Contos Draconianos

Expansão de Godrixia

Mestre: Marcos
Jogadores: Balbi, Heitor, Fernando, Pedro.

Nova Gardaki

O grupo resolve viajar até a foz do Rio das Tribos, depois de acordo de Aron com Sinela, sobrevoando a Planície de Liléia. Resolvem acampar para o pernoite e são visitados por harpias que com seu canto encantam a todos, menos Yekaterina e Aron, que percebem o ardil das criaturas, que acabam por dividir o grupo depois da sacerdotiza e do elfo abaterem duas das 3 que lá estiveram. O clima tenso só é disperso com o fim do feitiço.

Chegando próximos à foz do rio, já desembocando no Lago do Olho de Dragão, são surpreendidos por uma grande tempestade, da qual se abrigam em uma caverna encontrada por Sinela. No dia seguinte, 16 de vermelho, com tempo bom, encontram o sítio perfeito, rico em prata e ouro, e fundam a Nova Gardaki, novo lar dos elfos órfãos de Gardaki, sendo Sinela a líder e Aron o Comendador do local e proprietário de suas terras.

O Templo de Tromus em Godrixia

Ao fim do mês de vermelho, Yekaterina consagra e inaugura o Templo de Tromus em Godrixia com o sacrifício de um de seus mais fanáticos seguidores, em belíssima cerimônia que impressionou e arrebatou a todos da cidade e além.

Dois dias depois, aos 30 dias de vermelho, volta a embarcação de soldados que haviam se perdido no caminho a Nova Gardaki. Camilo procura Baudolino Baudolino muito cansado mas bastante empolgado, revelando que o navio encontrou outro continente.

Fundação de Porto das Escamas

No mês de Cristal notícias chegam através dos marinheiros, reportando problemas com dragões pela costa; ainda pequenos em tamanho mas muito problemáticos em conjunto.

Baudolino e seus homens espantam da superfície algumas tribos de orcs e goblinóides para fundar a oeste de Godrixia, em 13 de dourado, a cidade de Porto das Escamas, na costa sul da baía das escamas, região rica em pescado, cedro, vinho e cabra.

Muriel, capital de Godrixia, aumentou sua população em 80 famílias enquanto Nova Gardaki em 43 famílias.

Fundação de Cuba e Troma

Continuando a limpeza de raças goblinóides, orc e outras criaturas selvagens da região dos Montes das Escamas, Baudolino e seus homens fundam, em 9 de âmbar, a cidade de Troma, em região habitada por muitos snow apes, produtora de mulas e apicultura, e Cuba, rica em carvão, em 16 de âmbar.

Muriel aumentou sua população em 165 famílias, Nova Gardaki em 52 famílias, Porto em 54 famílias.

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espaço reservado - marcos

espaço reservado – marcos

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*DE VOLTA A GODRIXIA*

Após a batalha, Laio lidera os sobreviventes e os acalma. Leonel rapidamente pega o corpo de yekatarina juntamente com a vassoura voadora e se teleporta para Doufur. Uma vez em Doufur, ele vai de vassoura até a catedral de Lileia. Chegando na catedral, Leonel é parado por um guarda e questinado sobre o que está acontecendo. O povo ao redor se junta. Eles parcem intrigados e comovidos. Leonel pergunta pela matriarca para ressuscitar o corpo. O guarda orienta para que Leonel siga pelos fundos pois já estava causando reboliço na população.
Leonel segue voando com a vassoura para os fundos da catedral. Lá encontra Leitor e a Matriarca de Lileia. Eles entram. Leonel fala sobre os dragões em Anames. Celina não se surpreende com a noticia. Leonel pede que ressucite Yekatarina. Celina a principio se nega por se tratar de uma sacerdotisa de Tromus e alem disso por não gostar da atitude de Leonel ao chegar causando reboliço na cidade. Ela fala que não poderia fazer o milagre naquele dia. Leonel deixa o corpo de yekatarina na igreja e segue em direção da prefeitura.
Chegando na prefeitura, é parado por guardas. Um dos guardas reconhece Leonel e vai chamar Gattwick. O guarda volta e fala para Leonel entrar. Gattwick estava rodeado pormilares. Leonel fala a todos o que viu na torre de Lair e sobre Anames. Os militares ficam bastante irritados. Gattwick pergunta se o grupo descobriu algo mais e ele diz que sim, mas que não poderia falar agora.
Leonel segue para a escola de magos para procurar abrigo.
No deserto o grupo sobrevive a base de carne de dragão. Aron monta um acampamento feito de ossos e pele de dragão. A noite o grupo faz turnos. No meio da noite uma hidra surge o grupo se protege dela. Laio morre no combate. Aron tenta acalmar os grupo. Passa a noite e no dia seguinte ele decide por mover o acampamento para um lugar afastado dos corpos de dragões.
Em Dufour yekatarina é ressuscitada. Ela agradece a Celina e diz que gostaria de recompensar. Celina diz não precisar e reclama do comportamento de Leonel. Ela também perguntou se existia problema em ressussitar seguidores de Tromus e Yekatarina diz que não.
Leonel teleporta Yekatarina para o deserto e ela aparece enquanto o acampamento ainda estava sendo levantado. Ela gasta um tempo ressussitando Laio que se levanta mau.
No dia seguinte, yekatarina usa seus poderes para ressussitar baldolino que também fica em um estado muito fraco para qualquer coisa.
No mesmo dia Leonel assim que acorda, se teleporta para o deserto perto de Anames onde supostamente estaria o acampamento. Leonel está sem sua vassouira voadora, pois tinha dado ela para Yekatarina para usar no caso do teleporte falhar e ela aparecer muito alto. Quando ele chega no deserto e não encotra o acampamento, ele usa seus poderes para voar e procurar o grupo de cima, mas foi sem êxito. Apenas no fim do dia ele encontra o rastro certo e acha o grupo. Ao chegar no acampamento, Leonel fala que o grupo está indo para a direção errada. Ele também propõe que se teleporte um por um para godrixia. Ele poderia ir na frente, trazer Tomazo para ajudar no teleporte e preparar o povo de Godrixia para receber e amparar os recém chegados. Aron fala com Leonel e negocia os escritos da magia de teleporte e assim ele poderia ajudar também. No final a magia custou 1000 mangos a Aron.
No dia seguinte (28 de Rubi) Leonel se teleporta para Godrixia.
A noite cai. O grupo monta acampamento. Aron faz uma magia para tornar o acampamento invisível. Foi decidido que alguns homens entre os sobreviventes fariam guarda. No meio da noite, um halk aparece montado por 7 homens. Os homens parecem estar vendo o grupo e ordena que o grupo aparecesse e se identificassem. Aron se aproxima e pergunta quem eram eles. Todos pareciam ser magos ou Clerigos. Estavam bem vestidos. Um deles fala que tinha perguntado primeiro. Aron sente que tentaram usar uma magia contra ele. Aron não viu quem era e para responder, tenta usar a magia Charm Person no homem que parece ser o líder do grupo e falha. Surge uma tensão no ar, logo Aron sente que tratava-se de um combate contra adversários poderosos e se rende e tenta acalmar os ânimos. O líder se identifica como sendo Julio Galeos, mago supremo de Biergotten. Ele perguntou o que despertou os dragões, e o que o grupo havia feito. Aron responde que não havia feito nada. Aron apenas conta a historia do grupo que se tratavam de sobreviventes dos ataques dos dragões e que precisava de ajuda. Julio Galeos ignora a historia e vira as costas e vão embora voando montados nos halks.

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O Terrível Ataque dos Dragões Azuis

Mestre: Fernando
Presentes: Heitor, Pedro, Balbi

O grupo segue para Anames. O caminho está todo devastado, com gado devorado e construções destruídas. Leonel, tendo lido o Draconomicon, consegue identificar que há diversas espécies de dragão causando esta destruição (pelos efeitos dos sopros de dragão das diferentes espécies) e que, além disto, estas espécies estão atacando em bando.

À tarde, durante a viagem, o grupo quase é emboscado por quatro gigantes azulados, acompanhados de nove ursos polares; Laio os avista antes do bote. Eles tentam extorquir comida, mas antes que os heróis consigam tentar dissuadi-los, um deles arremessa uma pedra. Segue-se breve combate, com os heróis rapidamente derrotando os gigantes e assustando os ursos. Eles encontram dinheiro com os gigantes (5.000 Mangos) – que parece muito dinheiro, como se eles estivessem “de mudança”, e não com um lar por perto. Sendo assim o grupo não procura o lar, seguindo viagem até o anoitecer.

Na mesma noite Baudolino, de guarda, ouve barulhos metálicos; Laio desperta com o barulho. Eles acordam os demais. Alguém pergunta quem se aproxima; Aron vê que é um grupo de quase 30 pessoas, incluindo mulheres e crianças. Yekaterina os saúda e eles pedem comida; cada herói lhes oferece meia semana de ração. Eles vêm de diversas cidades, entre elas Vostfall, uma cidade a norte de Anames. Muito alarmados, eles dizem que dragões enormes causaram a destruição, maiores do que casas; Leonel acredita que isto seja exagero, mas que, mesmo assim, o crescimento dos dragões está maior do que o esperado.

Os heróis decidem ajudar o grupo, conduzindo-os até Miséria, de onde poderão pegar o barco de Baudolino até Godrixia.

Na noite seguinte (25 de Rubi), Aron, de vigília, avista, ao longe, criaturas aladas; Laio também acorda com o barulho das asas, e logo todo o acampamento está de pé para testemunhar algo assustador: 13 dragões azuis pequenos (mas ainda assim com cerca de 6 metros de comprimento) preparam-se para atacá-los num rasante.

O combate que se segue é terrível. Aproveitando a distância, e mirando com muita precisão suas bolas de fogo, Aron e Leonel causam grande estrago. Laio usa uma poção de Força de Gigante e Baudolino, de Fortitude. Em seguida, porém, todos os homens armados com o grupo dos camponeses são mortos pelas rajadas de eletricidade que os dragões cospem logo no início do combate, e muitos dos não-combatentes também são massacrados em seguida, restando 23 sobreviventes. Sem chance de vestir suas armaduras, Baudolino, Yekaterina e Laio recebem ataques ferozes; mesmo Aron, vestido com a sua, porém, recebe duros ataques e os sopros de dragão, ficando a beira da morte. Ao final da luta, já com apenas 5 dragões de pé, Laio derruba dois dragões, cada um com um só golpe, o que afugenta dois dos três dragões que então restam; em seguida o líder consegue, com seu sopro, matar os já feridos Baudolino e Yekaterina, já seriamente feridos; ao final, foi necessário unir os feitiços de Leonel e Aron e mais dois ataques de Laio para finalmente derrotá-lo.

Os sobreviventes percebem, com os cortes violentos das espadas de Laio e Baudolino, que havia tesouros não digeridos em alguns dragões, e abrem seus estômagos, onde encontram: 15.583 pratas, 45.833 mangos, 9 gemas de 50, 9 de 1.000 e 10 de 5.000 mangos.

O saldo do combate, porém, é muito amargo, e o grupo se encontra quase indefeso no meio do deserto: dos camponeses restam apenas as mulheres não-combatentes, crianças e idosos. Laio e Aron estão gravemente feridos e, sem Yekaterina, sem meios de se recuperar rapidamente; além disto, sem ela e Baudolino, o grupo está reduzido a um terço de seus homens de linha. Apenas Leonel, que lutou o tempo todo em sua vassoura, da maior distância possível, escapou ileso. A situação é gravíssima.

XP da sessão: 27.348, sem ajustes.

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Situação em Godrixia

A 23 de Rubi (81 dias após a partida para caçar o tesouro dos gigantes):
A paliçada externa (13.000 Mangos), bem como o fosso do castelo (9.600 mangos) de Ariel (capital de Godrixia) já estão prontos, e a torre principal já está sendo feita – ela contará com seteiras, janelas gradeadas, “venezianas” (shutters), chão, teto e escadas de pedra, paredes internas, móveis maneiros (37.150/225.000 mangos). Total das construções: 247.600 mangos.
O templo de Tromus já está quase terminado (60.000/76.500 mangos).
Já temos 93 famílias vivendo em Godrixia, a maioria dos novos imigrantes vindo de Miséria, alguns de Ogarime e uns poucos de Perrutti, afora alguns elfos e baraks desgarrados. Os impostos sobre as famílias geraram, desde a saída dos heróis, 1104 mangos no primeiro mês, 1216 no segundo, e gerarão, ao final do terceiro, 1488, num total de 3808 mangos.
Baudolino encarregou 2 barcos de estabelecerem linhas comerciais; um apenas com Miséria, outro numa rota maior, passando por Dufour, Ogarime etc. O lucro mensal da rota até Miséria (360 milhas; 6 dias de viagem) é de 2.800 mangos. O lucro mensal da rota maior (38 dias de viagem ida e volta) é de 1.143 mangos.

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Post reservado II

Reservado para Fernando (aventura de 02/04).

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Post reservado

Reservado para Marcos (aventura de 28/03).

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Nas Montanhas

Mestre: Heitor
Jogadores: Balbi, Fernando, Marcos, Pedro.

Maldições Danadinhas

As pequenas e numerosas sprites coninuaram perturbar a todoss com o assédio ao pobre Baudolino, mesmo depois do grupo montar o acampamento para passar a noite.

Com efeito, Leonel, Aron e Yekaterina não conseguem repouso suficiente para recuperar suas magias, ficando a sacerdotiza particularmene irritada com as espivitadas e oferecidas fadinhas.

Conforme levantam acampamento e as sprites se ensarilham e discutem em torno de Baudolino, Yekaterina vai chegando a seu limite até que lança sobre uma delas uma magia de silêncio, impedindo que fizessem mais barulho com suas vozes irritantes.

Elas resolvem então rondar e atazanar Yekaterina, que perde a cabeça de vez e parte para o ataque, esmagando uma por uma com sua maça, sendo ajudada pelos demais. Uma delas, acertada por Baudolino, é a portadora da magia de silêncio e as demais voltam a emitir sons. Juntam-se e amaldiçoam a sacerdotiza, dizendo que seus dentes iam ficar moles e cair, e o guerreiro de Perrutti, praguejando que seu braço da espada ficaria mole. E deu certo.

Todos teriam se irritado ainda mais se Leonel não tivesse resolvido o assunto com uma magia de sleep que as fez dormir todas e caírem rumo ao abismo da cordilheira.

O grupo resolve prolongar o repouso para que consigam decorar magias e pela tarde Yekaterina cura as maldições de todos com magias de Remove Curse.

Os Ambegs

O grupo sobe nos tapetes e vassouras voadoras e continuam a subir pelos espinhaços da cordilheira, seguindo as imensas escadas na pedra e as indicações do mapa do tesouro. Em pouco tempo a temperatura cai bastante e o ar começa a ficar rarefeito. Não demora, podem avistar de longe, bem alto, construções gigantescas e, junto delas, três gigantes. É o objetivo do mapa.

Se aproximam e Leonel faz sobre um deles uma magia de charm person, conquistando a amizade do gigante de nome Tog, que apresenta seus amigos Dolg e Convensolg. A eles é pedido que levem o grupo aos líderes, no que dizem que podem fazer o contrário: levar os líderes até eles.

Assim o grupo conhece o ainda maior Pepsicog, líder de um grupo dos Ambegs, que os liderou na Guerra Seca, que deixou para trás seu reino atual para voltar às origens, naquele majestoso local. Os que ficaram são liderados, segundo Tog, por Cocacog. Todos são bastante civilizados apesar de rudes.

Yekaterina se apresenta, dizendo que leva a palavra de Tromus. Pepsicog ouve atentamente erelata animado que seu povo já venerou o Panteão de Algazur, indo conversar com seu povo a respeito da novidade, deixando o grupo assentar fora das construções.

O Templo dos Ambegs

Depois de algum tempo, volta Pepsicog com um grupo de seis outros gigantes, desta vez sem Tog. Chamam Yekaterina ao templo; o grupo acompanha. O caminho desce as colinas e passa por colossais construções na pedra, moradias ainda inabitadas, ocupando o espaço em camadas como um bolo, acompanhando o geomorfologia da montanha. A escada desce em degraud de 10 a 15 metros de altura. Depois de cerca de 200 metros, o templo, com muitas rochas trabalhadas e símbolos sagrados de diferentes deidades. Próximo ao templo, um imenso e imponente salão real.

Pepsicog explica brevemente sua história, sua vontade de reocupar o antigo lar de seu povo e o quão benéfico poderia ser incorporar novamente o culto a Tromus dentre os seus.

Cerimônia a Tromus

Yekaterina então pede que Pepsicog convoque todo seu povo para participar de uma cerimônia de consagração do templo a Tromus. Discursa longamente utilizando a história dos Ambegs, dizendo que Tromus não é apenas o deus da morte, mas também do renascimento, do ciclo da vida, e que era chegada a hora de abençoar o renascimento daquela ancestral cidade.

Pede que o povo faça um sacrifício em homenagem a Tromus. Pepsicog diz que não há muitos gigantes e que não era bom que ninguém se martirizasse. Dolicog oferece alguns goblins que guardava em uma gaiola, para horror da espada goblinóide de Leonel.

Yekaterina nega, e pergunta a Dolicog o que ele achava daqueles Goblins; ele responde que são pequenos, irritates, sujos e inúteis. A sacerdotiza diz que não serviriam então, porque deveria ser sacrificado algo que fosse valorizado e estimado.

Fantog então oferece de sua gaiola uma ave Roc, alimento muito apreciado pelos Ambegs, e oferece a Tromus. O animal é sacrificado e seu sangue lava e consagra o tempo a Tromus, dando início à cerimônia, que se alonga pela tarde até o início da noite.

Ao final de tudo, Yekaterina pergunta a Pepsicog se ele pretende se tornar sacerdote de Tromus perante os Ambegs. Ele diz que é um fardo grande e que já é muito atarefado. Indica sua esposa, Tang. Yekaterina a coloca então à prova.

Aponta seu dedo à gigante e invoca o raio da morte de Tromus, que poupa a filha do líder do clã dos Tangamandápios, apontando sua nova sacerdotiza.

Pega Ladrão!

Enquanto Yekaterina realizava a cerimônia, Aron se esgueirava pelas construções dos Ambegs atrás do tesouro indicado no mapa. Fantag, que deixara a cerimônia mais cedo volta à casa e sente o cheiro do elfo enquanto vasculhava um enorme baú de pedra cheio de riquezas e consegue agarrá-lo em apenas uma mão mesmo ele estando sob efeito de uma magia de invisiibilidade.

Fantag leva apressadamente Aron ao templo e o entrega a Pepsicog, que pede explicações. O grupo convence que o elfo havia se perdido e ficara invisível para se proteger, não para xeretar. O líder aceita as desculpas e a cerimônia se encerra com festejos.

Gigantes vs Goblins

O grupo resolve passar a noite nas instalações dos gigantes mas Leonel se mostra bastante desconfortável com os gigantes, inconformado com os goblins aprisionados em jaulas.

Em conversa, o grupo decide visitar Gzitt, partindo pela manhã, guiados por Baudolino, que viaja na direção do caminho percorrido pelo goblin quando foi atrás de suas importunas fadinhas danadinhas. Os heróis percorrem uma estreita e perigosa garganta e sobrevoam uma pequena trilha que parecia indicar o caminho certo.

No paredão do outro lado da garganta, então, avistam um matilha de lobos saírem e entrarem em alguns túneis. A espada goblinóide dá a Leonel o sentimento de que são lobos utilizados por goblins e tudo indica que as cavernas levam aos domínios de Gzitt. Depois de seguirem horas, a fenda termina e os paredões se encontram, terminando a trilha em grandes entradas, muito escuras, na pedra crua.

Seguindo a espada, Leonel direciona o grupo. Muito à frente, encontram-se com alguns goblins verdes, da mesma raça de Gzitt aparentemente. O mago fala de Gukiraki III e um diálogo se inicia até que Diuff, o anão, é notado e atacado sem cerimônia. Os heróis intervém e resolve a situação com apenas uma baixa goblin, com Leonel jogando um feitiço de charm monster que conquista a amizade quase incondicional das criaturas.

Os goblins os guiam através de uma passagem secreta, outras passagens escondidas, inúmeros e labirínticos túneis talhados na rocha não por eles ou anões – talvez até por humanos, segundo Diuff – até o reino goblin no interior da montanha. O caminho foi tão longo e complicado que nem mesmo o scroll of mapping portado por Baudolino serviu.

Cidadela Goblin

Chegam finalmente à cidadela de Gzitt’zan, bem construída e sólida, erguida sobre as ruínas de colunas, escadas e estruturas de pedra abandonadas há muito. A vila goblin é ocupada por dezenas de goblins; infinitamente menos numerosa esta tribo com comparação aos Gunar, mas o caos é comparável, proporcionalmente. Fica claro que ainda há muito espaço a ser ocupado e que o lugar comportaria muito mais criaturinhas iguais àquelas.

Pedem a Zoubulf, um dos goblins encantados por Leonel, que leve o grupo a Gzitt ou Gukiraki III, apresentando Laio como Rei de Godrixia. Muitos goblins demonstram curiosidade e acompanham a comitiva pelos corredores. A espada de Leonel percebe que aqueles eram goblins de tribo diversa da tribo de Gukiraki, mas que pertenciam todos à mesma raça e linhagem. O mago se sentiu muito confortável com a proximidade daquele povo e sueu estado de espírito foi visível.

Eis que o grupo chega ao trono de Gukiraki, imponente, usando um cetro, manto e coroa perante seus súditos, que não pouparam cerimônias para seu soberano. O grupo se apresenta e se diz em missão diplomática por Godrixia, buscando aliança. Durante a conversa, Leonel insiste em se referir àqueles goblins como “nosso povo”, e começa a ficar evidente a influência da espada sobre ele.

Gukiraki explica que seu povo está retornando, que fez chamado para reunir novamente toda sua linhagem e unificar os reinos goblins que se encontram espalhados e frágeis. Yekaterina fala dos Gunar e no mesmo instante o soberano goblin os desmerece e seu povo cospe no chão, quebra coisas, inicia uma gritaria até que o soberano pede silêncio para ouvir melhor o que a clériga tem a dizer.

Yekaterina então continua, dizendo que portava a voz de Tromus, mas Gukiraki diz que seu povo venera outra deidade. A sacerdotiza contemporiza, dizendo que Tromus vem de um grande panteão e que a presença de seu culto não prejudicaria o outro credo, mas de forma geral fica claro que o soberano goblin não tem muita disposição de receber o deus da morte.

Baudolino fala a respeito dos gigantes Ambegs e Gukiraki cospe no chão. Yekaterina revela que o grupo fez aliança com eles, e que se aceitaram o culto de Tromus, para desconforto do rei goblin. Aron afirma que a aliança é provisória e a sacerdotiza confirma e diz que o conflito entre o povo goblin e os gigantes não desagrada o deus que representa. Que vencerá o mais digno.

Gukiraki volta a falar sobre a história de seu povo e o expurgo que sofreram daquelas montanhas no passado nas mãos dos anões. Reclama que hoje está tudo tomado por orcs e gigantes e diz que sua linhagem precisa de estabilidade na região para voltar em peso.

O Trato com Gukiraki

O grupo sugere então que os Goblins se preparem para o conflito. Gukiraki gosta da idéia, principalmente se conseguir a ajuda de Leonel e dos demais para expulsar os gigantes, seu primeiro alvo.

Baudolino negocia e pede que em troca do apoio, todo o tesouro fique com o grupo. Gukiraki aceita, mas com a condição de que fique com ele o tomo que os gigantes guardam, possivelmente mágico, e que guarda um enorme conhecimento a respeito dos caminhos da Cordilheira da Espinha, que tornaria o conflito com os orcs mais fácil. O trato é feito, desde que o acesso ao livro fosse liberado sempre que os heróis quisessem.

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As cavernas dos Orcs Albinos

Mestre: Balbi
Presentes: Heitor, Marcos, Pedro, Fernando.

O grupo havia derrotado os gigantes ao final da trilha; Aron procura, sem sucesso, entradas secretas. Leonel e Baudolino orientam o grupo pelo mapa do tesouro dos gigantes que, pela interpretação deles, indicava que deviam subir. Leonel segue só com a vassoura, invisível, para fazer um reconhecimento.
No reconhecimento ele, mais adiante, identifica algo que lembra vagamente uma trilha ou caminho, sem saber dizer se está somente gasto pelo tempo e erosão, ou se é simples coincidência. Ele regressa para encontrar o grupo, que continua o caminho a cavalo, para levar Aron (que também usa um feitiço de invisibilidade) e ver se ele consegue encontrar alguma passagem secreta lá. A suposta trilha acaba dando numa parede; Aron procura passagens secretas, mas nada encontra. Eles reparam que as rochas, conforme sobem, ficam mais cruas, com menos sedimentos. Descem de volta para encontrar os demais. Eles seguem até o fim do dia e montam acampamento. Decidem por deixar os cavalos neste ponto com a parte mais pesada do tesouro e seguem viagem voando.
No turno de Aron, o segundo, ele ouve grunhidos e, com sua infravisão, vê formas humanóides, montadas em lobos. Laio desperta com o barulho e, juntos, começam a acordar os demais. Leonel voa para fazer um reconhecimento, aproveitando sua invisibilidade, e vê que são cerca de dez, semelhantes a orcs, mas com a pele clara; os demais se apressam para vestir suas armaduras. Após algum tempo deixam o lugar; Leonel os segue, a distância. Eles navegam com facilidade pelas montanhas, entrando afinal por um buraco na rocha. Leonel retorna ao acampamento e todos decidem terminar de descansar.

OFF: Expressão popular nas escolas de magia de Dracônia: “Fulano sai transformando cavalo alheio em pégaso”; designa um presente que, apesar de ser presente, é uma intromissão, que acaba dando errado. Diz-se de um aluno que, na intenção de agradar seu mestre, transformou um cavalo dele em pégaso, sem saber que este era um corredor de raça pura.

No dia seguinte eles retornam na direção em que Leonel os seguira na noite anterior. Na entrada havia um guarda, da mesma raça da noite anterior, adormecido. Baudolino, [[|yekaterina-barak|Yekaterina]] e Content Not Found: diouf o atacam durante o sono e matam. Após, há dois corredores; eles seguem o da esquerda. As paredes, chão e teto do lugar são finamente esculpidas; no entanto, o caminho dá numa parede sem saída. Eles retornam e tomam o outro caminho (antes, Leonel experimenta a fortíssima bebida do guarda).
No caminho, ouvem um som ao caminharem, e as paredes de pedra à frente se fecham. Aron investiga a área e encontra uma pequena conexão, muito bem feita, entre este lugar e o que seria a região atrás da parede antes do outro corredor, com uma corda de aço. Laio corta esta corda, com bastante esforço e tempo; ao fazê-lo ouve um grande estardalhaço metálico, seguido de outro barulho mais pesado. Ele começa a correr e os demais o seguem, mas ele mesmo e Aron se atrapalham. Pouco tempo depois, de uma passagem aberta na pedra, surgem muitos dos orcs brancos, cortando Aron e Laio dos demais companheiros, a quem atacam.
Uma bola de fogo de Leonel dizima boa parte dos orcs, que começam a recuar de volta para o corredor. Incentivados por Laio e Baudolino, o grupo os segue, sendo por sua vez atingidos por uma bola de fogo inimiga – eles saem relativamente ilesos, mas “Aladão” (pégaso que Laio montava, sob efeito de charm monster) morre sob os efeitos dela, deixando Laio desolado. Aron revida a bola de fogo, matando muitos outros no processo (mas sem ver se atingiu o caster adversário). Isto faz com que quase todos os inimigos fujam; eles ativam outro mecanismo para que as paredes se fechem atrás deles. Apenas uma dúzia fica, sendo eliminada com relativa facilidade pelos lutadores de linha. Sem conseguir pensar em como ativar o mecanismo ou em outra forma de entrar, o grupo decide retomar o caminho do mapa dos gigantes.
Quase no crepúsculo, os heróis chegam a um trecho das montanhas plenos de rochas pontiagudas, cuja forma lembra a de escamas de dragão; mais ao longe com uma escada esculpida na pedra – de proporções gigantescas, que chegam a dar, com isto, ilusão de estarem mais próximas, mesmo estando do outro lado de um grande vão.
Eles estão recuando até um lugar mais seguro, para passar a noite, quando são abordados por diversas criaturas que parecem pequenas humanas com asas de insetos. Elas dizem ser as Danadinhas, e ter encontrado heróis para salvá-las de Gzitt, um goblin que as teria capturado. Baudolino as convence a passarem a noite com eles, para serem protegidos.
Logo no turno de Leonel um pequeno humanóide, voando, se aproxima, declara ser Gzit e clama direitos sobre o território e sobre as criaturas. Laio desperta imediatamente, seguido um pouco depois pelos outros. Leonel percebe, sob influência da espada, que Gzitt é um goblin de linhagem alta, e diz que deveriam devolver as criaturas a ele, por serem deles de direito. As Danadinhas procuram se proteger com Laio, que rapidamente mostra sua disposição de protegê-las. Após alguma conversa elas amaldiçoam Gzitt, que perde um dente sempre que conta uma mentira; esta maldição deixa claro que ele mesmo as tinha mandado embora, ainda que num momento de raiva. Até mesmo Leonel, então, diz a ele que, sendo assim, as Danadinhas não lhe pertencem mais – o que as faz tratá-lo (irritantemente) como seu novo mestre. Furioso, Gzitt solta diversos impropérios, alegando ter caído nos favores de seu soberano recém-regresso, Gukiraki III, indo embora (com Laio mandando um abraço para Gukiraki).
As Danadinhas agarram Leonel e passam a importuná-lo. Ele as expulsa, sofrendo uma maldição (de nunca mais conseguir satisfazer uma mulher), e elas procuram Aron; já Aron as convence a servir Laio. Quando este não sabe o que fazer, Baudolino consegue convencê-las a voltar para Gzit; elas passam, então, a importunar Baudolino. Apesar de Aron colocar algumas para dormir com um feitiço, as restantes atrapalham o sono de Yekaterina, que não consegue recuperar seus feitiços.

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Erros de Navegação

Mestre: Fernando
Jogadores: Balbi, Heitor, Marcos, Pedro.

O Tesouro das Salamandras

Ainda na caverna, depois de um pequeno rio de lava no interior das pedras, o grupo encontra um buraco de onde provavelmente vieram as salamandras enfrentadas. Lá dentro encontram um colar avaliado em 10 mil mangos, um amuleto de 25 mil mangos, um cetro de 25 mil mangos, um broche de 3 mil mangos e uma fivela de cinto no valor de 1.5 mil mangos.

Depois disto voltam à viagem, pernoitando sob as estrelas em uma noite tranquila.

A Hidra Distraída

No fim da manhã, ao passar por uma ravina, o grupo encontra uma Hidra que não percebe que está acompanhada, sendo facilmente abatida. Seguindo as pedras, encontram o lar da besta e, junto a restos de homens devorados, acham um saco com 2 mil mangos.

Perdidos na Trilha

O grupo se perde e passa 3 dias vagando pelo sopé rochoso das montanhas até que encontram a Floresta de Zomark, seguindo o trajeto para oeste contornando os paredões da cordilheira.

À noite são atacados por 7 criaturas aladas de pedra, como esculturas de gárgulas com vida. Aron e Baudolino custaram a acordar e se armarem, tendo o grupo certa dificuldade em superar o desafio, principalmente Leonel, que sai bastante ferido.

Os Humores de Yekaterina

O grupo acampa, descansa e se recupera. Continua o caminho pela manhã, viajando pelos limites da floresta e os paredões da cordilheira, até que chegam ao Rio Titânia. Lá, fazendo a travessia, encontram um grupo de pessoas que saíam de Titânia em direção a Lebon.

Tratava-se de Zargos, primo distante de Laio. Passam a dialogar bastante, cada um atualizando o outro sobre sua vida. O primeiro diz que está a levar seus quatro amigos – 3 magos e um halfling – para Lebon para negociarem magias. O segundo diz que está buscando um tesouro e conta sobre a recém fundada Godrixia, seu título de nobreza e suas terras.

Yekaterina teme que os viajantes fossem linguarudos e criassem problemas em relação ao reino de Dufour, que ainda não foi oficialmente comunicado a respeito do novo Reino vizinho. Influenciada pelo interminável falatório dos dois primos, atrasando a viagem, ainda por cima, passou a desconfiar também dos magos que já se preparavam para a travessia e lhes lança um feitiço de hold person, paralizando todos.

Escapam apenas o halfling, que erra um disparo de estilingue sobre a sacerdotiza e é logo capturado por um feitiço de Web lançado por Leonel, e Zargos, que se apressa em fugir a cavalo, com medo, sendo seguido por Laio, tenando, atordoado com a atitude de Yekaterina, clamando reconciliação.

A sacerdotiza de Tromus inspeciona os magos e suas cargas e não vê nada realmente valioso, apesar do grupo perceber alguns itens mágicos. Estando desbaratados os homens de Zargos e analisando a situação com mais paciência, Yekaterina opta por não matar nem roubar ninguém, fazendo logo a travessia e deixando todos os oponentes para trás; não sem ser arguida com muita curiosidade por seus amigos a respeito dos motivos para o ataque repentino.

Mais salamandras!

Depois de oito dias de viagem o grupo começa a subir o Rio Lacoste, mais a oeste. Acampam e dormem ao cair do dia e Laio durante seu turno nota se aproximando, da montanha, três seres incandescentes.

Eram três salamandras. O grupo entra em combate e Leonel logo transforma uma em sardinha com feitiço. O fogo atrapalha o resto da luta mas os heróis prevalecem, sem maiores danos.

No dia seguinte, seguem as trilhas da salamandras e encontram um buraco na rocha. Lá dentro 6.000 merrecas e 2.000 tosões; que o grupo deixa intactos por julgar muito peso por tesouro sem tanto valor. Baudolino, porém, anota em seu mapa a localização do buraco. Só que anota errado.

Ataque Aéreo

Continuando o trajeto, o grupo é atacado por moscas gigantes, mas todas caem rapidamente ante uma fireball lançada por Leonel.

Pedregulhos!

No nono dia de viagem, já subindo a montanha, à noite, o grupo é atacado por gigantes, que arremessam imensas pedras. São rapidamente abatidos à distância e não causam maiores danos.

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