Contos Draconianos

O Emissário, o Espião e a Grande Sombra
Godrixia recebe comitiva de Dracônia; descobrem espião; tem surpresa desagradável.

Yekaterina faz grandes cerimônias para atrair a benção de Tromus, conseguindo inspirar bem seus soldados e as demais tropas de Muriel, em sua maioria tementes ao deus, mas sem o mesmo efeito nas restantes.

Em 15 de Verde, Guy de Dracônia, primo do Rei Draco I, de Dracônia, chega em comitiva. Yekaterina o acompanha até o pátio, solicitando que aguarde a chegada dos demais. Guy oferece a ajuda de Dracônia, cujo exército ele alega ter se recomposto parcialmente.

Almoçam juntos, discutem os termos do acordo, Baudolino levantando dúvidas sobre a capacidade de Godrixia de exercer sua soberania, sendo censurado discreta e efetivamente por Yekaterina. Nisso, Baudolino e Lisa, clériga da comitiva de Dracônia notam ruído próximo à porta. Surpreendem espião, que estava disfarçado de Luciano, tenente dos balesteiros da Companhia Dourada de Baudolino. Yekaterina e Baudolino o levam para interrogatório em sala reservada. Lá descobrem que se chama Fabrício e deduzem que está a serviço dos piratas.

Como não fornece muita informação, Yekaterina decide sacrificá-lo em cerimônia pública, mas o impacto da cerimônia é diminuído pela percepção de grande sombra sobre os presentes.

O navio pirata voador chegou e os atacantes descem voando.

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Preparando a defesa de Muriel

Mestre: Pedro
Presentes: Heitor e Fernando

Em Muriel, Grócio, o Senescal decide convocar também a milícia das regiões mais próximas, conseguindo mais 86 homens (BFR 25, poor).

Aron, usando as bolas de cristal ao longo dos cinco dias antes da chegada do navio, consegue localizar Yekaterina, Tomazo e os dois outros prisioneiros do barco numa ilha abandonada. No terceiro dia ele usa vôo e se teleporta para o mar próximo à ilha (evitando os riscos do erro do teleporte). Percebe que Yekaterina e Tomazo estavam sob efeito de feitiços que os impossibilitavam de usar os seus, que ele consegue anular com sucesso, e os solta. Solta também os outros dois prisioneiros, Jorge e Freakers Zulu, que dizem vir de Floriana, uma vila muito pequena ao norte de Titânia, saqueada pelos homens do barco. Quando eles pedem ajuda, Yekaterina diz que eles poderão ter um lugar em Muriel se aceitarem Tromus – faz um sermão para eles, sendo razoavelmente sucedida em convertê-los (Jorge diz ser fazendeiro e Freakers, ferreiro, o que parece útil a Yekaterina).

Eles decidem que o melhor seria enviar Yekaterina logo e Tomazo a teleporta com sucesso; os demais passam a noite lá. Ela chega e ajuda a organizar a defesa da cidade, principalmente seus seguidores. Lá, guiados pelo engenheiro Freyssinet e por Romário, o artilheiro, os homens constroem uma balista e um trebuchet no andar mais alto da torre (o oitavo); mais dois destes, vindos com as tropas de Baudolino, são içados com sucesso.

Na ilha o clima é inclemente, fazendo muito frio, mas todos aguentam bem, exceto Aron, que passa um pouco mal. Ao longo do dia, ele exige que Jorge e Freakers façam um abrigo e encontrem água; após dormirem, Tomazo e Aron teleportam os outros dois para Muriel.

A população de Muriel, junto com a família de Baudolino, foge nos navios destes.

Na noite do quarto dia guardas avistam quatro figuras vestidas de branco, voando na direção do castelo. Questionados, eles afirmam vir negociar; assim, uma comitiva, composta por Yekaterina, Michele Baudolino, Mohammed e Vlandrei, dos Skargerrak, é enviada a seu encontro. Layla, líder dos quatro estrangeiros, fala em nome dos piratas do barco voador e pede um resgate em troca da vida de Laio (mantido refém após ser transformado em ovelha) no valor de meio milhão de mangos. Michele negocia muito bem e consegue descer o valor para 80 mil em dinheiro e jóias mais o que os estrangeiros pudessem carregar em recursos locais – Yekaterina fica satisfeita com este rumo, pois isto os obrigará a trazer o navio para perto, o que permitiria surpreendê-los, tomar Laio e seus itens de volta a força, e se vingar, por isto passa a maior parte da conversa em silêncio intimidador, fazendo barulhos metálicos com seu escudo. Durante esta negociação fica evidente que eles têm uma ideia de quanto dinheiro Muriel possui. Layla não parece muito satisfeita, mas parece aceitar; os quatro voam embora e desaparecem pouco antes de sair da linha do horizonte.

No dia seguinte Aron e Tomazo voltam a Muriel e, reunidos com Yekaterina, Michele e Grócio, planejam o que fazer. Aron teleporta-se para pegar o corpo de Baudolino, mas erra o feitiço e acaba surgindo sob o solo do templo de Liléia em Titânia, morrendo no processo. Tomazo vê isto numa das bolas de cristal e se teleporta com sucesso atrás dele, mas é incapaz de fazer algo para recuperar o corpo neste mesmo dia; enquanto isto, recupera o corpo de Baudolino. Em seguida, vai falar com o sacerdote responsável pela igreja, Jaiminho, sobre o corpo de Aron. Após negociarem, no que Tomazo consegue alguma vantagem ao perceber que o sacerdote prefere sempre evitar a fadiga, fica acertado que o mago poderá contratar alguns homens para cavarem, contanto que eles também pintem a igreja depois; ele também consegue convencer o homem a receber mil mangos para fazer um porão. Tomazo causa muito estranhamento ao propor esta tarefa na oficina de um pedreiro pela efetiva fortuna de mil mangos, mas o chefe deles aceita e, com sua equipe, ao fim da tarde e direcionado pelo nail finger, alcança o corpo de Aron. No dia seguinte, teleporta-se para uma torre que conhece muito bem em Perrutti, onde pretende encontrar alguém que ressuscite os dois corpos resgatados – o que consegue, por oito mil mangos. Em mais dois dias, todos conseguem retornar para Muriel.

No sétimo dia desde o ataque do barco voador (11 de verde) os elfos de Aron chegam a Muriel; a milícia do restante do feudo também chega, totalizando 215 milicianos.

Restam doze dias (do retorno de Aron e Baudolino) para a data combinada para os homens do navio virem pegar o preço do resgate (23 de verde).

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PIRATAS VOADORES

O grupo estava a beira da cidade de Titânia interrogando Alister que é um dos responsáveis pelo roubo da Armadura de Tratus Ro. É perguntado a ele quem iria usar a armadura. Alister diz não saber. O grupo sabe que ele está mentindo. Após um tempo de interrogatório, ele abre o jogo e diz que ela está sendo levada para Orlândia (um pequeno império praticamente selvagem que rivaliza com o Império Biergotten cujo nome do imperador é Puting). Alister diz que os campeões de Orlândia quem vão usar a armadura. Alister fala também que quem tem a armadura agora é um cara chamado de Heitore Albani (um intermediário). Aron usa a bola de cristal para achar Heitore Albani. Ele está no alto de um plator de pedra curvo no planalto de Lebon.
Derrepente o grupo é surpreendido por um navio voador e um bando de homens voando em direção ao grupo.
Baudolino mata Alister. Quase todo o grupo é preso por magia de hold exceto Aron que se teleporta para Muriel.
Baudolino é morto e degolado. Laio foi transformado em ovelha. Entre os inimigos se destacam um elfo e um outro que é muito grande e que carregava uma espada de duas mãos e tinha m cicatriz enorme no rosto e uma barma longa. Eles sabiam que era o Laio. Eles levam o grupo para o navio voador e os prendem. Pareciam ser piratas e ostentavam bastante riqueza e o navio parecia ter um espólio grande.
Aron usa a bola de cristal para ver se o grupo ainda está vivo e ver onde o navio estava. Ele vê o resto do grupo aprisionado e Laio como ovelha. Aron fala com Mohammed o chefe da guarda de Muriel para convocar todas as tropas do reino de Godrixia para defender o castelo. Mohammed adota uma estratégia ruim de enviar pescadores indefesos para as outras cidades para convocar tropas em Riamond , Cuba , Troma e Nova Gardack. Foi enviado mais de 1 pescador para cada cidade. Um dos pescadores para Riamond foi pego por uma gárgula, foi levado para o mar onde tinha um elevado com uma pequena caverna e lá morava uma bruxa do mar que o encantou.
Outro pescador que se dirigia para Cuba se deparou com uma hidra de 7 cabeças. Na volta para Muriel o exercito de Riamond foi atacado por 2 gigantes porem foram facilmente derrotados.
Aron fica constantemente visualizando por suas bolas de cristal o paradeiro do grupo capturado. Passam 2 dias e Yekaterina , Tomazo e outros 2 prisioneiros foram jogados em uma ilha aparentemente deserta e com pterodátilos. Mas Laio foi mantido como refém.

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A Caça da Armadura

Mestre: Heitor
Jogadores: Balbi, Fernando, Pedro.

Alexey

Aron vasculha a Estalagem do Marinheiro Trôpego atrás da armadura com seus homens e não encontra vestígios. Resolve então usar o Nail of Pointing – artefato que acionado se torna um dedo de esqueleto e aponta a direção do objeto mais próximo de um tipo tal que se pretende encontrar – e aciona o mesmo para que indique para que lado está a caixa de chumbo mais próxima, recebendo indicação sudeste.

O estalajadeiro, Mohammed de Miséria, checa seu livro de hóspedes e diz que o ladrão ficou hospedado 1 semana sozinho, chegando a encontrar-se com outro homem no período: um sujeito de barba clara, um tanto calvo de meia-idade, fortemente armado e, pelas vestes, oriundo de Dufour ou cercanias.

Aron então volta ao ladrão e utiliza-se de um fetiço de charm person para extrair informações do sujeito, que comportava-se apático, imóvel e de pouquíssimas palavras. O elfo consegue a confiança do capturado, que se diz um profissional e que não pode revelar muita coisa. Com a promessa de segredo, revela ser conhecido como Alex e acredita que a armadura está a caminho de Titânia porque Alister, seu contratante, deixara escapar algo a respeito. Indagado a respeito de seu contratante, diz não saber nada relevante a seu respeito, que lhe pagou 40.000 mangos em jóias e pedras preciosas. Revela que levou a caixa de chumbo até a estalagem utilizando-se de poção de vôo fornecida para o serviço e que Alister teria de lá saído em posse do item através de alguma magia de teleporte.

O comendador de Nova Gardack então oferece 10.000 mangos mais a liberdade para que se junte ao grupo para reaver a armadura roubada. Passa a analisar a bola de cristal atrás da armadura mas não a encontra, sinal de que não fora ainda removida de sua caixa. Pergunta a Alexey alguma peculiaridade de Alister, no que é informado de sua notável espada encrustada de pedras preciosas e de sua muitíssimo bem ornada bainha e a bola de cristal revela o sujeito parado em uma feira livre em uma praça modesta em frente a um humilde templo de Liléia, como que esperasse alguém.

Alister em Titânia

Yekaterina, que a esta altura já voltara de Nova Gardack, deduz que deve tratar-se do templo de Liléia em Titânia, do qual já ouvira falar, recebendo a confirmação de Laio, nativo da cidade. O grupo então reúne-se, convoca Tomazo e parte sobrevoando costa da Baía das Escamas. Flagra um monstro na água, aparentemente uma hidra, a alguns kilômetros de Muriel, mas não considera risco suficiente para intervenção na vida da besta.

Durante o pernoite, já nos limites dos montes das escamas, Yekaterina e Laio surpreendem dois basiliscos cruzando o espaço do acampamento. Logo Aron, que acordou em um pulo, se encarrega de ambos com flechadas certeiras.

Seguindo o Rio Titã, passam por plantações e chegam a Titânia, confirmando a visão de Aron na bola de cristal: a feira ocorrera lá mesmo. Laio encontra muitos conhecidos e velhos amigos, não conseguindo se concentrar muito em sua missão. Aron, por outro lado, utiliza a bola de cristal e vê a plate maio de Alister no segundo andar de uma estalagem local, O Barbudo.

O grupo adentra apressadamente o local, tomado pelos bêbados de costume que nada acrescentam à busca mas revelam algo sobre o perseguido: Alister seria local, ex-membro do exército de Dufour.

Yekaterina e Tomazo passam a sobrevoar as cercanias em busca do sujeito e flagram Alister fugindo, no que é paralizado com feitiço de Hold Person e capturado, com cordas e saco na cabeça, decolando o grupo para interrogá-lo no mato, fora de Titânia, sendo ovacionado pelos cidadãos na saída.

O Interrogatório

Antes de começar o interrogatório, Tomazo faz um feitiço de detect magic e substrai do capturado seus itens magicos: espada, flechas, anel, pergaminho e uma bela bola de cristal.

Passam então a fazer perguntas a Alister, que demonstra reconhecer pelo nome cada um dos membros do grupo, exceto Tomazo. Revela que entregou na noite anterior a armadura a Ettore Albano de Perruti, ex-capitão da guarda. Descreveu a posse mais relevante do homem: um pingente de ouro em forma de pinheiro.

Baudolino perguntou quem usaria a armadura, utilizando seu anel mágico de detecção de mentiras, e percebe que a declaração de Alister de que nada sabia a respeito não era verdade.

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Post reservado - Fernando

Post reservado para aventura mestrada por Pedro e registrada por Fernando.

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O Roubo da Armadura de Tratus Ro

Mestre: Fernando
Jogadores: Heitor e Pedro.

Os heróis retornam para Muriel com os espólios do combate anterior, inclusive com o corpo gigante do golem, carregado pelos marinheiros de Baudolino (e que, feito de bronze, vale 5000 gp). Este faz, diante da multidão, um discurso introdutório para o de Laio, sem muito sucesso; só quando o rei faz seu discurso, enfatizando seus feitos ao matar o golem, a população se inflamou (aumento de 30 no confidence de Muriel).
Após isto passam-se aproximadamente dois meses (de 9 de Safira a 3 de Verde).
Durante este tempo, Arnela recruta com sucesso dez soldados elfos para atuarem em Nova Gardack, sob comando de Aron, todos relativamente bem qualificados (2º e 3º nível). Já Grócio, Senescal de Muriel, recruta ao longo do mês 65 soldados, aumentando o efetivo para guardar a cidade (que já passa de 400 famílias em tamanho) para 115. Laio já passa este intervalo treinando pessoalmente as tropas novas e antigas.
A 3 de Verde, Aron é avisado de que navios eram avistados na costa de Nova Gardack. Aron vai até o local e avista os navios, com bandeiras vermelhas, de Baudolino, mas barcos que ele desconhece. É realmente Baudolino, acompanhado de sua família: Michelle Baudolino, o pai; Gina Baudolino, a mama; Paula Baudolino, a irmã do meio; Pietro Baudolino, o irmão mais novo; além disso chegam também Girolamo Dalmaso, clérigo de Fortuna, e Bob Burnquist, pirata mercador das ilhas Skargerrak, ao sul do império de Biergotten. Aron os acompanha até Muriel, após as devidas apresentações e o convite.
Quatro dias depois, enquanto Laio está treinando com suas tropas, a cidade de Muriel entra em rebuliço, avistando os navios. Os fanáticos de Yekaterina já pegam em armas. Laio pega Aladão e se dirige para lá, encontrando a meio caminho com Baudolino e Aron, no tapete. Os ânimos se acalmam e, mais tarde, festejos são organizados para receber os convidados, onde Michelle, um homem alto, experiente aventureiro dos mares, com seu indefectível bigode, tentando impressionar a todos com suas histórias, acaba roubando as atenções de Laio, irritando-o.
Aron, por sua vez, usa a festa para testar os limites da resistência élfica à bebida. Acaba acordando na cama com Paula Baudolino, vindo a reparar que ela é magra demais para uma humana normal e/ou saudável, além de estranha, desajeitada e um pouco devagar mentalmente.
No dia seguinte, Baudolino reúne-se com Laio sozinho, evitando a interferência dos demais (em especial Yekaterina) e pede um baronato para seu pai, sob alegações de que este poderá patrulhá-lo bem, e que esta seria uma posição estratégica. Laio hesita, pois pretende ceder as terras ao redor de Muriel a seus familiares, além de estar “de mal” com Michelle pela festa, mas acaba aceitando, com a insistência de Baudolino. Com estas terras e o pai como vassalo, Baudolino chegará a Visconde de Porto, sendo seu pai o Barão de Riamonte (o novo território). Após, partem todos, alguns para Porto com Baudolino, outros para Nova Gardack para pegar as tropas restantes, outros, ainda, marchando já para o território novo. No total são 650 homens – o que endividou Baudolino tremendamente.
Duas semanas depois, pela manhã, Laio é acordado por guardas que o avisam que a sala com a Armadura de Tratus Ro foi violada e quem a guardava estava desmaiado. A Armadura realmente tinha sido roubada. Laio chama Yekaterina e eles partem imediatamente, ela para Nova Gardack, ele, para Porto.
Pouco mais de um dia depois Yekaterina encontra-se com Aron, em Nova Gardack. Ao ouvir a notícia ele usa sua bola de cristal para ver a armadura; a bola revela a imagem de um homem, de costas, magro e baixo, com roupas simples, ocidentais (no estilo de Dufour), armado com uma espada, abrindo uma caixa e tirando o elmo. A sala onde se encontram é de madeira, lembrando um quarto de hotel. Quando ele tampa a caixa novamente, a imagem se dissipa. Aron deduz que a caixa seja de chumbo, o que bloqueia efeitos mágicos do tipo clarividência. Aron usa em seguida a bola, tendo como alvo o quarto ao invés da armadura; este, no entanto, aparece agora escuro e vazio, com um pouco de luminosidade entrando pela janela. Após, usa o efeito novamente na janela, vendo o exterior, e identifica o lugar como sendo a Estalagem do Marinheiro Trôpego, em Muriel.
Laio chega a Porto interrompendo o jantar da família Baudolino, que come um estranho tipo de pão com queijo em cima. Ele informa Baudolino à parte, come um pedaço da comida, e aguarda o dia seguinte, pois está exausto, assim como sua montaria.
Enquanto isso Aron, de posse do Nail of Pointing, teleporta-se com sucesso para um ponto de Muriel com o qual está mais familiriarizado. Ele chama o chefe da guarda (o recém-instalado Mohammed, um heavy crossbowmen), informa o que descobriu sobre a localização do ladrão e pede quinze homens de confiança. Mohammed convoca os melhores homens da cavalaria pesada de Laio e partem para a estalagem, deixando recado para Laio e Yekaterina com Grócio.
Os homens cercam o local, que tem cerca de vinte pessoas dentro. Ao falar com o estalajadeiro, Aron deixa escapar que está atrás de um item importante e, como os boatos já se espalharam, o homem deduz que se trata da Armadura. Ao ouvirem isto nove dos homens na estalagem, que são parte dos de Yekaterina, imediatamente se levantam oferecendo seus serviços, bem como três da companhia de Fortuna. No meio desta agitação alguém percebe e grita com um homem de capuz se esgueirando pela porta (de maneira tão cara-de-pau, tendo em vista o momento, que chega a ser ridículo). Ele resiste e é duramente atacado pelos guardas, que o atingem duramente, acabando paralisado com uma flecha do heavy crossbow de Mohammed e, a seguir, se rendendo.

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A Reuniao em Godrixia

Aron esntra na maior porta da torre principal do forte dos hobgoblins em que foi aprisionado, ele segue por um túnel de pedra bem esculpido até u certo ponto, e depois passa a ser rocha bruta. Ele está invisível. Dentro ele vê aproximadamente 20 hobgoblins que mantem muitos prisioneiros humanos (os humanos que mineravam para Nova Gardack). Também vê Arnela (a lider élfica de Nova Gardack ).
No pátio do forte, Aron vê o lider dos hobgoblins que está em frente a uma mesa de pedra escrevendo algo. Aron volta o caminho. Ele resolve testar uma porta onde ele acredita que suas coisas estão guardadas. Ele sobe uma escada por fora da torre principal e vai até uma porta de metal. Testa ela bem devagar e nota que ela está trancada. Voltando pela escada, se depara com um hobgoblin subindo e esbarra nele. Logo ele tenta um ataque. Aron cai da escada e se afasta, busca uma área menos movimentada e se teleporta para Nova Gardack.
Em Nova Gardack ele encontra os elfos reunidos. Cindela o elfo 2º em comando e que tem um comportamento afeminado, está falando aos elfos na tentativa de liderá-los contra os hobgoblins e resgatar Arnela. Aron se aprocima e fala que conseguiu fugir da prisão hobgoblin. Cindela manda chamar Lorfeu um halflin que conhece bem a tribo hobgoblin dos Zirtane . Eles costumam fazer prisioneiros para usalos nas guerras de dominação. Eles são liderados por Darco – o pacificador. Aron decide por voltar a Godrixia e pedir por ajuda. Resolve voltar de barco em uma das linhas de comercio de Baudolino que demoraria +- 8 dias para passar em Nova Gardack e mais 4 dias para chagar em Godrixia. Enquanto espera pelo transporte, Aron Começa a reescrever um novo spellbook (todas as magias de 1º e 2º nível.

Leonel ao, tentar elaborar sua bola de cristal, falha e precisa consegur mais da ceiva. Ele resolve então voltar ao local do Cedro-Rei para colherat mais ceiva para a elaboração da bola de cristal. Ele se teleporta para o local da arvore e busca o druida Volinar que cuida da arvore mágica. O Volinar diz que o portal interdimensional se reabriu e que a ceiva não estaria disponível para Leonel. Leonel então vaiaté Dufour em busca da ajuda de Vega. Na conversa com Vega ele fica sabendo de outros portais que estão abrindo por toda Dracônia. Leonel pede a Vega que feche novamente o portal para que a seiva esteja disponível e o próprio Leonel tentaria elaborar sua bola de cristal. Ambos se teleportam para a floresta em busca de Volinar e do Cedro-Rei. A principio a arvore não está no lugar onde estava da ultima vez. Eles levitam e buscam procurar o Cedro-Rei do alto. Após algum tempo, eles avistam uma clareira, que não se parecia com a clareira onde estava a arvore. Ambos ficam invisíveis e se aproximam. Mais perto eles reparam que se trata de uma tribo de centauros. Leonel fala para Vega dar cobertura a ele, e que ele tentaria contato com os centauros. A principio os centauros não falam em comum. Apenas seu líder, que se chamava Jafe, falou com Leonel. Ele usava um anel que chama a atenção de Leonel por ser mágico (a espada goblin portada por Leonel tem poderes para identificar itens mágicos) Leonel pergunta a eles sobre o Cedro-Rei e sobre Volinar. Jafe fala que de tempos em tempos Volinar passa na tribo. Quanto ao cedro-rei, eles não sabiam, dado que a floresta estava sempre em moviento. Jafe foi bastante antipático com Leonel e pediu para que a localização da aldeia ficasse em segredo. Jafe fala que diriá a Volinar que Leonel estava o procurando e fala para encontrar Leonel perto de uma queda d’agua em 3 dias. Leonel não foi aceito para passar esses 3 dias na aldeia. Leonel concordou. Ele volta na direção de Vega. Eles conversam um pouco e então Vega convence Leonel a atacar a aldeia e dividir possíveis tesouros que existirem.
Leonel e Vega promovem um verdadeiro massacre na aldeia centauro, sobrando apenas 4 adultos e 10 crianças que fugiram pela floresta. No meio da confusão Leonel vê dentro de um tronco de arvore que se destaca no meio da aldeia, muitos tesouros que tem aparência de ser itens élficos.
Itens: 6000 Pratas , 3000 Contos , 1000 pp , 1 cinto (7500 gp) , presilha (3000 gp), 2 pés de coelho (3000 gp) , locket (??) (3000 gp) (gravado com um rosto élfico usando uma tiara), colar (4000 gp) , pingente (4000 gp), 4 folhas de ouro com formato de cedro (5000 gp cada), 2 folhas de ouro (7500 gp cada) , 1 folha de cedro (4000 gp) , tiara (igual a representada no locker) (50000 gp), corrente de ouro 3000 gp, 2 tornozeleiras (2500 gp cada ) , 1 pé de coelho (5000 gp) , pingente (5000 gp) , btoche (3000 gp), pingente (10000 gp ), anel (15000 gp) , anel de wish (1 carga), chainmail + 2 (remove curse), elven cloack.
Enquanto Leonel e Vega analisavam o tesouro, eles são cercados por fantasmas ao redor da clareira. Vega chama Leonel para fora do tronco de arvore onde está o tesouro e derrepente se cala. Leonel começa a passar mau e ter vertigem. Ele tenta escapar voando quando é atingido por flechas e cai morto.
Após um tempo, Leonel ressucita. Vega usou o anel de wish.Eles entenderam que o tesouro era amaldiçoado. Leonel pensa em levar o tesouro mesmo assim. Também pensa em ir até Lebon para saber mais sobre o tesouro. Vega lembra a Leonel de não comentar sobre o massacre e também que a floresta presenciou o acontecido. Leonel resolve então voltar pra casa em Godrixia.

Laio está em mais um dia de “farra” em um bar em Godrixia já de manha. Der repente uma pequena confusão chama a atenção na porta do castelo. Tratava-se de uma mulher que teve o filho codenado por Yekaterina, por praticar outra religião diferente da de Tromus. Tratava-se da religião de Fortuna. Laio ainda bêbado e de ressaca ouve a mulher, pede o Aladão e vai de encontro a Yekaterina. Baudolino também fica sabendo do acontecido através de um cervo que estava queimando seus apetrechos religiosos de Fortuna para não ser condenado. Também toma partido e vai de encontro a Yekatarina.
Laio chega primeiro e presencia um jugamento acontecendo no templo de Tromus. Laio entra no templo adentro montado no pegasos e interrompe o julgamento enfrentando o juiz de fora. Yekaterina, então começa a discutir com Laio. Baudolino chega nesse meio tempo e entra na discussão. No final o julgamento é realizado. Nem Baudolino , nem Laio gostam do que viram. Baudolino propõe que as cidades sob sua liderança tivessem liberdade religiosa.
Algum tempo depois, Aron e Leonel chegam em Godrixia. A data é perto da virada do ano em 30 de Negro. O grupo decide em fazer uma festa em comemoração ao novo ano. È organizado pelos fieis a Tromus uma procissão que sai do centro da capital de Godrixia até o templo passando pelas principais ruas. E no final acontece uma missa e um sacrifício.
Outros tipos de comemoração envolvendo outras religiões estão pribidas por Yekaterina, porem Baudolino descobre algumas familhas fazendo pequenas celebrações e avisa a Laio. Laio se anima e vai até uma dessas famílias para comemorar também. Chegando perto da casa, Laio escuta uma pequena cantoria e se lembra de sua família cantando essa canção também. Ele bate na porta. A porta se abre e quando a família se dá conta de quem esta a sua porta fica bastante assustada e preocupada. Laio se convida para a reunião e entra. Eles almoção e então Laio parte para a rumaria de Tromus.
Já no fim da cerimônia durante um grande banquete a céu aberto na cidade, um pequeno rebuliço chama a atenção do grupo. Então começa uma correria. Trata-se de pequenas criaturas (kobolds) um deles vestindo uma armadura dourada. Eles estão atacando a população e chegam a matar 60 cidadões. O kobold líder chgando perto do cetro de uma praça saca sua espada e grita : “Rendam-se a Maling ou sentirão a fúria de Mal’Gazon”.
Leonel lança uma fireball nele e mata os kobolds que estavam em volta. Laio luta com alguns, Aron usa magia contra outros e logo poucos kobolds sobram e saem correndo.
Leonel reconhece o nome Mal’Gazon. Trata-se de um mago que teria feito um imenso e lendário golem. Leonel captura um kobold e lê sua mente. Ele consegue ver que existe um kobold maior e que ele parece ter muitas riquezas. Ele vê também que existe uma passagem em uma montanha (uma caverna) bem apertada para um kobold e que dá acesso a uma torre perto do litoral. Em seguida o prisioneiro é morto.
Após a cerimônia, Aron fala sobre suas dificuldades com os Orcks e pede ajuda ao grupo a resgatar Arnela.
Obs: foi definido Vega no nível 26.

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O Vortex

Mestre: Heitor
Jogadores: Balbi, Marcos, Fernando, Pedro.

O Caminho Pela Floresta

O grupo viaja por uma noite e um dia até as cercanias da Floresta de Lebon, onde pernoitam sem problema. No dia seguinte adentra a mata a pé em busca do Cedro-Rei. Yekaterina, através de magia, conversa longamente com as plantas em busca de pistas. Descobre assim que a floresta tem mudado muito assustadoramente recentemente, com uma invasão de criaturas estranhas, algumas feitas de cristais e rocha inclusive, e que até a vegetação estava bastante diferente.

Floresta adentro, enquanto conversava com uma enorme jaqueira, Yekaterina é alertada sobre um ataque que surpreende o restante do grupo: quatro basilisks; criaturas que o grupo já derrotara antes, podendo se precaver de seus olhares petrificadores. Foi uma vitória fácil que maravilhou a árvore amiga, que prontamente indicou o resto do caminho ao Cedro-Rei, contornando um relevo no planalto da floresta.

Leonel, buscando o lar das criaturas, analisou seus rastros, mas percebeu que os mesmos sumiam e apareciam de maneira estranha, como se os basilisks ora estivessem, ora não estivessem em contato com o chão, em diversas direções; tão erráticos quanto os caminhos seguidos por Yekaterina que não pareciam levar a lugar algum, mas levavam. Aron se lembra que já viu coisa semelhante no deserto, que julgava ser inteferência planar, de acordo, inclusive, com a profecia do estranho livro encontrado na Torre de Lair.

Chegando mais próximo ao Cedro-Rei, desta vez com a ajuda de maritacas, contactadas por Yekaterina através de magia, o grupo percebe que ele se situa em uma área diferente, com fauna e flora um tanto diversas do resto da floresta, mais condizente com o resto da vegetação desta porção do mundo. Aron, utilizando o scroll of mapping, percebe que a região se move erraticamente pelo espaço junto com a árvore a encontrar.

Chegando finalmente ao Cedro-Rei, imenso, com potes colhendo a seiva bem espessa que pinga de sua madeira, encontram Volinar, o druida, que conversa longamente com o grupo a respeito dos fatos da floresta, mostrando-se positivamente surpreso de terem encontrado o local.

Leonel deduz que a árvore é mágica e está lá com o propósito de selar o portal de onde viriam as interferências na floresta. O druida confirma, completa que o portal levaria para um plano elemental da terra e em seguida toca o tronco e profere palavras sagradas que fazem o Cedro-Rei se abrir e revelar o portal em seu processo de abertura, de coloração amarronzada, do tamanho de um homem, no enorme espaço dentro de si.

Volinar revela que um bruxo muito poderoso auxiliou a fechar novamente o vortex depois que cedric, o druida seu antecessor, pereceu ao negligenciar a manutenção do portal selado, alertando assim sobre o perigo da terrível criatura do outro lado do portal. Segundo ele, a entrada para este mundo termina de se abrir em 19 dias, quando a seiva, em formato perfeitamente redondo, deverá ser utilizada para selar novamente a passagem.

Com auxilio de Aron e Leonel o grupo se teleporta novamente para Godrixia, exceto o próprio mago, que fica com o druida no local para estudar a situação, revisitando Lebon durante seus dias ali.

Lindomar, o elfo reservado

Na biblioteca, procurando mais informações sobre outros planos, vortex e portais, Leonel encontrou muitos livros em élfico e biergotense; muita coisa sobre magia, mitologia e artefatos também, além de material sobre a greografia e religião do Império.

Ali mesmo conhece melhor Lindomar, um historiador de Lebon, que puxa assunto. O papo acaba na taverna, onde bebem do bom vinho lebonense e conversam a respeito de muitas coisas do passado; tão remoto para Leonel mas tão vívido e brilhante para o elfo, que revela ter 600 anos.

Sobre a história de Lebon, diz que a cidade fora fundada por elfos refugiados da tirania dos dragões. Bambi, um herói élfico, derrotou o dragão verde que dominava o local cerca de 100 antes da Era de Liléia, quando as coisas tinham, segundo o saudosista Lindomar, uma magnitude maior, pois atualmente não há nada que una e motive seu povo.

Sobre o evento do vortex da floresta próxima, Lindomar diz que conheceu Cedric antes de sua morte no episódio que ocorreu nas primeiras décadas do início da Era de Liléia e que houve uma expedição liderada por um bruxo humano para conter a ameaça extraplanar, de cerca de 30 metros.

Marcus Augustos era seu nome, e não conseguiu derrotar a criatura, que seria afetada de forma mais visível por magias de ar. O mago teria conseguido paralizar o monstro e enviá-lo de volta para o outro mundo através de uma magia chamada Gate.

Leonel aciona Vega

Leonel gasta mais uns dias em Lebon e depois de sete dias se teleporta até Dufour atrás de Vega, seu ex-mestre, para pedir o texto da tal magia capaz de resolver a questão interplanar. Encontra o discípulo de Lair aparentemente preocupado, debruçado em livros, um tanto impaciente e absorto. Mostra-se, porém, bastante impressionado pelos feitos que ouviu a respeito mago de seu interlocutor.

Conversam a respeito da ameaça interplanária próxima a Lebon e sobre a magia Gate, que ainda é muito poderosa para ser executada por Leonel. Vega demonstra estar bem consciente dos demais planos interferindo no mundo, ou pelo menos em Dracônia. Revela inclusive um mapa com vários pontos assinalados onde haveria portais interplanares: um a oeste da Cordilheira da Espinha, um a sul do Deserto de Lamar e outros pontos espalhados.

Vega diz que o Gate pode fechar o portal, ainda que possa demorar menos para reabrir do que se selado com a resina do Cedro-Rei. Diz que pode ajudar, com a ajuda de custo de 4.000 mangos.

O Fechamento do Portal

Depois de 19 dias do encontro com Volinar, aos 25 dias de dourado, Vega e Leonel se teleportam para junto do Cedro-Rei e o primeiro realiza a magia Gate e o vortex dentro da árvore se fecha, mas a floresta não volta ao normal imediatamente. Segundo o druida isso se dá aos poucos, ciclicamente.

Volinar promete dar a seiva esférica a Leonel, para que possa finalmente criar seu item mágico, mas apenas depois de decorridos 60 dias, caso tudo ocorra bem e o portal não volte a reabrir.

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Conflito em Nova Gardak
Leonel vai à Lebon em busca dos meios para fazer sua bola de cristal. No futuro, Baudolino inicia a rede de espiões de Godrixia; Gardak é atacada.

Sessão de 12/05/13
Mestre: Balbi
Jogadores presentes: Fernando, Pedro e Marcos

NOTA: A viagem de Leonel ocorreu anteriormente aos eventos do log O Massacre da Vila Troll. Os demais eventos após este log.

Leonel planeja fazer uma bola de cristal. Para isto, descobre que precisa encontrar uma esfera perfeita na natureza. Entre as opções de material existem:

1) pérolas, com as nereidas e tritões da Baía das Escamas;
2) a seiva condensada de árvores próximas a Lebon;
3) esferas de vidro condensado, no fundo do Deserto de Lamar;
4) no planalto, da grande cordilheira, onde existe um acúmulo de quartzos.

Escolhe a segunda opção e vai à Lebon, de vassoura. Já no primeiro dia, pega uma tempestade sobre a Baía das Escamas. Observa um Storm Giant, que é a causa da tempestade. Segue viagem, dorme em saliência da cordilheira. Na descida até Lebon, já próximo ao crepúsculo, explora vale em busca de abrigo, vê três longhalls, um destruído, um em chamas e outro inteiro. Ao se aproximar, esbarra em Troll à espreita. É capturado e levado para a contrução restante. Lá, vê outros Trolls, incuindo o líder, Troll de 6 metros de altura! Consegue diante de todos se teleportar para fora e ataca os demais. Eles o ferem e forçam-no a bater em retirada, sem, contudo, a vassoura, que perdeu ao ser atingido por um pedregulho atirado contra ele durante a fuga. Vê a vassoura ser pega por Athorvani, o líder Troll. Esconde-se na encosta e teleporta-se para o alto de uma torre, que chamara sua atenção durante sua estada em Lebon. É imediatamente capturado pelos perplexos sentinelas elfos que guardavam a Torre, sendo enfeitiçado por um [[:hold person]].

Leonel é levado à sala, desequipado, aglomerando arqueiros até que entra travesti, de 2,20m de altura, com armadura “drag”, que o interpela sobre o que fez e o que quer. Leonel se identifica e é mantido sob custódia por Sindella, nome do travesti, chefe dos guardas da torre, Até ser visitado por um dândi da corte. Este enviado após ter sido esclarecida a identidade de Leonel se desculpa e pergunta se precisa de algo. Leonel pede para ter ser seus ferimentos tratados.

Trazem druida humano, que o cura. Leonel pede a ele informações sobre a seiva. Druida é o guardão do Cedro-Rei. Diz que a seiva é utilizada para saciar e manter dormente monstro ancestral. Leonel pergunta onde fica a árvore. Esta ficaria descendo o rio, mas druida entende que a descoberta o local exato será um teste para Leonel. Volinar, o druida, diz que o aguardará lá.

Leonel se encontra com Círdan, que também pede desculpas pelo tratamento, mas explica o protocolo para entrar na cidade. Falam sobre o Cedro-Rei, explicando que Volinar segue os caminhos da Natureza. Explica ainda que besta habita outro plano e que a cada dois meses Volinar ressela o portal com a seiva e que lembra que o druida anterior perdeu a vida ao negligenciar a tarefa por quatro meses, resultando na destruição de extensa área dos arredores.

Baudolino vai ao porto à procura de pessoas que possam organizar redes de espiões. A melhor opção é Robson, o Fuinha, que é um atravessador que está rapidamente enriquecendo. Espera a maior parte do dia, presenciando um ambiente cada vez mais violento com o cair da tarde e início da noite.

Robson chega com empregados e um carregamento. É ostentador e faz muito mais dinheiro no comércio do que Baudolino. Convida este para sua casa e fumam um cachimbo, que turva a mente de ambos. Conversam até serem interrompidos pelos capangas de Robson, que trazem um bandeira vermelha espancado. Este cobrava proteção dos mercadores.

Baudolino e Robson entendem que é melhor que o bandeira vermelha seja liberado, mas Robson admite que planejava matar o soldado, pois este cobrava “proteção”, um costume antigo de Perrutti, onde organizações como os Bandeiras Vermelhas se formam para exercer extorsões deste tipo.

Baudolino fecha um acordo com Robson de isenção total de tarifas em Muriel. Em troca, obteria lealdade e informações de Robson, que será leal no seu próprio entendimento distorcido.

Em poucos dias, aborda Iacobus, cortesão de sua facção e o recruta para organizar uma segunda rede de espiões, em troca de terras e o direito de ter tropas – ou seja, concede a ele um título de nobreza!

Aron vai a Nova Gardack, conversa com Sinella sobre o crescimento da população humana de garimpeiros e o imediatismo destes. Ela se preocupa, mas entende que sua função é outra, não agindo sobre este assunto.

Aron vai então até os assentamentos, que têm apenas dois elfos, sendo o restante basicamente de humanos, divididos em bandos desconfiados, miseráveis e famintos.

Aborda um dos elfos, Elodrim, que tem espírito aventureiro o suficiente para se aventurar naquele local. Aron pergunta sobre a miséria local, mas Elodrim desfaz do desejo de melhorar as condições dessa população.

Estão debatendo o assunto quando Elodrim é levado por uma quimera, que é atacada pelos guardas de Aron. Logo surgem mais duas quimeras, juntamente com um bando de hobgoblins montados e muitos lobos. Os cinco soldados de Aron morrem todos no combate e Aron é preso com um hold person, sendo drogado em seguida, por um hobgoblin imenso, aparentando estar apodrecendo em vida, mas deslocando-se com velocidade e vigor, vestido com um robe, com estranhas pinturas e cicatrizes rituais no rosto.

Aron acorda ainda sob os efeitos da droga. Ouve vozes em hobgoblin, discutindo o que fazer com, mencionando a possibilidade de resgate. Aguarda, volta a dormir e acorda em cela. Quando vai ser alimentado, manda um sleep no carcereiro. Ainda aturdido pela droga, não consegue abrir a porta, mas os demais guardas abrem a porta para investigar e, ao vê-lo solto e sobre o seu colega caído, covardemente fogem. Este vagueia pelo corredor, em busca de seu equipamento. Encontra a porta de saída. Usa charm person em outro guarda, que lhe abre a porta. Este o leva à Torre de Menagem da fortificação, onde Aron vê outros capturados, inclusive Sinella, que ainda está alucinando. Em frente à Torre, vê o sacerdote que o capturou, diante de uma mesa, anotando num livro. Aron se esconde, mas decide procurar armas, encontrando arco longo, espada, cota de malhas grande.

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O Massacre da Vila Troll

Mestre: Fernando
Presentes: Heitor, Balbi, Marcos, Pedro

No dia 4 de Dourado, Leonel se teleporta para o pavilhão de Laio, que não se encontrava (fora “interagir com os locais”). Vai então visitar Yekaterina no templo, com quem conversa sobre a possível aventura que quer lhe propor, em busca da seiva, nos arredores de Lebon, que permita fazer uma esfera perfeita, para criar uma bola de cristal. Ele conta que o que sabe é que um druida local lança esta seiva num poço, supostamente para acalmar um monstro. Ela aceita; ambos então encontram Baudolino e ele também aceita. Encontram Laio na birosca mais vagabunda da cidade, onde eles está jogando porrinha com um pescador, um marinheiro e um dos fanáticos de Yekaterina. Ele choraminga um pouco mas também aceita. Por fim, Leonel se teleporta para Nova Gardak para convocar Aron, que também aceita, para a aventura.
No primeiro dia de viagem, Leonel e Baudolino se desentendem quanto à direção em que deveriam seguir, mas no segundo Leonel percebe que tinha se enganado. No terceiro dia (9 de dourado) os papéis se invertem e Baudolino é que erra o caminho; Laio avista casas e com isso encerra a discussão, já que logo Leonel percebe que se trata do assentamento troll por onde ele tinha passado, conseguindo também rastrear o caminho até a caverna onde ele imagina que a maioria deles esteja. Os heróis entram na caverna e, após breve inspeção de Aron, invisível, resolvem atacar logo os dois sentinelas que ele avistara. Estes logo convocam muitos outros, que também são derrotados sem maiores dificuldades pelo grupo, causando um pequeno massacre, ao fim do qual toda a tribo troll (33, dos quais apenas 3 fugiram e sobreviveram) é derrotada.
Ao observar Baudolino decapitando o último dos trolls que ainda lutava, Yekaterina se lembra de uma notícia que ouvira, de que o capitão do navio que ia de Miséria para Muriel havia sido encontrado decapitado. Ela lança uma indireta para Baudolino, que age como se não a compreendesse.
Investigando a caverna, encontram 3000 mangos, assim como a vassoura, que Leonel tinha perdido lá.
Eles retomam viagem e, no terceiro dia, chegam a Lebon.

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