Contos Draconianos

Visitas a Lindomar e Leonel

Descobertas e decisões sobre os próximos passos dos heróis

Mestre: Marcos
Presentes: Heitor, Balbi, Tiquinho

13 de Rubi de 302 E.L..

No ar, a caminho de Lebon, os heróis são atacados por demônios de pedra voadores. Estes atacam as montarias, primeiro o Roca, depois Aladão, mas são abatidos sem conseguir causar nenhum estrago significativo.

No final do dia seguinte (14/04), param o Roca pouco mais de um quilômetro antes de Lebon, seguindo o resto do caminho a pé. Na fronteira são bem recebidos por emissários e avisados que Lindomar, o ancião bibliotecário, os aguardava.

Ao chegarem em Lebon encontram Sindella, que os recebe bem e os indaga sobre a situação de seus reinos, ficando um pouco surpresa em saber que Laio não era mais rei. Ela os conduz até a biblioteca, onde conhecem Lindomar, com quem Leonel tivera longa conversa alguns meses antes.

Este os informa que Leonel estivera recentemente com ele, tendo relatado que o Vortex que ele guarda estava piorando rapidamente, e que ele tinha indícios de que o mesmo acontecia em outros lugares. Yekaterina conta a ele sobre Mal’Gazon e a possibilidade dele estar por trás deste aumento de atividade extraplanar.

Lindomar explica-lhes o funcionamento dos planos (primário, etéreo, elemental), e especula que Mal’Gazon muito provavelmente quer atingir a imortalidade, o que envolve certos desafios e talvez tenha a ver com estas atitudes. Yekaterina o explica que Laio fora capturado e que Mal’Gazon tinha interesse nele, provavelmente ligado à Armadura de Tratus Ro. Lindomar comenta que isto faz muito sentido, já que estas coisas geralmente envolvem artefatos poderosos. Ele localiza um tomo que fala de Mal’Gazon; revela que ele era um bruxo de Dracônia, que veio justamente das escamas. Diz que ele estudou em uma academia de magias muito a oeste de Miséria, agora extinta, que tinha uma vertente mais caótica, chamada Cheemaex (nome do fundador), e que pode ser um outro refúgio dele, além dos três que eles já conhecem.

Ele também os informa sobre o funcionamento dos receptáculos dos Lich: estes, como parte do ritual que os torna mortos-vivos, guardam sua alma, e o Lich só pode ser destruído se seu receptáculo for. Depois, Lindomar entra num salão onde há uma grande esfera semelhante a uma bola de cristal, pedindo para que saiam; ele volta cerca de meia hora depois e lhes diz que Cheemaex, a escola, ainda está de pé, agora rodeada por legiões de mortos-vivos.

Laio pergunta se Lindomar não pode ajudá-los a encontrar a Armadura de Tratus Ro, e ele diz que poderá tentar de novo no dia seguinte, pois o uso de seu item o deixa muito cansado.

Após isto, eles o explicam sobre a maldição do tesouro de Mal’Gazon. Ele diz já ter ouvido de maldições assim. Diz que ouviu uma lenda (de seu avô!) sobre um espírito que mora no fundo do mar de Perruti, que talvez pudesse remover a maldição, pois era uma alma bondosa – mas ele não pode atestar a veracidade desta lenda.

Depois disto, indagado por Laio, ele o direciona à taverna local, Leite de Cobra, onde todos vão beber. Em dado momento Facundo some de vista; Laio e Aziz o vêem ainda conversar com alguns humanos num canto e, depois, sumir pelo resto da noite. Depois disto, Laio experimenta o drink local fortíssimo “leite de cobra” e acaba passando muito mal.

No dia seguinte, Lindomar os informa que encontrou a Armadura, que está em um navio voador dos Air Dogs, rumando para Perruti. Ele também enfatiza mais uma vez como a situação na floresta a sudoeste de Lebon (onde Leonel mantém guarda) está grave; inclusive os mostra dali como já é possível ver trechos devastados da floresta.

Aron tem a ideia de tentar novamente usar a bola de cristal para localizar a Armadura – desta vez com sucesso. Também tem sucesso em localizar o próprio barco dos Air Dogs.

O grupo decide então primeiro passar na floresta para falar com Leonel, depois atrás dos Air Dogs e, por fim, ir em busca do espírito, já que é possível fazê-lo mais ou menos numa só rota. Pegam de novo o Roca nos arredores da cidade e saem.

Eles conseguem navegar com muita dificuldade sobre a floresta até o lar de Volinar, com tudo se alterando a todo momento, mas encontrando-o vazio. Laio então avista Rocas pequenos, aparentemente em confronto com alguma criatura, e os reconhece como sendo os de Leonel; indo em direção a eles, identificam que estão em luta com cockatrices, que são afinal derrotados por um feitiço do próprio Leonel. Este os chama para retornarem ao lar de Volinar, para onde seguem.

Leonel os conta que o vortex tornou a se abrir e que ele, Volinar e mais dois outros druidas tentaram enfrentar a besta que o habitava, mas sem sucesso: os outros dois druidas morreram no processo, ele mesmo e Volimar mal escaparam com vida e, desde então, Leonel quase não o viu. Os heróis o explicam o papel provável de Mal’Gazon nas ocorrências dimensionais, sua origem e o interesse de Mal’Gazon por Laio; ele, então, também explica que a criatura era com certeza um Elemental Ruler da terra e que, por sorte, ele não gostava muito de nosso plano e quase não se aventura por ele; ele e Volinar tem tentado conter as criaturas menores que, estas sim, se aventuram. Os heróis expressam preocupação por sua situação de risco, mas ele, por sua vez, afirma que está preso à floresta, que esta se tornou “seu fardo”.

Leonel prepara uma refeição para eles e, enquanto estão se alimentando, Volinar chega. Conversam a respeito de Mal’Gazon, de quem Volinar já ouvira falar. Contam também sobre Eucaliptos e o espírito, e também sobre a lenda do espírito do mar de que Lindomar falara. Volinar conhece esta lenda e diz que fala-se muito num espírito bondoso que habita cavernas a cerca de dois dias de Perruti, no Triângulo de Cornetto. Ele pessoalmente acredita que este lugar seja uma passagem para outro plano ou mesmo o caminho para o lar de um imortal. Eles também discutem a possibilidade de ressuscitar Troy, o que poderia ser feito com um Raise Dead Fully; Volinar, no entanto, confessa que é incapaz de usar esse feitiço.

Após a refeição, então, eles se despedem e retomam o caminho em direção a Perrutti.

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HeitorCoelho

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