraith é um dos que se levantam para protestar contra a estratégia de esperar adotada por Brandon, sendo seguido por Aron e, em parte, por Laio (que está profundamente deprimido com os efeitos da armadura sobre ele). Lord Brandon retruca, dizendo que o problema foi a falta de investimento do reino no treino das tropas desde o começo; avisa então que retornará a Dufour e abdicará de seu posto.

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Babos

Jogadores: Balbi, Marcos e Pedro
Mestre: Fernando

Teleporte a Babos

Utilizando-se do teleporte privativo do Rei Draco, os heróis surgem em uma sala muito bem guardada e imensa, com seteiras e murderholes bem distribuídos no espaço. Há dois anões barbudos e fortes, muito bem armados, fazendo a guarda.

Não tratam os heróis de Dufour com hostilidade e logo convocam Tzaila, que logo chega à sala com seu admirável porte: alta, loira, vigorosa e muito bem vestida com os melhores tecidos que a civilizações poderia ofertar.

Se apresenta e leva o grupo com muita naturalidade e sem muitas perguntas – o que não ocorreu sem estranhamento de tanta benevolência – até a saída, no pico da montanha de onde se via uma cidade mais abaixo, no vale, muito escondida mas ainda assim bastante movimentada e opulenta, chamada Zarik.

Se dirigem até outro pico à frente, onde se encontraria o gerente do local, guardado por uma imensa torre protegida por muitos soldados elfos, bem armados e perigosos, todos portando a tabard vermelha com uma cruz azul ao centro. Lá dentro há muitos salões e grandes janelas para a magnífica vista da cordilheira.

Chegam a um grande salão, onde confortavelmente esperam por KPMG, um gnomo que se apresenta sem muita demora ostentando roupas finíssimas, bigodes pontudos e barba enceirada no formato de 3 pontas. Mostra-se muito perspicaz e bem informado; diz conhecer os Barak quando Yekaterina se apresenta e elogia a fibra de seu povo. Conhecia também todos os demais heróis pelos seus nomes e suas origens, tecendo ricos comentários que deram a certeza de que tratava-se de um gerente com muito conhecimento e interesse no grupo. Sorrindo, diz que depois de tantos feitos, eles não poderiam passar despercebidos.

Yekaterina fala brevemente sobre Tromus e KPMG um pouco sobre Klaus Glittergold, deus dos gnomos.

Os Serviços do Banco

Passa então a falar de negócios e lista os serviços que o Banco de Babos oferece:

  • Depósito simples, com taxa de 1% ao mês ou 10% ao ano, com extrema segurança dos bens depositados;
  • Empréstimo, com taxas de juros negociáveis; mais brandas conforme aumentam os valores em jogo;
  • Penhora;
  • Aluguel de itens valiosos;
  • Investimento, somente para quantias acima de 50.000 mangos, que é o depósito com renda de aproximadamente 10% ao ano, com dividendos auferidos uma vez ao ano, ao fim da colheita de primavera, mas há possibilidade, porém, de perdas por casos fortuitos.

O grupo conversa e resolve fazer um investimento. KPMG então os entrega um pequeno disco com a cruz – símbolo do banco – que se abre, possuindo dentro alguns números crivados: o número da conta, bem como a data e o valor do depósito.

Negociando, Aron com a ajuda de Leonel conversam com KPMG e chegam à possibilidade uma renda de 20% sobre a quantia depositada, o que é um negócio extremamente vantajoso que raramente ocorre no banco, que possui excelentes negociadores, principalmente o próprio gerente.

Ficou evidente para Aaron, porém, que o gnomo se sensibilizou com a volta das Estátuas dos Sete Sábios Élficos a Babos, conseguidas pelo grupo com o Rei Draco em troca de todo o tesouro em moedas e jóias; peças que o sensibilizam de sobremaneira.

A riqueza total avaliada no depósito do grupo foi de 109.841 mangos. Uma verdadeira fortuna.

Conhecendo Babos

KPMG se despede do grupo e Tzila volta a acompanhá-los pela cidade, mostrando suas defesas de forma a assegurar a segurança do banco. Leonel, porém, agora dominado pela Espada de Gukiraki, não vê tanta segurança assim e diz fala que “nós, Goblins, invadiríamos isto cedo ou tarde”, no que a mulher retruca, dizendo que os Goblins caíram justamente depois de uma tentativa infrutífera de invasão a Babos. A espada protesta e repete exaustivamente na mente de Leonel que seria tudo mentira. Impressionou a todos, porém, a ameaçadora defesa aérea da cidade, formada por Wyverns montados por dwarves fortemente armados e que carregavam ainda sob seu dorso dois halflings de artilharia.

Já Yekaterina caminha por Zarik para conhecer os hábitos, leis e organizações locais, lideradas pelo Rei Klaus XXXIII. Os demais procuram um local onde possam repousar e se alimentar.

Encontram uma taverna chamada Moeda de Ouro (que em Dufour os heróis conhecem como Mangos), onde se alojam, acompanhados mais tarde por Yekaterina, em retorno de seu passeio. Pedem da cozinha um prato típico de Zarik chamado Fondue. Todos conversam a respeito de seus planos e Yekaterina revela os seus: retornar aos Barak e convocar seu povo para sua missão; ingressar com eles no conflito da Torre de Lair junto a Dufour e Miséria, depois rumar até Ogarimi e Pierruti em busca de mais fiéis de Tromus na primeira cidade e mercenários, na segunda, e enfim marchar para Biergotten a fim de completar a missão a ela confiada por Godrix, em nome de Tromus.

Todos resolvem se manter unidos e seguir Yekaterina em seus planos, mas passando primeiro em Lebom, a cidade dos elfos do luar, a pedido de Aaron, no intuito de conhecer melhor este povo e buscar oportunidades, o que parecia ser inclusive uma oportunidade de se conseguir bons guerreiros élficos para formar tropas.

Lebom

Voam até Lebom seguindo as direções apontadas pela espada élfica de Aaron; Yekaterina, Aaron e Baudolino utilizando o tapete mágico e Leonel montando a vassoura mágica. Sobrevoam muito mato e floresta densa até cruzarem no alto com uma águia gigante. Notam que estão perto da cidade, que avistam com dificuldade em meio à selva.

Aterrisam e são recebidos por Lazuli, capitão da guarda aérea. O grupo, que percebe que sua chegada se tornou um acontecimento da comunidade, se apresenta e é logo levado a uma audiência no salão real.

Lá encontra o mordomo real, Momash, que pede que todos deixem suas armas do lado de fora antes de encontrarem o Rei no salão de audiências. Percebe a espada de Aaron e pergunta se era ela a Alurdiel, O Flagelo dos Orcs, admirando-se com a resposta positiva. Permite que a arma seja levada até a reunião, inclusive porque ela manifesta tal desejo.

Finalmente são recebidos pelo Rei e todos se apresentam de acordo com os costumes locais. O monarca logo percebe a espada de Aaron, admira e elogia suas linhas, seu fio e sua beleza, e clama sua posse em nome de seu povo, que a construíra, ouvindo a negativa do herói, que alega que Alurdiel o teria escolhido como o Portador da Luz dos Elfos.

Com muita polidez e diplomacia, Aaron manifesta seu desejo de aprender os caminhos dos elfos do luar, bem como a forma de organizarem sua comunidade. Falam também sobre os elfos de Fingolfin e de Luele, que se teriam decaído e se tornado mercenários, desviando das tradições de honra e heroísmo que seu povo considerava adequadas.

Os demais heróis se apresentam e conversam sobre diversos assuntos de Dufour e da trajetória que os levou até ali. Yekaterina fala de seus objetivos de formar um exército para engrossar a resistência na Torre de Lair ao lado das forças de Dufour e Miséria, e de como gostaria de contar com elfos em tal missão.

É travado uma aliança então: o rei abre recrutamento de soldados de seu povo para, sob o comando de Aaron, partirem para a campanha ao lado de Yekaterina.

A reunião então é encerrada e os heróis formem com novas perspectivas.

Alguns dias em Lebom

O grupo passa alguns dias em Lebom. Yekaterina treina suas habilidades com maces com o Grande Mestre Falafelo, enquanto o recrutamento real é publicado e alardeado pela cidade. Aaron passa alguns dias aprendendo magias com conterrâneos.

Enquanto isso, Leonel se encaminha para Ogarimi para recrutar devotos de Tromus para lutar ao lado de Yekaterina e Baudolino ruma com o mesmo objetivo para Pierruti.

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Negociações

Baudolino aborda Yekaterina, que está hospedada no Templo de Liléia, após jantar visando discutir os planos desta em relação à dívida que Dufour assumiu com ela, bem como ela poderia resolver seu problema de ausência de tropas usando parte do ouro que possui, mencionando que já esteve no Pico de Babos, onde se encastelam gnomos banqueiros, que saberiam proteger e “multiplicar” o valor guardado, de modo que a riqueza aumentaria, como que espontaneamente. Esta pede tempo para marcar encontro junto com Aron e Leonel, afim de discutir o assunto.

Este último hospedara-se na Escola de Magia, onde contara suas peripécias; ganha o respeito dos presentes e Vega permite acesso à Biblioteca, onde aprende magias.

No encontro marcado, no aposento do Templo cedido a eles para guardar seu volumoso tesouro amealhado nas últimas andanças. Baudolino explica que já esteve no tal Pico de Babos, levado por seu chefe, o homem mais poderoso de Perrutti. Os gnomos de Babos seriam especializados em proteger e armazenar grandes quantias e suas movimentações por trás dos principais acontecimentos políticos de Draconia e além. Os heróis aceitam e encarregam Baudolino de agenciar o contato, recebendo 5% do total ali presente em troca. É incumbido ainda de fazer o levantamento do tesouro, incluindo dos itens mágicos, após Aron e Leonel revelarem os poderes anteriormente identificados. Descobrem que as moedas totalizam 36.711 mangos, as jóias, gemas, especiarias e outras riquezas, 162.410gp. Os itens mágicos são repartidos entre os presentes, ficando Aron controlado pela espada mágica Alurdiel, que convence-o da necessidade visitar os Zoranar em Lebom, os místicos, misteriosos elfos do Luar, que vivem reclusos ao Sul da Cordilheira do Espinhaço do Dragão. Leonel é controlado pela Espada de Gukiraki, que convence-o a investigar o tesouro mágico apontado no mapa anteriormente conseguido pelo grupo. Baudolino requisita alguns itens, incuindo a espada de Van der Gelder, a 2a melhor do quinhão, que possui encantamento que melhora sua eficácia contra criaturas extra-planares, em troca do pagamento de sua comissão, completando de seu bolso a diferença.

Partem após alguns dias para encontrar-se com o Rei Draco, soberando de Draconia, que mora no Palácio de Bertalhas, próximo ao Forte Draco, cidade idílica onde vive a corte de Draconia. O Forte é uma imensa torre de menagem circundada por 2 sólidas muralhas, em excelente posição dominando a estreita planície entre a floresta e a cordilheira do Espinhaço. o forte está repleto de soldados, incluindo várias companhias mercenárias. A comitiva dos heróis, de posse de 2 carroças carregadas de carga tilintante, não deixa de chamar a atenção das tropas.

Leopold, rijo veterano que é o mestre da Torre, administrador do castelo, os recebe para a reunião marcada. Esperam o Rei, que está em caçada. São levados após algumas horas para Bertalhas, belo palácio, protegido pelos Protetores de Draco, grupo de heróis, consagrado à guarda do Rei. Lá, em uma mesa ao ar livre, encontram o Rei, que almoça após a caçada. Aparenta ser um rude veterano homem de armas, tornado obeso pela idade e o abuso dos prazeres mundanos. Está cercado de sicofantas e usa uma peruca ridícula compondo o restante de seu vestuário com espalhafato e ostentação, um aceno ao restante de sua corte. Ao ver os heróis, expulsa os puxa-sacos mais próximos, abrindo grosseiramente espaço para que se sentem junto a ele. Lá, convoca Harold e Gerald, burocratas igualmente decorados com ridículas perucas para ajudarem na condução da negociação.

Yekaterina solicita suas tropas para resgatar George, mas o Rei reafirma o que Gattwyck informara, que não podem dispor de tropas neste momento, mas que aceitaria negociar uma compensação pecuniária, como anteriormente mencionado. Oferece 10.000 mangos, suficientes a seu ver para recrutar e alimentar 200 mercenários em batalha durante 2 meses, mas Baudolino intervem afirmando que em vista da guerra, a escassez e elevação de preços de mercenários não só em Draconia, mas nas regiões vizinhas. Gerald concorda. Aron oferece a opção de incluir este valor na troca por riquezas mais transportáveis do tesouro do grupo, que inclui moedas e outros itens de mais fácil repasse para o soldo de mercenários. O Rei gosta da ideia e concede. Após demorada negociação, em que revelam que vão a Babos, o que faz com que o rei percebam que existem novos atores no cenário regional, combinam a troca do tesouro pelas Estátuas dos Sete Sábios Élficos – obras-primas que conjuntamente valem muito mais do que avulsos – e um transporte seguro até Babos. Este último sai caro ao grupo, custando 8% do negociado, porém, Yekaterina tem pressa em resgatar George e Baudolino temendo os riscos da viagem e não tendo que pagar o custo de seu bolso, aceitam a proposta, não sendo contestados pelos demais.

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